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Michael Jordan parabeniza Gabby Williams após atuação histórica nas finais da WNBA

Michael Jordan parabeniza Gabby Williams após atuação histórica nas finais da WNBA

Gabby Williams recebeu uma mensagem de Michael Jordan após conquistar o título da WNBA com o Golden State Valkyries. A ala marcou 30 pontos no Jogo 7 e foi eleita MVP das finais.

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Gabby Williams contou que recebeu uma mensagem de Michael Jordan após a conquista do título da WNBA de 2026 com o Golden State Valkyries. O texto dizia “Continue com fome”, relatou a jogadora à ESPN na segunda-feira. Ela respondeu: “Nunca estive com tanta fome”.

Williams foi eleita MVP das finais depois de marcar 30 pontos no Jogo 7, a primeira partida decisiva de número 7 na história da WNBA. Vinte e oito pontos vieram no segundo tempo. Ela também registrou quatro tocos, melhor marca da partida, e duas roubadas de bola, usando um par de tênis Air Jordan 41.

A atuação foi acompanhada à beira da quadra por nomes ligados ao esporte da região, entre eles Barry Bonds, lenda do San Francisco Giants, e Draymond Green, ala do Golden State Warriors. O proprietário do Valkyries, Joe Lacob, descreveu o segundo tempo de Williams como lendário e disse que a performance foi impressionante.

“Conversamos sobre isso durante toda a temporada: nós temos Gabby Williams, e vocês não”, afirmou a armadora Tiffany Hayes nas entrevistas de encerramento da temporada, na segunda-feira. Hayes também disse que Williams assumiu a responsabilidade de garantir que a equipe não perdesse a partida.

A armadora Veronica Burton comparou a experiência a assistir à atuação junto à torcida Ballhalla, apesar de estar em quadra. Ela disse que presenciar Williams em estado de concentração foi algo incrível.

Williams afirmou que ainda não refletiu sobre o que fez no Jogo 7. Disse estar vivendo o momento e aproveitando a conquista com amigos, familiares e companheiras de equipe, após um mês e uma série longos. Também comentou que provavelmente o grupo não voltará a estar reunido exatamente da mesma forma e que quer prolongar o tempo com aquelas pessoas.

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Valkyries, Lynx e Aces dividem favoritismo nas cotações para o título da WNBA em 2027

Valkyries, Lynx e Aces dividem favoritismo nas cotações para o título da WNBA em 2027

As Golden State Valkyries aparecem como favoritas na BetMGM, enquanto Minnesota Lynx e Las Vegas Aces lideram as cotações em outras casas. As odds variam entre as operadoras, e o Atlanta Dream também está entre os quatro primeiros colocados.

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As Golden State Valkyries conquistaram o título da WNBA em 2026, na segunda temporada de existência da franquia, depois de começarem o ano com cotação de 45-1 para vencer as finais. Para 2027, as odds são menores, mas as casas de apostas divergem sobre qual equipe deve ser considerada favorita.

A BetMGM coloca as Valkyries na liderança, com +300. Na DraftKings, o Minnesota Lynx aparece à frente, com +310, após registrar a melhor campanha da temporada regular de 2026. Caesars Sportsbook e FanDuel apontam o Las Vegas Aces como favorito, com odds de +340 e +360, respectivamente.

O Atlanta Dream, vice-campeão em 2026, está entre os quatro primeiros nas cotações das quatro operadoras citadas. Na DraftKings, a equipe tem odds de +400.

Diferenças nas avaliações das equipes

Johnny Avello, diretor de operações esportivas da DraftKings, disse que a casa considera o Lynx ligeiramente acima de Las Vegas, Atlanta e Golden State em sua avaliação de força. Ele apontou a combinação entre Olivia Miles, eleita Rookie of the Year na temporada anterior, e Napheesa Collier como um dos motivos para a cotação de Minnesota.

Avello também mencionou a situação contratual de Collier, que é agente livre, como uma preocupação. Sobre o Dream, afirmou que a equipe ganha com o retorno de Brionna Jones, que disputou apenas nove partidas na temporada passada.

David Lieberman, responsável pelas cotações de basquete profissional na Caesars Sportsbook, afirmou que as avaliações de força da casa mudaram pouco desde o fim da temporada. Segundo ele, as odds para o título consideram principalmente o potencial máximo de cada equipe e as possíveis mudanças durante a entressafra.

Fever, Wings e Liberty

O Indiana Fever, de Caitlin Clark, tem odds de +900 na DraftKings. O Dallas Wings, de Paige Bueckers, aparece com 14-1 na mesma casa, mas chega a +750 na BetMGM. Já as cotações do New York Liberty variam de +900 a 17-1.

Fever e Wings foram eliminados na primeira rodada dos playoffs de 2026. Avello disse que a cotação de Indiana pode subir caso a equipe não renove com Kelsey Mitchell. Ele também afirmou que a exposição financeira da DraftKings ao Fever não foi tão alta quanto nas duas temporadas anteriores e que novas estrelas vêm dividindo a atenção antes concentrada em Clark.

Lieberman descreveu o Wings como uma equipe jovem e empolgante, mas disse que ainda há dúvidas sobre sua capacidade defensiva para disputar o título. Ele apontou questionamentos semelhantes sobre o Fever e afirmou esperar movimentação nas apostas futuras envolvendo as duas equipes durante a entressafra.

Mystics e equipes com odds longas

Avello também citou cautela da DraftKings em relação ao Washington Mystics. A equipe surpreendeu ao chegar aos playoffs em 2026, depois de iniciar a temporada com odds de 150-1 para o título. Para 2027, aparece com 35-1 na DraftKings e chega a 11-1 na BetMGM.

Na parte inferior da lista da DraftKings, Chicago Sky, Seattle Storm, Toronto Tempo e Houston Comets têm odds de 120-1.

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Angel Reese promete retorno após derrota do Dream no Jogo 7 das finais da WNBA

Angel Reese promete retorno após derrota do Dream no Jogo 7 das finais da WNBA

O Atlanta Dream perdeu por 68 a 63 para o Golden State Valkyries no Jogo 7 das finais da WNBA, em 31 de outubro de 2026. Angel Reese marcou oito pontos e afirmou que a equipe voltará a disputar o título.

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O Golden State Valkyries venceu o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7 das finais da WNBA, em 31 de outubro de 2026, no Chase Center. Angel Reese terminou a partida com oito pontos e, apesar da derrota, disse que acredita em um retorno da equipe: “Voltaremos”.

A ala também agradeceu à organização e às companheiras pelo que descreveu como a melhor temporada de sua ainda jovem carreira na liga. Reese foi negociada pelo Chicago Sky para Atlanta em abril e disputou sua primeira campanha de playoffs na WNBA.

No jogo decisivo, Reese acertou três de sete arremessos de quadra, um de três tentativas de três pontos e um de três lances livres. Ela somou 12 rebotes — nove ofensivos e três defensivos —, uma assistência, um roubo de bola e dois tocos, mas cometeu quatro turnovers. Não tentou arremessos no quarto período e foi à linha de lance livre uma vez nessa etapa.

“Tenho muito orgulho do ano que tive, mas não conseguiria fazer isso sem este grupo”, afirmou Reese. Ela também destacou o apoio da torcida de Atlanta e disse que gostaria de repetir a experiência com as mesmas companheiras e comissão técnica.

Reese teve médias de 14,7 pontos e 12,6 rebotes por partida na série. No Jogo 2, registrou 30 pontos e 16 rebotes; no Jogo 4, anotou 21 pontos e 12 rebotes. Ela conseguiu quatro double-doubles nas finais, mas marcou oito pontos ou menos em três das quatro derrotas do Dream.

Na temporada, Reese foi eleita Defensive Player of the Year, chegou ao terceiro All-Star Game e integrou o segundo time All-WNBA. Também estabeleceu recordes de rebotes e double-doubles em uma temporada, além da marca de rebotes em um único jogo. Com a seleção para o segundo time All-WNBA, tornou-se elegível para a extensão EPIC.

A jogadora atribuiu parte de sua evolução ofensiva ao trabalho com o técnico do Dream, Karl Smesko, que a ajudou a reformular o arremesso. Reese disse que pretende aproveitar a offseason completa para trabalhar com o treinador e se familiarizar melhor com o sistema da equipe.

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Gabby Williams marca 30 pontos, leva MVP das Finais e conduz Valkyries ao título da WNBA

Gabby Williams marca 30 pontos, leva MVP das Finais e conduz Valkyries ao título da WNBA

Golden State venceu o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7, no Chase Center, e conquistou seu primeiro título em apenas sua segunda temporada. Williams anotou 28 pontos no segundo tempo, recorde de uma metade nos playoffs da WNBA.

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Gabby Williams foi decisiva na vitória do Golden State Valkyries por 68 a 63 sobre o Atlanta Dream, em 31 de outubro de 2026, no Chase Center. Com o triunfo no Jogo 7 das Finais, a equipe conquistou o primeiro título de sua história, em sua segunda temporada, e Williams foi eleita MVP das Finais.

A ala terminou a partida com 30 pontos, três rebotes, duas assistências, dois roubos de bola e quatro tocos. Seus 28 pontos no segundo tempo estabeleceram o recorde de pontuação em uma metade nos playoffs da WNBA. Os 30 pontos também igualaram a maior marca em um jogo decisivo de Finais.

O Golden State chegou ao terceiro quarto com 34 pontos e seis atrás no placar. Williams mudou o ritmo ao acertar uma bola de três em step-back sobre DeWanna Bonner e outra sobre Angel Reese. Em seguida, converteu uma cesta de três livre no canto e um arremesso de costas para a cesta, recolocando as Valkyries na frente.

No quarto período, Williams marcou nove pontos consecutivos pela equipe. A cesta que colocou o Golden State à frente foi um arremesso de três de cerca de 31 pés, a pouco mais de dois minutos do fim.

Após o intervalo, a jogadora atribuiu a mudança de ritmo à orientação de Nat, a técnica, de manter a paciência e confiar que o jogo se abriria. Williams disse que seguiu o conselho e confiou na treinadora.

A atuação coroou uma temporada em que Williams liderou as Valkyries em pontuação, com média de 14,4 pontos por jogo, a melhor marca de sua carreira. Ela também disputou seu segundo All-Star Game, entrou para o All-Defensive First Team e terminou como vice-campeã na votação para Defensive Player of the Year, vencida por Angel Reese.

Nos playoffs, Williams teve média de 21 pontos por partida, a terceira melhor entre as atletas que avançaram da primeira rodada, atrás apenas de A'ja Wilson e Breanna Stewart. Ela também estabeleceu recordes das Finais em pontos, com 137, e roubos de bola, com 18.

A trajetória da jogadora passou por Chicago e Seattle antes de chegar ao Golden State. Selecionada na quarta posição do draft de 2018 pelo Chicago Sky, ela foi titular em 36 dos 89 jogos que disputou pela equipe. Depois de uma suspensão relacionada a seus compromissos com a seleção francesa, foi negociada e passou as temporadas seguintes no Seattle Storm, onde se tornou All-Star em 2025.

As Valkyries haviam tentado contratar Williams antes da temporada inaugural, em 2025, mas ela foi protegida pelo Seattle. Quando se tornou agente livre irrestrita na offseason seguinte, o Golden State voltou a procurá-la. O proprietário Joe Lacob participou do recrutamento e relatou que conversou com a atleta por quase uma hora enquanto ela estava na Turquia.

Kiah Stokes elogiou Williams após a conquista e afirmou que a companheira foi líder e peça central do ataque durante a temporada. Lacob também destacou a contribuição da jogadora e disse que ela superou as expectativas da franquia.

Em 2023, quando a equipe ainda era um projeto, Lacob havia declarado que venceria um título da WNBA nos primeiros cinco anos. A conquista veio em dois, tornando as Valkyries a franquia de expansão mais rápida a ser campeã na história dos esportes norte-americanos.

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Golden State Valkyries vence o título da WNBA em sua segunda temporada

Golden State Valkyries vence o título da WNBA em sua segunda temporada

O Golden State Valkyries derrotou o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7 das finais, em 31 de outubro, e conquistou seu primeiro título da WNBA. A equipe chegou à conquista em apenas dois anos, antes da meta de cinco temporadas estabelecida pelo proprietário Joe Lacob.

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O Golden State Valkyries venceu o Atlanta Dream por 68 a 63 no Jogo 7 das finais da WNBA, em 31 de outubro, no Chase Center, e conquistou o primeiro título de sua história. A franquia alcançou a marca em sua segunda temporada, três anos antes do prazo de cinco temporadas anunciado por Joe Lacob, proprietário da equipe.

A construção do time começou em outubro de 2024, quando Natalie Nakase foi entrevistada por Lacob para o cargo de treinadora. Ele apresentou a ambição de conquistar um campeonato em cinco anos. Nakase respondeu com entusiasmo e, depois da conversa, procurou mentores para saber como transformar a meta em realidade.

A orientação recebida foi estabelecer uma cultura clara e reunir atletas competitivas, dispostas a colocar o grupo em primeiro lugar. Ao lado da gerente-geral Ohemaa Nyanin, Nakase definiu uma identidade baseada em intensidade, defesa e ausência de egos. A equipe enfrentou dúvidas externas sobre o projeto, mas manteve esse plano.

A montagem do elenco

No draft de expansão de 2024, o Valkyries selecionou Veronica Burton e Kayla Thornton, que se tornaram pilares da franquia, além da italiana Cecilia Zandalasini. Tiffany Hayes chegou como agente livre, enquanto a francesa Janelle Salaun foi contratada para um vínculo de training camp. Em 2025, a equipe escolheu Juste Jocyte, então com 19 anos, na quinta posição do draft; a atleta permaneceu no exterior naquele ano.

Em sua temporada inaugural, em 2025, o Golden State tornou-se a primeira franquia de expansão da história da WNBA a chegar aos playoffs logo no primeiro ano. A equipe foi eliminada pelo Minnesota Lynx na primeira rodada, mas a campanha ajudou a estabelecer uma base para o projeto e tornou o time uma opção atraente para agentes livres.

Gabby Williams estava nos planos de Nyanin desde o início. Nakase se encontrou com a jogadora na Turquia, em 2025, para apresentar o projeto, mas o Seattle Storm a manteve sob direitos exclusivos de negociação naquela offseason. Quando Williams voltou a ficar disponível, o Valkyries retomou a investida, com Lacob participando do recrutamento ao lado de Nakase e Nyanin.

Um dia depois de contratar Williams, a equipe também acertou com Kiah Stokes, que havia passado quatro temporadas no Las Vegas e conquistado três títulos. Stokes já tinha trabalhado com Nakase por uma temporada. Após Iliana Rupert anunciar que perderia a temporada de 2026 por causa de uma gravidez, Stokes foi titular em todos os jogos e marcou Angel Reese nas finais.

Defesa e ajustes nas finais

Williams foi eleita MVP das finais após marcar 30 pontos no Jogo 7. Na temporada, registrou médias de 14,4 pontos — melhor marca de sua carreira — e aproveitamento de 34,2% nos arremessos de três. Também ficou em segundo lugar na votação para Defensive Player of the Year e foi escolhida para o primeiro time defensivo da WNBA.

A defesa foi central para a identidade do time. Nos três primeiros dias do training camp, Nakase não permitiu que as jogadoras pegassem uma bola: os treinos foram dedicados à defesa. Na temporada regular, o Valkyries liderou a liga nesse quesito, limitando os adversários a 75,1 pontos por jogo, e terminou como a segunda melhor defesa dos playoffs. Stokes somou 31 tocos na pós-temporada, igualando o recorde histórico da WNBA, compartilhado com Lisa Leslie.

A equipe também precisou reagir durante as finais, depois de ficar atrás por 2 a 1. Após os três primeiros jogos, Nakase avaliou sua própria comunicação de forma muito negativa e pediu às atletas que apontassem como ela e o grupo poderiam melhorar. Para o Jogo 4, promoveu Hayes e Kaila Charles à formação titular, nos lugares de Thornton e Zandalasini. Charles terminou a partida com saldo de mais 14, e Hayes marcou 13 pontos. O Valkyries venceu os dois jogos seguintes e fechou a série no sétimo confronto.

A união do grupo também apareceu na primeira rodada, em um Jogo 3 de eliminação contra o Dallas Wings. Quando o time estava atrás no placar, Thornton reuniu Burton, Williams e Charles para uma pausa coletiva sob a cesta. Burton descreveu o momento como uma oportunidade para respirar, permanecer presente e fortalecer a conexão entre as jogadoras.

A conquista coroou o trabalho de Nakase e Nyanin na formação do elenco e na construção de uma cultura coletiva. O título chegou em dois anos, antes da meta anunciada por Lacob, e marcou a primeira conquista da franquia na WNBA.

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Valkyries e Dream disputam primeiro Jogo 7 da história das Finais da WNBA

Valkyries e Dream disputam primeiro Jogo 7 da história das Finais da WNBA

Golden State recebe Atlanta no Chase Center, em San Francisco, para decidir o título da WNBA. As duas franquias buscam a primeira conquista da liga.

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As Finais da WNBA chegam ao primeiro Jogo 7 de sua história, com Golden State Valkyries e Atlanta Dream disputando o título. A partida decisiva está marcada para sábado, às 20h (de Brasília), no Chase Center, em San Francisco.

As Valkyries, cabeças de chave número 2, recebem o Dream, número 4. Nenhuma das franquias conquistou um título da WNBA.

A série retorna ao Chase Center, chamado de Ballhalla durante os jogos do Golden State, depois de uma vitória para cada equipe nos dois compromissos mais recentes. As Valkyries venceram o Jogo 5, disputado em casa na segunda-feira; o Dream respondeu com uma vitória expressiva no Jogo 6, em Atlanta, na tarde de quinta-feira, e levou a decisão ao jogo final.

A WNBA adotou o formato de melhor de sete nas Finais na temporada passada. Naquela edição, Las Vegas conquistou o título em uma série encerrada em quatro jogos.

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Houston Comets revelam novos logos para retorno à WNBA após disputa de marca

Houston Comets revelam novos logos para retorno à WNBA após disputa de marca

A franquia apresentou quatro identidades visuais na quinta-feira, depois que pedidos de registro de marca foram publicados nos Estados Unidos. Uma solicitação anterior para registrar o nome Houston Comets foi abandonada na mesma manhã.

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O Houston Comets revelou seus novos logos na quinta-feira, em meio à preparação para o retorno da franquia à WNBA. A equipe havia passado a semana antecipando nas redes sociais o anúncio de novidades sobre a retomada.

Na quarta-feira, oito pedidos de registro de marca relacionados aos logos apareceram no site do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO). Os documentos, apresentados pela WNBA Enterprises LLC, correspondiam a quatro desenhos, cada um com dois pedidos: um para serviços de entretenimento e outro para uniformes e roupas esportivas.

Um dos logos traz um emblema circular com um H estilizado. Uma bola de basquete com cauda de cometa atravessa a letra, enquanto Houston Comets aparece ao redor da borda. Outra versão, descrita como o ícone principal, mantém o H estilizado sem o contorno circular.

Os dois logos secundários usam os nomes Houston e Comets. No primeiro, quatro estrelas aparecem entre as letras de Houston, e uma bola com cauda de cometa atravessa parte do T e do O. No segundo, o mesmo elemento passa por parte do C e do O de Comets.

Os pedidos foram apresentados sem especificação de cores, mas os logos divulgados pela equipe apareceram em azul e vermelho. O advogado de marcas Josh Gerben, da Gerben IP, foi o primeiro a noticiar os registros.

Gerben afirmou que ligas e franquias podem registrar marcas inicialmente em outros países para reduzir o risco de vazamentos antes de anúncios de nomes ou logos. Segundo ele, Maurício e Jamaica estão entre os locais usados por organizações esportivas. Um registro internacional pode dar à equipe ou à liga seis meses para apresentar o pedido nos Estados Unidos, preservando a data inicial do registro estrangeiro.

Não está claro se a WNBA adotou esse procedimento neste caso. Gerben também observou que as franquias precisam equilibrar o momento de registrar uma marca com o risco de que outra parte tente registrá-la primeiro.

O nome Houston Comets já era objeto de uma questão de marca desde que a WNBA concedeu a transferência do Connecticut Sun para Houston. Em 2024, a empresa TSTM Holdings LLC, sediada em Delaware, solicitou o registro de Houston Comets para diferentes usos, incluindo roupas e bolsas de academia. A identidade de quem controla a empresa não é conhecida.

Na manhã de quinta-feira, a TSTM Holdings abandonou o pedido, de acordo com os registros do USPTO.

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