
Stakeholders da WNBA questionam futuro de Cathy Engelbert como comissária
Apesar do crescimento histórico da WNBA e de um acordo coletivo de trabalho significativo, membros da liga questionam se Cathy Engelbert é a pessoa certa para liderar o futuro da competição.
A WNBA vive um momento de crescimento sem precedentes e conta com um acordo coletivo de trabalho histórico, mas a liderança da comissária Cathy Engelbert está sendo questionada por diversos stakeholders da liga. Segundo uma reportagem da ESPN, mais de 20 proprietários, executivos, jogadores e insiders da indústria expressaram dúvidas sobre a capacidade de Engelbert para conduzir a liga diante dos desafios atuais.
Desde que assumiu o cargo em maio de 2019, Engelbert supervisionou negociações importantes do acordo coletivo e o crescimento financeiro da WNBA. No entanto, fontes internas afirmam que, apesar dos avanços financeiros, ela não tem atendido às necessidades dos diversos envolvidos na liga. Um executivo afirmou que Engelbert acredita ter cumprido seu papel ao garantir a estabilidade financeira, mas que há outras questões importantes que não foram resolvidas.
Múltiplas fontes de alto escalão indicam que a temporada de 2026 pode ser a última de Engelbert como comissária. Em entrevista recente à ESPN, Engelbert evitou comentar seu futuro e destacou seu foco na execução da 30ª temporada da liga, afirmando estar otimista com o caminho da WNBA.
Fontes da liga também mencionam que Engelbert não conseguiu desenvolver relações sólidas com jogadores, proprietários e a alta gestão. Comentários de jogadores como Napheesa Collier não foram seguidos por mudanças significativas na liderança, segundo um proprietário.
Além disso, a abordagem e o estilo de liderança de Engelbert foram criticados, sendo descritos como pouco acessíveis, defensivos, condescendentes e desconectados da realidade da liga. A comunicação, transparência e sinergia entre a liga e as equipes continuam sendo desafios.
Outro ponto levantado é a falta de prioridade dada por Engelbert para construir uma relação próxima com Caitlin Clark, jogadora do Indiana Fever e uma das atletas mais influentes da WNBA, reconhecida por impulsionar a popularidade da liga.
A discussão sobre o futuro da liderança da WNBA ocorre em um momento crucial para a expansão e consolidação da liga no cenário esportivo internacional.
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Brianna Turner revela que Indiana Fever demitiu funcionário por assédio sexual
Brianna Turner, ex-jogadora do Indiana Fever e atualmente nas Las Vegas Aces, afirmou que um funcionário masculino foi demitido na última temporada por assédio sexual. A equipe incentivou as jogadoras a não comentarem sobre o caso.
Brianna Turner utilizou as redes sociais para informar que o Indiana Fever demitiu um funcionário masculino na última temporada devido a um caso de assédio sexual. Turner, que jogou pelo Fever na temporada passada e agora atua pelas Las Vegas Aces, também afirmou que as jogadoras foram orientadas a manter silêncio sobre o ocorrido.
Em resposta, o Indiana Fever divulgou uma nota oficial na quinta-feira, sem comentar diretamente as declarações de Turner. A equipe ressaltou que proteger jogadores e funcionários, mantendo um ambiente de trabalho respeitoso e profissional, é sua prioridade máxima. O Fever afirmou que leva as preocupações a sério, realiza investigações completas e age prontamente quando necessário, mas não comenta casos envolvendo ex-funcionários para preservar a confiança e a segurança no processo.
Turner fez seus comentários em meio a uma série de postagens em defesa de atletas transgêneros na WNBA. Ela destacou que, até o momento, houve apenas uma jogadora trans na liga, que não causou problemas, e que o verdadeiro problema foi o caso de assédio sexual envolvendo o funcionário do Fever, que foi mantido em sigilo.
Essas declarações surgiram após a ex-companheira de equipe de Turner, a armadora Sophie Cunningham, também expressar opiniões sobre a participação de atletas trans em esportes femininos, enfatizando a importância de proteger as jovens atletas e os espaços femininos nos esportes.
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Sarah Ashlee Barker se lesiona e é retirada de quadra em derrota do Portland Fire para Dallas Wings
A armadora do Portland Fire, Sarah Ashlee Barker, sofreu uma lesão na perna esquerda e precisou ser ajudada a sair de quadra durante o jogo contra o Dallas Wings. O Fire perdeu por 101 a 97 no Moda Center.
Durante o primeiro quarto da partida entre Portland Fire e Dallas Wings, realizada no Moda Center, Sarah Ashlee Barker sofreu uma queda ao sair de quadra após fazer uma assistência para um arremesso de três pontos de Frieda Buhner. A armadora do Fire lesionou a perna esquerda e precisou ser ajudada para deixar a quadra, sendo encaminhada ao vestiário e não retornando ao jogo.
Antes da lesão, Barker havia marcado seu único ponto e distribuído duas assistências em pouco mais de quatro minutos de jogo. A jogadora, ex-Alabama, estava com médias de 11 pontos, 4,6 rebotes e 2,4 assistências na temporada.
O Portland Fire acabou derrotado pelo Dallas Wings por 101 a 97, em confronto válido pela WNBA.
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Caitlin Clark do Indiana Fever recebe 7ª técnica e está a uma de suspensão automática
A armadora Caitlin Clark do Indiana Fever recebeu sua sétima técnica da temporada durante a vitória por 123 a 88 sobre o Connecticut Sun, ficando a uma de ser suspensa automaticamente por um jogo.
Caitlin Clark, do Indiana Fever, recebeu sua sétima técnica da temporada durante a vitória por 123 a 88 contra o Connecticut Sun. Com isso, Clark está a apenas uma técnica de ser suspensa automaticamente por um jogo, conforme as regras da WNBA.
Clark e Angel Reese, do Atlanta Dream, lideram a liga em técnicas nesta temporada, com sete cada. Ao todo, Clark acumula 15 técnicas em sua carreira, a segunda maior marca nos primeiros três anos de uma jogadora na história da liga, atrás apenas das 19 de Reese, segundo dados do Elias Sports Bureau.
O incidente ocorreu no final do terceiro quarto, quando Clark, defendida por Saniya Rivers, do Connecticut Sun, sofreu uma falta de alcance. Após o lance, Clark e Rivers trocaram palavras, o que resultou em técnicas para ambas as jogadoras.
Clark terminou a partida com 27 pontos e 11 assistências em 27 minutos. Questionada sobre a possibilidade de uma suspensão, ela afirmou que não pretende mudar seu estilo de jogo e que continuará controlando suas emoções para manter sua intensidade sem prejudicar a equipe.
A técnica do Fever, Stephanie White, também comentou que não há planos para que Clark jogue de forma mais cautelosa para evitar técnicas, ressaltando que a jogadora deve escolher quando se envolver em situações que possam resultar em penalidades, e que a equipe tentará ajudá-la quando possível.
Com a vitória, o Indiana Fever melhorou seu retrospecto para 17 vitórias e 10 derrotas, ocupando a quinta posição na tabela da WNBA. O time inicia uma sequência de três jogos fora de casa em Seattle na próxima terça-feira.
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Napheesa Collier retorna com 24 pontos e 10 rebotes na vitória do Minnesota Lynx sobre o Seattle Storm
Napheesa Collier fez sua estreia na temporada com 24 pontos e 10 rebotes em 22 minutos, ajudando o Minnesota Lynx a vencer o Seattle Storm por 86 a 76 na Climate Pledge Arena.
Napheesa Collier voltou às quadras na quarta-feira após cirurgia em ambos os tornozelos durante a offseason, contribuindo com 24 pontos e 10 rebotes em apenas 22 minutos na vitória do Minnesota Lynx sobre o Seattle Storm por 86 a 76.
Foi a quarta vez que Collier marcou pelo menos 20 pontos em sua estreia na temporada e a segunda vez que teve um duplo-duplo com 20 pontos ou mais no primeiro jogo do ano, feito que só Sylvia Fowles havia alcançado em 2017.
Antes da partida, o técnico Cheryl Reeve conversou com Collier para ajustar as expectativas, ressaltando que a reintegração ao jogo após a longa recuperação seria gradual. Collier compreendeu e focou em objetivos mais realistas, como impactar na defesa.
No início do jogo, Collier teve um desempenho discreto, acertando apenas 1 de 7 arremessos no primeiro quarto. No entanto, encontrou seu ritmo no segundo quarto, com 11 pontos em 11 minutos, mostrando que estava recuperando a forma.
Ela jogou com restrição de minutos, entrando em quadra em curtos períodos para facilitar a adaptação. Reeve destacou que o retorno de Collier é um passo importante na evolução de sua recuperação, mas que ainda há etapas a serem cumpridas para que ela alcance seu melhor nível.
O Minnesota Lynx lidera a WNBA com campanha de 22 vitórias e 6 derrotas antes da pausa para o All-Star. Sem Collier, a equipe contou com a boa atuação da novata Olivia Miles e da veterana Kayla McBride, que marcou 20 pontos na oitava partida consecutiva com 20 ou mais pontos.
Collier elogiou o desempenho das companheiras e afirmou que a equipe nunca deve ser subestimada, destacando o trabalho duro e a química construída durante sua ausência.
O Lynx retorna às quadras na próxima terça-feira, dando a Collier cinco dias para descanso e recuperação antes do próximo compromisso.
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WNBA e sindicato discutem abuso racista e mensagens ofensivas nas redes sociais
A WNBA e a associação de jogadoras realizaram uma videoconferência para tratar de mensagens racistas, odiosas e abusivas direcionadas às atletas. A liga reforçou seu compromisso em combater o assédio nas redes sociais e melhorar a segurança das jogadoras.
A WNBA e a Associação das Jogadoras (WNBPA) promoveram uma videoconferência na terça-feira para discutir diversos assuntos, com foco especial nas recentes mensagens racistas, odiosas e abusivas direcionadas às atletas, conforme comunicado conjunto divulgado na quarta-feira.
O combate ao alto nível de abuso contra as jogadoras tem sido uma prioridade da liga nos últimos anos, incluindo a plataforma "No Space for Hate" lançada na temporada passada. Essa iniciativa inclui o uso de tecnologia de inteligência artificial para monitorar e proteger as atletas contra o assédio nas redes sociais.
No comunicado, a WNBA e a WNBPA destacaram que a conversa reforçou a importância de abordar os problemas de forma precoce, por meio de comunicação proativa e do fortalecimento da relação entre liga e sindicato. A liga se comprometeu a continuar aprimorando os recursos de segurança e a colaborar com a associação para buscar parcerias com organizações que compartilhem os valores da WNBA.
A discussão marcou o início de um diálogo contínuo, com ambas as partes unidas no compromisso de avançar nesse trabalho.
Diversos incidentes de destaque ocorreram na primeira metade da temporada. Na semana passada, a armadora do Las Vegas Aces, Chelsea Gray, compartilhou um print de uma mensagem com um termo racial ofensivo que recebeu após a derrota do time para o Indiana Fever em 12 de julho. Gray criticou a atitude dos ofensores e a sugestão de que as atletas deveriam "calar a boca e jogar basquete".
Duas semanas antes, a ala do Phoenix Mercury, Alyssa Thomas, relatou ter recebido ameaças de morte e insultos raciais após ser suspensa por um jogo por contato com o pescoço da jogadora Caitlin Clark, em partida contra o Fever em 24 de junho. Thomas expressou preocupação com a segurança das atletas dentro e fora das quadras, denunciando vazamento de endereços e imagens ofensivas.
Outro episódio envolveu a técnica do Toronto Tempo, Sandy Brondello, que foi suspensa por um jogo após fazer um comentário considerado inapropriado em referência à ala do Atlanta Dream, Angel Reese. Brondello usou a expressão "espécie protegida", comum na Austrália, mas que nos Estados Unidos tem conotações depreciativas relacionadas a pessoas negras. A técnica pediu desculpas publicamente e contatou a jogadora e o gerente geral do Dream. Reese aceitou o pedido e agradeceu a ação da liga, ressaltando que não há espaço para discriminação ou ódio na WNBA, seja de fãs, técnicos ou jogadoras, e que deseja focar no basquete.
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Napheesa Collier retorna aos Lynx com restrição de minutos após cirurgias nos tornozelos
Napheesa Collier fará sua estreia na temporada pelo Minnesota Lynx contra o Seattle Storm, mas com limitação de tempo em quadra devido a cirurgias em ambos os tornozelos realizadas no último ano.
Napheesa Collier, estrela do Minnesota Lynx, fará sua estreia na temporada na partida contra o Seattle Storm, após passar por cirurgias nos dois tornozelos durante a offseason. A jogadora passou por cirurgia no tornozelo direito no dia 1º de janeiro e no esquerdo em março, após lesões sofridas na temporada anterior.
Collier foi inicialmente afastada por um período estimado entre quatro a seis meses. Ela retornou aos treinos com o time no dia 1º de julho e vem aumentando gradualmente sua preparação física desde então. A técnica Cheryl Reeve confirmou que Collier estará em quadra, mas com uma restrição de minutos para preservar sua condição física.
"Este é o próximo passo no processo dela, não é um retorno total. Estamos sendo cuidadosos. Este é um passo incrível, mas ainda temos alguns passos antes de vermos a Collier que conhecemos", afirmou Reeve.
A jogadora, cinco vezes All-Star, foi uma das candidatas ao prêmio de MVP da liga na temporada passada antes de sofrer uma lesão no tornozelo direito em agosto, que a afastou por três semanas. Ela não atua desde que rompeu três ligamentos no tornozelo esquerdo durante o Jogo 3 das semifinais da WNBA em setembro.
Na última temporada, Collier teve médias de 22,9 pontos, 7,3 rebotes, 3,2 assistências, 1,6 roubos de bola e 1,5 bloqueios por jogo, além de ter alcançado um feito histórico ao se tornar a segunda jogadora na história da liga a atingir 50% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 40% nas bolas de três pontos e 90% nos lances livres em uma única temporada.
Reeve destacou a importância da presença de Collier para o time: "Ter uma jogadora tão talentosa e instintiva como ela atrai mais atenção dos adversários, o que facilita a vida dos demais. O basquete fica mais simples porque ela joga de forma simples. Haverá um momento para eu cobrar que ela atue como a melhor jogadora em quadra, mas esse não é o momento agora."
O retorno de Collier ocorre antes da pausa para o All-Star Game, e o Lynx não joga novamente até 28 de julho. A comissão técnica e a jogadora consideraram este o momento ideal para seu retorno e para avaliar como seu corpo responderá após o jogo.
Mesmo sem Collier, o Minnesota Lynx tem surpreendido na temporada, liderando a tabela com 21 vitórias e 6 derrotas, em grande parte graças ao desempenho da novata Olivia Miles.

