
NCAA suspende linebacker do Tennessee Arion Carter por duas partidas por aceitar voo de $427 de agente
Arion Carter, linebacker do Tennessee, foi suspenso pela NCAA por duas partidas após aceitar um voo de $427 de um agente depois de declarar para o draft da NFL. A suspensão foi reduzida de três para duas partidas após recurso do Tennessee.
A NCAA suspendeu o linebacker do Tennessee, Arion Carter, pelas duas primeiras partidas da temporada por aceitar um voo no valor de $427 de um agente após declarar para o draft da NFL.
Carter, um senior natural de Smyrna, Tennessee, jogou mesmo com uma lesão no pé no final da temporada de 2025. Após declarar para o draft, ele agravou a lesão, precisou de cirurgia e decidiu retornar ao Tennessee para mais uma temporada.
O técnico dos Volunteers, Josh Heupel, afirmou que Carter cortou relações com o agente e reembolsou o valor do voo em janeiro. Inicialmente, a NCAA havia suspendido Carter por três jogos, mas o Tennessee recorreu e a pena foi reduzida para duas partidas.
Dessa forma, Carter ficará de fora da estreia contra o Furman, em casa, no dia 5 de setembro, e da partida fora de casa contra Georgia Tech, em 12 de setembro. Ele estará disponível para o jogo contra Kennesaw State, em 19 de setembro.
Heupel destacou o caráter e a liderança de Carter, ressaltando que ele representa o que há de melhor no atletismo universitário. O técnico também discordou da decisão da NCAA e afirmou que Carter tomou a decisão certa para sua saúde e futuro. Carter se formará em saúde pública com honras na lista do reitor em agosto.
Na temporada passada, Carter registrou 76 tackles, 1,5 sacks e uma recuperação de fumble. A posição de linebacker é uma das mais fortes do Tennessee, com a chegada do ex-Penn State Amare Campbell e o destaque do novato Edwin Spillman, que liderou a equipe com 81 tackles em 2025 e foi All-American como calouro.
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Ole Miss processa dois ex-jogadores, agora no LSU, por quebra de contrato
Ole Miss busca quase US$ 1 milhão em penalidades contra Princewill Umanmielen e Devin Harper, que assinaram contratos de compartilhamento de receita para retornar ao time antes de se transferirem para LSU.
Ole Miss entrou com uma ação judicial contra dois ex-jogadores de futebol americano, Princewill Umanmielen e Devin Harper, que haviam assinado contratos de compartilhamento de receita para retornar ao time nesta temporada, mas acabaram se transferindo para LSU, onde seguem sob o comando do ex-técnico Lane Kiffin.
O processo, protocolado na segunda-feira no Tribunal do Condado de Lafayette, em Oxford, Mississippi, exige o pagamento de US$ 550 mil de Umanmielen e US$ 400 mil de Harper, além de honorários advocatícios e custos judiciais, por quebra de contrato.
A Universidade do Mississippi afirmou que valoriza seus atletas e cumpre todas as obrigações contratuais, esperando o mesmo compromisso dos jogadores e seus representantes. Os contratos assinados pelos atletas incluíam uma cláusula que previa compensação financeira caso eles deixassem o time antes de cumprir o acordo.
De acordo com a universidade, Umanmielen assinou o contrato em 3 de janeiro, entrou no portal de transferências em 20 de janeiro e assinou com LSU no dia seguinte. Harper assinou em 6 de janeiro, entrou no portal oito dias depois e assinou com LSU em 16 de janeiro.
Ambos os contratos previam penalidades para rescisão dentro de um prazo de 90 dias. Ole Miss solicitou o pagamento das multas em 16 e 22 de janeiro, respectivamente, mas não recebeu resposta dentro do prazo de 30 dias.
LSU recusou-se a pagar as multas em nome dos jogadores, alegando que não são partes do contrato.
Lane Kiffin, que comandou Ole Miss com um retrospecto de 55 vitórias e 19 derrotas em seis temporadas, deixou o time para assumir o comando do LSU antes da surpreendente campanha dos Rebels no College Football Playoff da última temporada.
Na temporada passada, Umanmielen registrou 44 tackles totais, nove sacks e 15 pressões ao quarterback, liderando a equipe em sacks. Harper, um recruta quatro estrelas, participou de seis jogos como calouro verdadeiro em 2025.
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Comissário da Big Ten destaca domínio da liga sobre a SEC no futebol universitário
O comissário da Big Ten, Tony Petitti, afirmou durante os dias de mídia da liga que a Big Ten tem demonstrado seu domínio na pós-temporada em relação à SEC, além de buscar parcerias para um futuro sustentável no esporte universitário.
Durante os dias de mídia da Big Ten em Chicago, o comissário Tony Petitti destacou o domínio da liga no futebol universitário, exibindo três troféus consecutivos de campeonatos nacionais ao seu lado. Segundo Petitti, a Big Ten venceu quatro jogos consecutivos do College Football Playoff (CFP) contra a SEC, que não teve nenhum time disputando o título da conferência nos últimos três anos.
Nos últimos dois anos da era do CFP com 12 times, a Big Ten acumulou 11 vitórias com sete equipes diferentes, superando as cinco vitórias da SEC no mesmo período. Petitti ressaltou que a Big Ten tem "mais do que o dobro da próxima melhor liga" em vitórias.
O técnico do Illinois, Bret Bielema, conhecido por críticas à suposta superioridade da SEC, reforçou essa ideia ao brincar que a SEC "quer viver em 2005 para sempre". Bielema destacou que a introdução do portal de transferências e a possibilidade de compensar atletas mudaram o cenário do futebol universitário, tornando comparações com épocas anteriores irrelevantes.
Apesar das conquistas da Big Ten, houve comentários durante os dias de mídia da SEC sugerindo que a liga teria uma "classe média" mais forte. Contudo, a Big Ten venceu oito dos últimos dez jogos de bowl contra a SEC.
Petitti rebateu a ideia de que o meio da tabela da Big Ten não é competitivo, afirmando que as equipes da liga estão bem preparadas para a pós-temporada, enfrentando dificuldades semelhantes às do CFP, com viagens longas e jogos difíceis fora de casa. Ele destacou que essa preparação é um dos motivos do sucesso da liga.
Sobre a possibilidade da SEC se separar, Petitti minimizou a ideia, afirmando que nunca ouviu que alguém não queira jogar contra outras ligas e que a Big Ten deseja agendar mais jogos de alto nível para os fãs. Ele também falou sobre a colaboração entre as ligas para buscar apoio do Congresso para um futuro sustentável no esporte universitário.
Petitti mencionou que aguarda a formalização do texto do Protect College Sports Act no Senado e que as decisões futuras dependerão do conteúdo do projeto. Ele e o comissário da SEC, Greg Sankey, conversaram diversas vezes para avaliar se o projeto oferece mais benefícios do que prejuízos. Caso o projeto seja favorável, a Big Ten pretende apoiá-lo rapidamente, mas ainda não há uma posição definitiva até a análise completa do texto.
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Diretor atlético Warde Manuel recebe US$ 7,14 milhões em acordo de rescisão com Universidade de Michigan
Warde Manuel, diretor atlético da Universidade de Michigan, receberá um pagamento único de US$ 7,14 milhões como parte de seu acordo de separação. Ele deixará o cargo no final de 2026 após investigações internas no departamento atlético.
Warde Manuel, diretor atlético da Universidade de Michigan, terá direito a um pagamento único de US$ 7,14 milhões conforme documento obtido pela Associated Press. A universidade anunciou em 20 de julho que compraria os três anos restantes do contrato de Manuel, que deixará o cargo no final de 2026.
Manuel concordou em deixar o cargo após investigações envolvendo o ex-técnico de futebol americano Sherrone Moore e sua assistente executiva, além de uma apuração no departamento atlético. Além do pagamento, ele manterá benefícios de ex-diretor atlético, como acesso a ingressos para jogos de Michigan e privilégios em campos de golfe.
A universidade também fará uma contribuição de US$ 108 mil para a conta de aposentadoria de Manuel e pagará US$ 82 mil em honorários advocatícios. Ele permanecerá empregado pela universidade até sua renúncia voluntária em 31 de dezembro, e seu registro pessoal indicará uma demissão.
Manuel concordou em não atuar como diretor atlético ou conselheiro sênior atlético em nenhuma instituição da Big Ten por dois anos após sua saída, mas poderá aceitar empregos fora da conferência sem penalidades. O acordo foi obtido por meio de um pedido da Lei de Liberdade de Informação.
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Treinador do UNLV, Josh Pastner, esclarece comentário sobre busca por 'dono' para equipe de basquete
Josh Pastner, técnico do UNLV, esclareceu que sua referência a um "dono" para o time de basquete masculino foi uma metáfora para a necessidade de mais recursos, e não uma indicação de que o programa está à venda.
Josh Pastner, treinador do time masculino de basquete do UNLV, publicou uma declaração nas redes sociais do programa para esclarecer comentários feitos na semana anterior sobre a busca de um "dono" para a equipe na era do NIL (Name, Image, Likeness).
Em entrevista à KTNV em Las Vegas, Pastner mencionou a possibilidade de encontrar um investidor que ajudasse os Rebels a competir melhor, usando como exemplo a chance da cidade receber uma franquia da NBA. Ele sugeriu que, ao invés de comprar uma equipe da NBA, seria mais acessível "ser dono" do time universitário.
Na declaração de segunda-feira, Pastner afirmou que "os Runnin' Rebels não estão à venda" e que a referência a um "dono" tinha o objetivo de destacar o nível de recursos, patrocínios e apoio necessários para competir no cenário atual do atletismo universitário, e não para sugerir a venda do programa.
Na temporada anterior, o UNLV terminou com 18 vitórias e 17 derrotas, ficando em sétimo lugar na Mountain West Conference com 11 vitórias e 9 derrotas. O programa tem orgulho do título nacional conquistado em 1990, mas não participa do torneio da NCAA desde 2013.
Pastner também destacou o crescimento de Las Vegas como uma cidade de basquete, citando a realização da Summer League da NBA e a previsão da Final Four para 2028 na cidade, e expressou o desejo de que o UNLV ganhe maior destaque nesse cenário.
Ele ressaltou a importância de pensar de forma inovadora para competir com grandes programas que possuem orçamentos muito maiores, exemplificando que um cheque de 12 milhões de dólares poderia competir com universidades como Kentucky, Duke, Arizona e UCLA na contratação de jogadores.
Por fim, Pastner reafirmou seu compromisso com o programa, que "pertence ao UNLV, seus estudantes, ex-alunos, torcedores e à comunidade do sul de Nevada".
Josh Pastner, de 48 anos, iniciou sua carreira como assistente de Lute Olson no Arizona e depois com John Calipari em Memphis. Assumiu o comando dos Tigers em 2009 e foi treinador do Georgia Tech a partir de 2016. Como jogador, Pastner fez parte do time campeão nacional do Arizona em 1997.
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Mike Lombardi é afastado na UNC, complicando a temporada de Bill Belichick no futebol americano universitário
Mike Lombardi, gerente geral do futebol americano da Universidade da Carolina do Norte, foi colocado em licença administrativa remunerada enquanto uma investigação interna está em andamento. A decisão ocorre em meio a uma temporada difícil para Bill Belichick, que enfrenta desafios dentro e fora de campo desde sua chegada.
Desde sua chegada à Universidade da Carolina do Norte (UNC), Bill Belichick tem enfrentado dificuldades significativas no comando do time de futebol americano universitário. A situação se agravou recentemente com o afastamento de Mike Lombardi, gerente geral da equipe e amigo de longa data de Belichick, que está em licença administrativa remunerada enquanto a universidade conduz uma investigação de recursos humanos.
Lombardi, veterano da NFL e ex-diretor de pessoal dos Cleveland Browns na década de 1990, foi contratado para ajudar a montar o elenco da UNC, mas o time terminou a última temporada com um desempenho fraco, 4-8, e enfrentou críticas sobre a qualidade do elenco e a gestão do programa. A contratação de Lombardi, que não trabalhava no futebol universitário desde os anos 1980, foi vista como parte da estratégia de Belichick de montar uma equipe semelhante a um time da NFL, com controle quase total sobre o programa e altos investimentos financeiros.
A UNC pagou cerca de 10 milhões de dólares anuais a Belichick e 1,5 milhão a Lombardi, apostando que a experiência do técnico seis vezes campeão do Super Bowl traria sucesso imediato. No entanto, o time ainda luta para se posicionar na Atlantic Coast Conference (ACC), ocupando uma colocação modesta.
Belichick reconheceu dificuldades na montagem do elenco, admitindo que a equipe assinou com jogadores que não tinham ofertas ou que não desejavam estar no programa, além de ter se atrasado nas negociações com atletas do portal de transferências. A expectativa é que a chegada de cerca de 70 novos jogadores, entre transferidos e calouros, possa melhorar o desempenho na próxima temporada.
O afastamento de Lombardi, cuja natureza e escopo da investigação não foram divulgados, adiciona mais incertezas ao futuro do programa. A UNC enfrenta pressão crescente para apresentar resultados positivos, tanto dentro quanto fora de campo, enquanto a temporada se aproxima com um elenco ainda em desenvolvimento e um calendário desafiador.
A situação lembra a trama do filme "Hoosiers", em que um treinador desacreditado luta para reerguer sua carreira e reputação. A UNC e Belichick buscam agora um desfecho positivo para a equipe, que ainda não conseguiu mostrar a força esperada sob a liderança do técnico renomado.
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Michael Lombardi, gerente geral de futebol americano da UNC e auxiliar de Bill Belichick, é afastado administrativamente com pagamento
Michael Lombardi, gerente geral do time de futebol americano da Universidade da Carolina do Norte (UNC) e colaborador próximo do técnico Bill Belichick, foi colocado em licença administrativa remunerada pela universidade.
A Universidade da Carolina do Norte (UNC) anunciou na segunda-feira que Michael Lombardi, gerente geral do time de futebol americano e auxiliar de Bill Belichick, foi afastado administrativamente com pagamento, com efeito imediato. A instituição não divulgou detalhes adicionais sobre o motivo do afastamento.
Lombardi se reuniu com Belichick na UNC em dezembro de 2024, após terem trabalhado juntos anteriormente no New England Patriots entre 2014 e 2016, além de uma passagem inicial pelo Cleveland Browns a partir de 1987. A UNC ressaltou que, por procedimento padrão em questões de pessoal, os líderes, funcionários e atletas não podem comentar sobre o assunto, que não reflete nos méritos do programa.
A equipe dos Tar Heels inicia sua segunda temporada sob comando de Belichick em 29 de agosto contra o TCU. Na temporada anterior, a UNC teve um retrospecto de 4 vitórias e 8 derrotas, sem nenhum jogador selecionado no draft da NFL de 2025.
Durante seu tempo em Chapel Hill, Lombardi enfrentou críticas, incluindo uma declaração em fevereiro de 2025 em que afirmou que a equipe se considerava "o 33º time da NFL". Em setembro do ano passado, ele também causou polêmica ao informar que os olheiros do Patriots seriam proibidos de acessar o programa da UNC.



