
Allisha Gray diz que ainda não está 100% antes do Jogo 4 das Finais da WNBA
A ala do Atlanta Dream afirmou que está se sentindo bem, mas segue limitada por uma lesão na mão esquerda. Gray voltou às quadras no primeiro jogo das Finais contra o Golden State Valkyries, após perder a maior parte da série semifinal contra o New York Liberty.
Allisha Gray treinou com o Atlanta Dream na sexta-feira usando uma bolsa de gelo na mão esquerda. Depois, colocou uma órtese preta com fecho de velcro, que disse usar sempre que não está participando de atividades de basquete.
A jogadora afirmou à ESPN que não tem parafusos na mão. As duas cicatrizes são resultado de um procedimento que descreveu como menor, realizado após a lesão sofrida no Jogo 1 da semifinal contra o New York Liberty. Gray não deu mais detalhes sobre o procedimento.
“Estou me sentindo bem, mas não estou 100%”, disse Gray na sexta-feira.
Por causa da lesão, ela perdeu a maior parte da série contra o Liberty e retornou no Jogo 1 das Finais da WNBA, diante do Golden State Valkyries. O Dream perdeu aquela partida por 68 a 64.
Nos três primeiros jogos das Finais, Gray teve médias de 15 pontos, 4,3 rebotes e 3 assistências. Ela converteu 28,9% dos arremessos de quadra e 22,2% das tentativas de três pontos.
Gray disse que tenta ser compreensiva consigo mesma enquanto joga com a lesão. “Estou literalmente jogando com oito dedos”, afirmou. Ela acrescentou que não está na sua condição habitual para acertar arremessos, mas procura contribuir de outras maneiras e evitar ser excessivamente crítica consigo mesma.
Antes do Jogo 1, Gray havia dito que os dedos lesionados não afetavam demais a mecânica de seu arremesso e que não estava pensando em excesso no contato físico. No Jogo 3, deixou a quadra brevemente após Gabby Williams tocar sua mão esquerda, mas voltou alguns minutos depois.
O Atlanta Dream detém atualmente vantagem de 2 a 1 na série. O Jogo 4 está marcado para sábado, na State Farm Arena.
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Fever demite Amber Cox e se prepara para mudanças na diretoria
A presidente Kelly Krauskopf deixará o cargo após quase três décadas na Pacers Sports & Entertainment, e a gerente-geral e diretora de operações Amber Cox foi demitida. A expectativa é que Stephanie White continue como técnica do Indiana Fever.
O Indiana Fever terá mudanças importantes em sua diretoria após a saída de Kelly Krauskopf e a demissão de Amber Cox. Krauskopf deixará a presidência da equipe depois de quase três décadas na Pacers Sports & Entertainment. Horas após a notícia de sua saída, a organização anunciou a demissão de Cox, que ocupava os cargos de gerente-geral e diretora de operações.
A expectativa é que Stephanie White permaneça como técnica, segundo fontes ouvidas pela ESPN. Ainda não há um sucessor definido para Cox ou Krauskopf, e a escolha caberá à liderança da Pacers Sports & Entertainment e aos proprietários do Fever.
A reformulação ocorre após uma temporada em que Indiana foi eliminado na primeira rodada dos playoffs pelo Las Vegas Aces, tricampeão da WNBA. Na temporada anterior, o Fever ficou a cinco minutos de avançar às finais. A equipe não joga há mais de três semanas, mas as mudanças na diretoria ocorreram durante as finais da liga.
Pressão por resultados e futuro de Caitlin Clark
Caitlin Clark ainda está em seu contrato de caloura e pode se tornar elegível à extensão EPIC, mecanismo incluído no acordo coletivo mais recente que permite renegociar o quarto ano do contrato e assinar uma extensão de três temporadas. Caso não assine a extensão, Clark poderá ser agente livre restrita em 2028. Manter a armadora em Indiana é apontado como prioridade para a franquia.
Kelsey Mitchell, que estabeleceu o recorde de pontos em uma temporada da WNBA em 2026, será agente livre irrestrita. Depois de passar toda a carreira em Indianapolis, ela afirmou que vai considerar suas opções. A eliminação na primeira rodada ficou abaixo das expectativas da equipe.
A nova diretoria também terá de lidar com a atenção em torno de Clark e com as críticas ao comportamento de parte da torcida. Mitchell reconheceu, nas entrevistas de encerramento da temporada, que a atenção adicional — inclusive negativa — cria desafios para quem joga ao lado de Clark. Cox, por sua vez, afirmou que as representações negativas dos torcedores do Fever não tinham fundamento; a ex-jogadora Brianna Turner contestou a declaração nas redes sociais.
Turner escreveu que atletas dentro e fora da organização haviam reclamado repetidamente da torcida, embora tenha ressalvado que isso não se aplicava a todos os fãs de Indianapolis. Alyssa Thomas, então jogadora do Connecticut Sun, também relatou ter recebido comentários racistas de torcedores do Fever nas redes sociais e afirmou que esse tipo de ataque era inaceitável.
A próxima presidência e o novo gerente-geral terão de responder às críticas e administrar a imagem da torcida. A franquia também conta com fatores que podem ajudar na atração de agentes livres: Clark é uma das principais figuras de marketing da liga, a equipe deverá abrir uma nova instalação de treinos próxima ao Gainbridge Fieldhouse, e Indianapolis tem custo de vida relativamente acessível em comparação com outras grandes cidades dos Estados Unidos.
Necessidades do elenco e busca por um gerente-geral
Entre as prioridades para a agência livre estão reforçar o garrafão ao lado de Aliyah Boston, acrescentar arremessos de três pontos e contratar uma ala com capacidade defensiva. Monique Billings foi trazida para atuar com Boston, mas Makayla Timpson acabou assumindo a vaga. Timpson tem atributos atléticos, mas limitações no ataque.
O Fever liderou a liga em aproveitamento de três pontos, mas Clark e Mitchell concentraram boa parte da produção. Uma ala capaz de arremessar e defender poderia ampliar o espaçamento ofensivo e reduzir a pressão sobre as duas. A defesa de perímetro também foi apontada como um problema ao longo da temporada.
Não há um nome definido para substituir Cox. Uma possibilidade mencionada é Clare Duwelius, ex-gerente-geral do Minnesota Lynx e atual vice-presidente executiva e gerente-geral da Unrivaled. Natural de Iowa, ela estudou na mesma escola de Clark e trabalhou com Cheryl Reeve no Lynx.
A franquia também pode considerar executivos em ascensão, como Brooklyn Cartwright, do Atlanta Dream; Jasmine Thomas, do Dallas Wings; e Fleur McIntyre, do Phoenix Mercury. Outra opção seria buscar profissionais na NBA, caminho seguido por Ariana Andonian, nova gerente-geral do Los Angeles Sparks.
A escolha terá de considerar a possibilidade de White continuar no comando. Nesse cenário, os novos dirigentes precisariam aceitar a permanência da técnica, em vez de trazer imediatamente alguém de sua preferência. A liderança do Fever também terá de decidir se busca um profissional com experiência como gerente-geral na WNBA ou se opta por um perfil diferente.
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Mark Walter avalia vender o Los Angeles Sparks por US$ 700 milhões, diz reportagem
O proprietário do Sparks estaria buscando vender a franquia e seu centro de treinamento, ainda fechado, por US$ 700 milhões. O valor superaria o recorde de venda de uma equipe da WNBA, mesmo sem incluir o custo da instalação.
Mark Walter estaria buscando vender o Los Angeles Sparks por US$ 700 milhões, incluindo o centro de treinamento da equipe, que ainda não foi inaugurado. A instalação custou US$ 150 milhões e tem abertura prevista para 2027. Walter comprou o Sparks, uma das franquias originais da WNBA, por cerca de US$ 10 milhões em 2014.
Caso a negociação alcance o valor pretendido, a venda superaria o recorde da liga mesmo se o custo do centro de treinamento fosse descontado. O atual recorde foi estabelecido neste ano, quando Tilman Fertitta comprou o Connecticut Sun por US$ 300 milhões. O plano é transferir a equipe para Houston e reativar o Comets em 2027.
Josh Kushner e Bob Iger, que compraram o Los Angeles Lakers de Walter neste ano, não teriam interesse em adquirir o Sparks. A venda do Lakers foi fechada por US$ 12,5 bilhões, após Walter ter comprado a franquia por US$ 10 bilhões pouco mais de um ano antes.
O Sparks terminou a temporada com campanha de 16 vitórias e 28 derrotas e ficou fora dos playoffs pela sexta temporada consecutiva. A sequência é a maior da história da franquia e também a mais longa em andamento na WNBA. A equipe passou por mudanças, enquanto Johns e Andonian trabalham para reformular a comissão técnica e o elenco.
Walter também vendeu sua participação no Chelsea FC para a Clearlake Capital e afirmou que o Los Angeles Dodgers não está à venda. Ele ainda é proprietário de toda a Professional Women's Hockey League e da equipe Cadillac na F1.
A possível venda do Sparks ocorre enquanto Walter e a Guggenheim Partners, empresa de gestão de investimentos e patrimônio da qual ele é CEO, são alvo de uma investigação do FBI e da Securities and Exchange Commission. A apuração também envolve duas seguradoras de Walter, a Delaware Life Insurance Co. e a Clear Spring Life and Annuity Co.
Promotores federais em Manhattan começaram a examinar, no ano passado, a área de gestão de recursos da Guggenheim, que administra US$ 362 bilhões. A investigação apura se Walter e a empresa divulgaram adequadamente bilhões de dólares em empréstimos. De acordo com informações citadas pelo Wall Street Journal, as autoridades analisam cerca de US$ 16 bilhões em empréstimos concedidos a empresas ligadas a Walter ou à TWG Global e posteriormente registrados nos balanços de seguradoras que ele possui.
A investigação começou após uma denúncia interna e busca determinar se as operações configuraram fraude. Transações entre partes relacionadas precisam ser informadas aos reguladores de seguros. Em documentos recentes, as seguradoras disseram ter revisado suas operações após receber intimações e identificado problemas na apresentação de certas transações.
Em declaração ao Wall Street Journal, um porta-voz da TWG afirmou que Walter e a empresa sempre agiram de boa-fé e que as transações não foram diferentes de outras operações. A Bloomberg também informou que a TWG tem buscado levantar recursos para reduzir ou reestruturar empréstimos vinculados às seguradoras.
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Kelly Krauskopf deixa presidência do Indiana Fever após segunda passagem pela equipe
Kelly Krauskopf deixou o cargo de presidente do Indiana Fever, anunciou a equipe. Ela informou a decisão antes do fim da temporada e afirmou que foi uma honra ajudar a construir e conduzir a franquia.
Kelly Krauskopf deixou a presidência do Indiana Fever após sua segunda passagem pela equipe. A franquia anunciou a saída na sexta-feira, 23 de outubro de 2026. Krauskopf disse que comunicou sua decisão antes do fim da temporada.
Em declaração, ela agradeceu ao proprietário Herb Simon pela confiança e pelas oportunidades vividas na organização. Krauskopf também afirmou que o Fever está preparado para um futuro promissor e que se orgulha de ter ajudado a estabelecer as bases para o crescimento e o sucesso da equipe.
Krauskopf foi contratada como presidente e gerente-geral antes da temporada inaugural da franquia, em 2000. Durante sua gestão, o Fever chegou aos playoffs por 12 anos consecutivos, disputou três finais da WNBA e conquistou o título em 2012.
Em 2018, ela passou a trabalhar no Indiana Pacers como gerente-geral assistente. Com isso, tornou-se a primeira mulher na história da NBA a ocupar uma função executiva de gestão de basquete.
Krauskopf voltou ao Fever em 2024, como presidente de operações de basquete e negócios. Simon afirmou que ela ajudou a construir a franquia, conquistou um campeonato e retornou quando a equipe precisou dela. Ele também destacou sua contribuição para o crescimento do basquete feminino em Indianápolis e disse ser grato pelo trabalho realizado por ela.
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Angel Reese usa Chanel na chegada ao Jogo 3 das Finais da WNBA
Angel Reese chamou atenção na chegada ao Jogo 3 das Finais da WNBA com um visual da Chanel. Gabby Williams, do Golden State Valkyries, também destacou sua roupa antes da partida contra o Atlanta Dream.
A chegada das jogadoras ao Jogo 3 das Finais da WNBA teve Angel Reese como destaque. A atleta do Atlanta Dream vestiu uma blusa e um cinto da Chanel, combinados com uma saia preta de couro.
Do lado do Golden State Valkyries, Gabby Williams chegou com uma blusa estampada com a frase Everyone Watches Women's Sports e carregava uma bolsa esportiva Jordan.
A série mudou para Atlanta depois de os dois primeiros jogos serem disputados no Chase Center. As equipes disputam o primeiro título da WNBA de suas respectivas franquias.
Williams também demonstrou apoio ao San Francisco 49ers, que enfrentava o Washington Commanders nas proximidades em uma partida de Monday Night Football. Ela chegou usando uma camisa de Deebo Samuel Sr. e óculos escuros.
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Valkyries têm quatro ex-jogadoras de UConn, mas perdem o Jogo 3 das Finais para o Dream
A influência de UConn está presente em Golden State por meio de Gabby Williams, Tiffany Hayes, Kiah Stokes e Kaitlyn Chen. No Jogo 3 das Finais da WNBA, porém, o Atlanta Dream venceu por 97 a 71 e abriu vantagem de 2 a 1 na série.
A conexão com UConn é uma das marcas do Golden State Valkyries nas Finais da WNBA. Gabby Williams, Tiffany Hayes, Kiah Stokes e Kaitlyn Chen conquistaram títulos nacionais pela universidade e chegaram à equipe por trajetórias diferentes, mas compartilham ensinamentos associados ao programa.
O Atlanta Dream venceu o Jogo 3 por 97 a 71, na State Farm Arena, em 21 de outubro de 2026, e passou a liderar a série melhor de sete por 2 a 1. A vitória veio depois de o Golden State abrir a decisão com triunfo por 68 a 64. O Dream também havia vencido o segundo jogo, por 79 a 65.
Nos dois jogos vencidos por Atlanta, o Dream transformou 36 turnovers do Valkyries em 46 pontos. Reduzir os erros foi apontado como uma necessidade para Golden State tentar igualar a série no Jogo 4.
A influência de UConn
Williams, Hayes e Stokes fizeram parte de equipes campeãs de UConn. Chen conquistou o título universitário de 2025, após transferir-se de Princeton para a universidade em sua última temporada. O técnico Geno Auriemma afirmou que, se as quatro não estivessem na equipe, o Valkyries não estaria onde está hoje.
A equipe de Golden State foi criada como franquia de expansão em 2025, enquanto Auriemma se preparava para sua 42ª temporada à frente de UConn. Sob o comando de Natalie Nakase, o Valkyries desenvolveu uma identidade defensiva que ajudou o time a superar o Dallas Wings na primeira rodada e a varrer o Las Vegas Aces nas semifinais.
A defesa também foi importante na vitória do primeiro jogo das Finais. Nos jogos seguintes, porém, o Dream conseguiu explorar os turnovers de Golden State. Após a derrota no terceiro confronto, Williams reuniu as companheiras e falou com intensidade, em uma tentativa de mobilizar o grupo.
Nakase afirmou que a equipe aceita a paixão e a emoção em quadra. Stokes, por sua vez, brincou que nem todas as jogadoras demonstram os sentimentos da mesma maneira.
Hayes e Stokes
Hayes, de 37 anos, é a mais velha entre as ex-jogadoras de UConn do Valkyries. Ela conquistou títulos universitários em 2009 e 2010 e foi selecionada pelo Dream em 2012. Passou suas primeiras dez temporadas profissionais em Atlanta, antes de ser negociada com o Connecticut Sun em 2023.
Hayes anunciou a aposentadoria no fim daquele ano, mas voltou a jogar. Atuou pelo Las Vegas em 2024 e, nas duas temporadas seguintes, juntou-se a Nakase em Golden State. Ela busca seu primeiro título da WNBA contra a franquia pela qual passou a maior parte da carreira profissional.
A armadora atribuiu a UConn ensinamentos como aceitar críticas construtivas e manter uma atitude positiva. Segundo Hayes, as exigências de Auriemma durante sua passagem pela universidade também fizeram parte de seu crescimento como jogadora.
Stokes conquistou três títulos da WNBA com o Aces e assinou com o Valkyries como agente livre nesta temporada, assim como Williams, que antes defendia o Seattle Storm. As duas foram companheiras em UConn em 2014-15: Stokes era veterana e Williams, caloura, na equipe que terminou a temporada com campanha de 38 vitórias e uma derrota e conquistou o título nacional.
Especialista defensiva, Stokes teve médias de 5,8 rebotes e 1,7 toco na temporada regular. Nos playoffs, seus números subiram para 9,6 rebotes e 2,6 tocos. Ela disse que aprendeu em UConn a jogar apesar das adversidades e que os treinos exigentes de Auriemma faziam as partidas parecerem mais fáceis.
Williams liderou o Valkyries em pontuação, com médias de 14,4 pontos na temporada regular e 21,2 nos playoffs. Ela também destacou o trabalho de Stokes em ações menos visíveis, como bloqueios e passes, e associou a cultura de UConn à prioridade dada ao coletivo e às vitórias, em vez de conquistas individuais.
Chen encontrou espaço no Valkyries
Chen passou três temporadas em Princeton, sob o comando de Carla Berube, ex-jogadora de UConn, e transferiu-se para a universidade em seu último ano. Em 2025, foi campeã nacional ao lado das armadoras Paige Bueckers e Azzi Fudd, que depois foram escolhidas na primeira posição do draft da WNBA.
O Valkyries selecionou Chen na 30ª escolha do draft de 2025, levando a jogadora californiana de volta ao estado natal. Ela está em sua segunda temporada na WNBA e participou de todos os jogos em 2026, com médias de 7,2 pontos na temporada regular e 5,7 nos playoffs.
Chen afirmou que o sistema de UConn valorizava a defesa e o controle da bola no ataque, características que considera semelhantes às do Valkyries. Nakase disse que a armadora não se deixa abalar por quem duvida dela e que seu objetivo é ser a melhor.
Renee Montgomery, outra ex-jogadora de UConn, é coproprietária e executiva do Dream. Em quadra, as quatro ex-Huskies do Valkyries seguem representando a universidade nas Finais, enquanto Golden State tenta reagir na série.
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Enes Kanter Freedom afirma que foi impedido de assistir ao Jogo 3 das Finais da WNBA
O ex-jogador da NBA disse que foi barrado após recusar uma suíte privada oferecida pelo Atlanta Dream e pela State Farm Arena por motivos de segurança. A arena afirmou que a acomodação foi indicada para atender às preocupações dele.
Enes Kanter Freedom afirmou que foi impedido de assistir ao Jogo 3 das Finais da WNBA entre Atlanta Dream e Golden State Valkyries, disputado na quarta-feira. Antes da partida, ele recusou uma suíte privada oferecida pelo Dream e pela State Farm Arena após manifestar preocupação com a própria segurança.
Em comunicado divulgado antes do jogo, a State Farm Arena informou que Freedom havia contatado autoridades federais, estaduais e locais, além da WNBA, do Dream e da administração da arena, para expressar suas preocupações. A arena declarou que a segurança dos torcedores e dos funcionários era sua prioridade.
Após consultas com a WNBA, a direção do Dream, a administração da arena e responsáveis pela segurança, Freedom foi orientado a acompanhar a partida de uma suíte privada. O espaço teria segurança adicional e seria o local designado para ele durante o jogo. A polícia estadual também designou um agente para acompanhá-lo, a pedido dele.
Em um vídeo publicado nas redes sociais antes do início da partida, Freedom afirmou que a segurança da arena estava impedindo o grupo de ocupar os assentos comprados. Um representante de relações públicas da State Farm Arena disse à ESPN que a suíte foi oferecida por segurança e que Freedom a recusou.
Depois, Freedom escreveu nas redes sociais que havia sido retirado de um jogo da WNBA pela segunda vez consecutiva por apoiar mulheres.
Freedom atuou na NBA entre 2011 e 2022. Nos últimos meses, ele tem afirmado que poderia ser elegível para o Draft da WNBA de 2027, assim como o também ex-jogador da NBA Royce White, e se envolvido nas discussões sobre atletas transgêneros. Os dois afirmam se identificar como mulheres.
Em agosto, Freedom foi expulso de uma partida entre Chicago Sky e Indiana Fever após uma discussão verbal com Natasha Cloud, armadora do Sky. A direção do Chicago Sky o baniu por tempo indeterminado da Wintrust Arena, mas a WNBA não impôs uma proibição válida para toda a liga.
No início da semana, a comissária da WNBA, Cathy Engelbert, respondeu por carta a uma consulta do deputado federal Marlin A. Stutzman, de Indiana, e de outros parlamentares sobre os critérios de elegibilidade da liga. Engelbert escreveu que apenas mulheres podem jogar na WNBA e que as duas pessoas citadas na carta, Freedom e White, são homens.

