
Russell diz que terminar em segundo na disputa pelo título da F1 não significa nada
George Russell afirmou que sua prioridade é ajudar a Mercedes a conquistar o título de construtores, após terminar em oitavo no GP dos Estados Unidos. O britânico disse que posições como segundo, terceiro ou quinto no campeonato não equivalem ao título.
George Russell terminou em oitavo no GP dos Estados Unidos e afirmou que não está motivado pela disputa para ser o vice-campeão da F1. O piloto da Mercedes disse que a prioridade é conquistar o título de construtores e que terminar em segundo, terceiro ou quinto no campeonato não tem significado para ele.
A corrida em Austin manteve Russell matematicamente na disputa pelo título. Kimi Antonelli, líder do campeonato e companheiro de equipe do britânico, venceu com 13 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc. Antonelli abriu 123 pontos sobre Russell, enquanto Lewis Hamilton está um ponto atrás do italiano. Max Verstappen e Leclerc também ficaram a menos de dez pontos de Russell.
Russell recebeu uma punição de cinco segundos no início da prova e não conseguiu ultrapassar Oscar Piastri, da McLaren, para avançar além da oitava posição. Ao avaliar seu fim de semana, o britânico resumiu o desempenho como seis voltas boas e 50 ruins. Ele também classificou a punição como questionável, mas disse que sua principal preocupação era o resultado geral.
O piloto afirmou que Antonelli foi excepcionalmente competitivo e sugeriu que a janela de desempenho do carro pode ser estreita. Russell disse esperar que isso ajude a explicar sua falta de ritmo, mas reconheceu que ainda precisa compreender por que ficou tão distante do companheiro.
Antes da temporada, Russell era apontado como favorito ao título, mas Antonelli passou a liderar a equipe na disputa. Helmut Marko, ex-consultor de automobilismo da Red Bull, declarou à Sky Deutschland que duvidava que Russell tivesse outra oportunidade de lutar pelo campeonato, após perder espaço para o jovem companheiro na Mercedes.
Toto Wolff, chefe da equipe, contestou a avaliação de Marko. Ele afirmou que Russell tem capacidade para ser campeão e atribuiu parte da diferença de desempenho ao carro, que, segundo Wolff, nem sempre se adapta ao piloto. O dirigente também disse que a equipe precisa entender o que deve mudar no acerto para que Russell consiga extrair mais velocidade.
Wolff afirmou que Russell já venceu em todas as categorias e merece ser considerado entre os melhores pilotos. Segundo ele, quando o carro está dentro da janela de desempenho que agrada ao britânico, Russell é competitivo; quando sai dessa faixa, ele enfrenta mais dificuldades do que Antonelli. O chefe da Mercedes disse que a diferença não corresponde a meio segundo ou três décimos por volta e que cabe à equipe identificar o que o piloto precisa para andar mais rápido.
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Antonelli vence GP dos Estados Unidos e fica a dois pontos do título da F1
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin, e pode conquistar o campeonato de Fórmula 1 no México. O italiano de 20 anos precisa somar dois pontos para garantir o título, após Lewis Hamilton e George Russell terminarem à frente das posições necessárias para a decisão em Austin.
Kimi Antonelli venceu o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2026, em Austin, e ficou a dois pontos de assegurar o título da Fórmula 1. Para ser campeão no México, basta terminar em nono lugar, resultado que lhe daria a pontuação necessária. Com a conquista, ele pode se tornar o piloto mais jovem a vencer o campeonato e o primeiro italiano campeão desde Alberto Ascari, em 1953.
A decisão não foi antecipada em Austin porque Lewis Hamilton terminou em quarto, uma posição acima do limite que permitiria a Antonelli confirmar o título, e George Russell chegou em oitavo, também à frente do necessário. O britânico da Mercedes segue matematicamente na disputa por mais uma semana, embora o relato descreva suas chances como efetivamente encerradas.
Antonelli largou da pole position e assumiu o controle da prova desde o início. Max Verstappen e a Red Bull escolheram pneus macios, enquanto o piloto da Mercedes largou com médios; ainda assim, teve uma saída limpa e abriu vantagem. Ele cedeu a liderança brevemente durante a alternância de estratégias no meio da corrida, mas voltou à frente e venceu com 13,078 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc.
A vitória foi a nona de Antonelli na temporada. Em termos de margem, não foi a maior: no Grande Prêmio do Japão, em abril, ele superou Oscar Piastri por 13,7 segundos. Para Toto Wolff, chefe da Mercedes, porém, a atuação em Austin foi a melhor do italiano no ano, pela forma como administrou a corrida apesar da escolha de pneus menos aderentes na largada.
Wolff resumiu a exibição como a corrida de um campeão que ainda não conquistou o título. Ele também contou que Antonelli entrou em seu escritório antes da prova e disse que queria aproveitar o momento, sem pensar no campeonato. Segundo o dirigente, o piloto manteve essa postura e entregou uma atuação excepcional do início ao fim.
Russell teve um fim de semana difícil. Foi superado por Antonelli por quase meio segundo na classificação e terminou a corrida quase 55 segundos atrás do companheiro de equipe. Uma penalidade de cinco segundos, aplicada em uma fase importante da prova, prejudicou ainda mais sua posição. Depois da corrida, Russell chamou a punição de um pouco ridícula, mas afirmou que ela era a menor de suas preocupações diante do fim de semana ruim.
A disputa atrás de Antonelli reuniu Red Bull, Ferrari e McLaren, equipes que tinham duas vitórias cada na temporada. A briga pela posição de melhor entre as demais foi influenciada pelo desgaste dos pneus e pelas decisões estratégicas.
Wolff comparou Austin à vitória de Antonelli no Grande Prêmio da Itália, em setembro, quando o piloto avançou do 19º lugar no grid. O italiano disse que Monza foi especial, mas avaliou que a execução em Austin foi melhor, porque a equipe construiu o desempenho ao longo do fim de semana. Ele também destacou que, na Itália, tinha o carro mais rápido e encontrou uma pista em que era relativamente fácil ultrapassar.
O chefe da Mercedes afirmou que acompanhou o desenvolvimento de Antonelli desde que o contratou, aos 11 anos, e lembrou as críticas recebidas pelo piloto após uma temporada de estreia difícil, sem pontos nas primeiras nove corridas. Wolff disse estar satisfeito com a evolução do jovem e com o trabalho feito junto à equipe e ao engenheiro de corrida Peter Bonnington, mas ressaltou que ainda era necessário terminar a prova no México.
Antonelli atribuiu parte de sua tranquilidade ao apoio de pessoas próximas, incluindo o pai e seu treinador de desempenho. Ele disse que tentou não se deixar levar pelas conversas sobre o campeonato e se concentrou em obter o melhor resultado possível para si e para a Mercedes. Fora das pistas, contou que mantém hábitos simples com os amigos em San Marino, como ir a pubs e jogar boliche, e que passou a lavar o próprio carro à mão antes de viajar para as corridas.
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Antonelli vence GP dos Estados Unidos, mas ainda não garante título da F1
Kimi Antonelli venceu em Austin com mais de 15 segundos de vantagem sobre Charles Leclerc, mas Lewis Hamilton terminou em quarto e adiou a definição do campeonato. O piloto da Mercedes pode assegurar o título no GP da Cidade do México com um nono lugar ou melhor.
Kimi Antonelli venceu o GP dos Estados Unidos, em Austin, e ficou perto de conquistar o título da F1. O italiano cruzou a linha de chegada mais de 15 segundos à frente de Charles Leclerc, mas o quarto lugar de Lewis Hamilton impediu a definição do campeonato na etapa do Texas.
Com quatro corridas restantes após a prova, Antonelli chegou a Austin com chances reduzidas de garantir o título. Para isso, precisava vencer, enquanto George Russell deveria terminar em nono ou pior e Hamilton, em quinto ou pior. Antonelli cumpriu sua parte, mas Hamilton ficou uma posição acima do limite necessário para encerrar a disputa.
Russell terminou em oitavo, depois de receber uma punição de cinco segundos por deixar a pista e permanecer à frente de Oscar Piastri. Os dois tocaram as rodas quando Russell voltou ao traçado. O piloto da Mercedes cumpriu a penalidade durante seu pit stop, na volta 24.
Antonelli seguirá para o GP da Cidade do México com 123 pontos de vantagem sobre Russell. Hamilton está um ponto atrás do compatriota. Um nono lugar ou melhor no México será suficiente para Antonelli conquistar o campeonato, independentemente dos resultados dos rivais.
Estratégia e disputa em Austin
Antonelli havia garantido a pole position no sábado, com Hamilton em quinto e Russell em sexto no grid. Na largada, o italiano manteve a liderança, enquanto Leclerc passou Max Verstappen e Isack Hadjar. Verstappen também precisou se defender de Hamilton, que subiu para quarto.
Leclerc e Verstappen disputaram posição, e o piloto da Ferrari chegou a avançar sobre o rival. Verstappen recuperou o segundo lugar, mas Antonelli já havia aberto 2,4 segundos de vantagem ao fim da primeira volta.
Verstappen foi o primeiro dos líderes a parar, na volta 14, seguido por Hamilton e Leclerc. Antonelli, que largou com pneus médios, e a Mercedes optaram por permanecer na pista. Russell parou na volta 24 para cumprir a punição; Antonelli fez seu pit stop uma volta depois e voltou em terceiro, com pneus mais novos que os pilotos à frente.
Verstappen assumiu a liderança e mostrou bom ritmo, mas fez uma segunda parada quando faltavam 25 voltas. Antonelli ultrapassou Leclerc e retomou a ponta. Nas 16 voltas finais, Leclerc e Hamilton pararam novamente, retornando em quarto e sexto, respectivamente.
Hamilton precisava ganhar duas posições para manter a disputa pelo título aberta. Ele passou Hadjar, mas Lando Norris sustentou a estratégia de uma parada e terminou em quinto pela McLaren. Verstappen e Leclerc alcançaram Norris na volta 47; Hamilton subiu para quarto na volta seguinte. Antonelli, sem ser ameaçado na liderança, seguiu para a vitória.
Leclerc terminou em segundo pela segunda semana consecutiva, após uma ultrapassagem tardia sobre Verstappen, que completou o pódio. Antonelli celebrou o resultado junto aos mecânicos da Mercedes, em sua nona vitória da temporada.
Após a corrida, Antonelli destacou o trabalho da equipe e a execução da estratégia de uma parada. Sobre a disputa pelo campeonato, afirmou que está perto do título e que espera conquistá-lo em breve. A próxima etapa será na Cidade do México.
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Verstappen rebate chefe do COTA e o convida a dirigir seu carro após críticas aos solavancos
Max Verstappen contestou a avaliação de Bobby Epstein sobre as condições do Circuit of the Americas e afirmou que o chefe do circuito deveria experimentar seu carro. O piloto disse que tem usado analgésicos para suportar os impactos durante as sessões.
Max Verstappen rebateu Bobby Epstein, chefe do Circuit of the Americas (COTA), após o dirigente afirmar que a pista estava em boas condições, com exceção da curva 1. Depois da classificação de sábado, na qual ficou em segundo lugar, o tetracampeão convidou Epstein a dirigir seu carro para sentir os solavancos.
“Convido-o a dirigir meu carro. Acho que ele teria de sair depois de cinco voltas e não conseguiria mais andar”, disse Verstappen à imprensa escrita holandesa.
O piloto afirmou que tem tomado analgésicos para conseguir participar das sessões, algo que, segundo ele, normalmente não precisa fazer. Também contestou a ideia de que a curva 1 seja o único trecho problemático e apontou grandes irregularidades em uma seção de alta velocidade entre as curvas 4 e 5.
Verstappen disse ainda que precisa erguer o corpo do assento nas curvas 1 e 9 para completar as voltas sem agravar os danos. Antes do fim de semana, ele havia brincado que precisaria de uma nova coluna para terminar uma corrida e, durante a preparação para o evento, falou sobre radiografias que mostram danos na região lombar, atribuídos ao desgaste das corridas.
O COTA trabalhou para suavizar as ondulações antes da etapa deste ano. Na sexta-feira, entre as duas primeiras sessões de treino, Epstein disse à ESPN que o circuito estava em boas condições, exceto pela curva 1, e sugeriu que a opinião de Verstappen poderia mudar depois de algumas voltas.
A reação dos pilotos às irregularidades foi variada. Lando Norris, atual campeão mundial, afirmou que precisou tomar comprimidos para dor de cabeça antes de cada sessão da semana para suportar a sensação de ser sacudido dentro do cockpit.
Lewis Hamilton, por outro lado, disse que suas costas estavam bem, apesar de ter 42 anos. O piloto da Ferrari reconheceu que a pista é irregular, mas afirmou que gosta dos solavancos porque eles dão personalidade ao traçado e exigem correções ao volante.
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Hamilton elogia estrutura do Circuito das Américas e defende nova instalação
Lewis Hamilton chamou o Circuito das Américas de um dos melhores do calendário e elogiou a nova estrutura de hospitalidade próxima à curva 1. O britânico também destacou iniciativas do autódromo com a Mission 44 e a F1 Academy.
Lewis Hamilton elogiou o Circuito das Américas, em Austin, após a classificação para o Grande Prêmio dos Estados Unidos. O piloto afirmou que o traçado está entre os melhores no conjunto e defendeu a nova instalação de hospitalidade construída perto da curva 1.
A estrutura, que se eleva sobre o circuito, é acessada por um teleférico a partir do paddock. Neste ano, receberá convidados VIP do paddock; nos próximos anos, deverá ser aberta a membros convidados. A construção foi criticada por fãs nas redes sociais e aparece nas transmissões em uma área que antes oferecia vista livre para o céu do Texas.
Hamilton disse que a instalação é impressionante e elogiou o trabalho do proprietário do circuito, Bobby Epstein, e de sua equipe. Também citou a área de entretenimento, o palco para apresentações, as arquibancadas, o paddock e a facilidade de acesso ao local.
O britânico afirmou que não percebe a estrutura enquanto pilota e disse que tem uma suíte no edifício, que pretendia visitar. Para ele, o espaço pode ser um dos lugares mais impressionantes para acompanhar a corrida.
Oscar Piastri, da McLaren, contou que os teleféricos chamaram sua atenção na primeira volta da semana. Seis cabines fazem o trajeto entre o paddock e o novo edifício, mantendo movimento constante sobre a curva 1. O australiano disse que a instalação acrescenta atmosfera, embora não tenha mudado muito sua experiência no circuito.
Hamilton também destacou a colaboração do autódromo com a Mission 44, instituição de caridade criada por ele em 2021 para promover oportunidades inclusivas de educação e emprego para grupos sub-representados. Segundo o piloto, o circuito tem permitido que a iniciativa leve crianças ao local e as aproxime de engenheiros.
O heptacampeão afirmou que a parceria levou muitas crianças do estado ao circuito nos últimos cinco anos. Ele também mencionou o trabalho de Susie Wolff na F1 Academy e disse que 8 mil crianças foram levadas ao autódromo neste ano, defendendo que outras pistas adotem iniciativas semelhantes.
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Leclerc cobra respostas da Ferrari após queda de rendimento na classificação do GP dos Estados Unidos
Depois de a Ferrari mostrar força no treino final, Charles Leclerc terminou a classificação em quarto, e Lewis Hamilton ficou em quinto. O monegasco apontou dificuldades para aquecer os pneus e disse que a equipe ainda busca entender por que o desempenho cai no Q3.
A Ferrari chegou à classificação do GP dos Estados Unidos com bons sinais: Lewis Hamilton foi o mais rápido no treino livre final, e Charles Leclerc terminou em terceiro. No Q3, porém, os dois perderam posições, com Leclerc em quarto e Hamilton em quinto.
Leclerc disse ter ficado decepcionado com o resultado e afirmou que esperava melhorar na parte decisiva da sessão. Ele comparou seu tempo no Q2 ao de Kimi Antonelli e avaliou que a Ferrari deveria ter conseguido avançar no Q3, mas não deu esse passo.
O piloto apontou a dificuldade para colocar temperatura nos pneus como um fator que complica a classificação. Segundo ele, essa característica pode ser positiva para a equipe no domingo, mas torna mais difícil extrair o máximo do carro em uma volta rápida.
Leclerc também explicou que, ao buscar os últimos centésimos por curva no Q3, os problemas de equilíbrio do carro ficam mais evidentes. Na avaliação dele, a Ferrari opera perto do limite: quando ultrapassa esse ponto, perde bastante tempo de volta.
O monegasco disse que a equipe ainda está tentando compreender por que esse cenário se repete. Ele observou que a Ferrari costuma chegar ao Q3 esperando ganhar cerca de um décimo e meio, mas nem sempre consegue, ressalvando que essa leitura é uma hipótese, não uma certeza.
Questionado se a questão só poderia ser resolvida na próxima temporada, Leclerc respondeu que há possíveis soluções, mas que elas exigiriam compromissos. A equipe precisará avaliar o que teria de sacrificar para melhorar o desempenho na classificação, sem deixar de considerar o rendimento na corrida.
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Antonelli conquista a pole position no GP dos Estados Unidos e pode garantir título
Kimi Antonelli largará na frente no Grande Prêmio dos Estados Unidos, após superar Max Verstappen por 0s179. O italiano de 20 anos pode conquistar o título neste domingo, dependendo também dos resultados de George Russell e Lewis Hamilton.
Kimi Antonelli conquistou a pole position do Grande Prêmio dos Estados Unidos, no Circuit of the Americas, em Austin. O piloto da Mercedes marcou tempo 0s179 mais rápido que Max Verstappen, da Red Bull. Isack Hadjar ficou em terceiro.
Charles Leclerc e Lewis Hamilton, da Ferrari, terminaram em quarto e quinto, respectivamente, depois de terem liderado sessões de treino. George Russell, companheiro de Antonelli na Mercedes, não conseguiu melhorar sua volta final e ficou em sexto. Oscar Piastri e Lando Norris, da McLaren, completaram os oito primeiros, em sétimo e oitavo.
A pole coloca Antonelli em posição de cumprir a primeira condição para tentar garantir o campeonato em Austin: vencer a corrida. Para ser campeão neste domingo, ele também precisa que Russell termine em nono ou pior e que Hamilton fique em quinto ou abaixo.
Antonelli chega ao fim de semana com 102 pontos de vantagem e 150 ainda disponíveis. A prova representa sua primeira oportunidade de conquistar o título, mas o resultado depende da combinação de posições prevista para os rivais.
A Ferrari não conquista uma pole desde que Leclerc foi o mais rápido na Hungria, em 2025. A espera de Hamilton por uma pole também remonta àquela etapa, disputada dois anos antes: são 1.190 dias sem largar na primeira posição.
Hamilton, vencedor cinco vezes no Circuit of the Americas, chegou à classificação com uma Ferrari atualizada e havia aparecido na disputa pela pole. Leclerc liderou antes da sessão final, enquanto Antonelli e Russell também mostraram ritmo. Na primeira tentativa do Q3, Antonelli assumiu a ponta, e os adversários não conseguiram superá-lo.
O presidente da Ferrari, John Elkann, acompanhou a classificação da garagem. A equipe vinha de uma sequência difícil de corridas, em meio a especulações sobre o futuro do chefe Fred Vasseur. Hamilton, de 41 anos, tem como única vitória pela Ferrari a prova de Barcelona, em junho.
O Grande Prêmio dos Estados Unidos está marcado para domingo, às 16h no horário do leste dos Estados Unidos (ET), equivalente a 20h GMT.



