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Erro em classificação da IndyCar adia superlicença de Colton Herta na F1

Erro em classificação da IndyCar adia superlicença de Colton Herta na F1

Colton Herta chegou ao GP da Cidade do México acreditando que precisava de uma sessão de treinos para completar os pontos da superlicença, mas tinha um ponto a menos do que o esperado. O piloto poderá alcançar a marca necessária no treino livre do GP de São Paulo.

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Colton Herta terá de esperar mais uma semana para atingir os 40 pontos exigidos para obter a superlicença da FIA e poder correr pela Cadillac na Fórmula 1. A equipe e o piloto chegaram ao GP da Cidade do México acreditando que ele tinha 39 pontos e que sua participação no primeiro treino livre bastaria para completar a pontuação. Na realidade, Herta tinha 38.

O piloto precisa completar 100 quilômetros em um treino livre para somar o ponto restante. A próxima oportunidade será no primeiro treino livre do GP de São Paulo, na próxima sexta-feira. Caso não consiga completar a distância, a Cadillac ainda poderá colocá-lo em uma sessão de treino livre em uma das três etapas finais da temporada.

A confusão teve origem em uma informação incorreta no site oficial da IndyCar sobre a classificação do campeonato de 2025. Quando a Cadillac consultou a FIA, em junho, Herta aparecia em sexto lugar, à frente de Felix Rosenqvist. A posição correta era a sétima.

Os dois terminaram empatados com 372 pontos, mas Rosenqvist ficou em sexto pelo critério de desempate: seu melhor resultado foi um segundo lugar, enquanto o melhor resultado de Herta foi um terceiro. A FIA voltou a consultar o site da IndyCar nesta semana e encontrou a classificação corrigida.

Um porta-voz da IndyCar afirmou que houve uma anomalia na exibição do banco de dados do site, identificada nesta semana. Segundo a entidade, a página agora apresenta a classificação oficial, publicada em 31 de agosto de 2025. Os documentos de encerramento da temporada, disponibilizados à imprensa e às entidades pertinentes, já indicavam Herta em sétimo lugar, mas não foram consultados pela FIA.

Herta começou a temporada com 35 pontos, calculados com base em suas posições finais nas três temporadas anteriores da IndyCar: décimo em 2023, segundo em 2024 e sétimo em 2025. A Cadillac esperava que ele também somasse pontos disputando a Fórmula 2 neste ano, mas o piloto não pode mais terminar entre os dez primeiros, posições que concedem pontos para a superlicença.

Com isso, a equipe passou a buscar os pontos restantes por meio de participações em treinos livres da F1. Herta já havia acumulado três pontos em sessões em Barcelona, Budapeste e Austin. A participação em Monza, em setembro, não durou o suficiente para ser contabilizada. A Cadillac acreditava que faltava apenas um ponto, quando ainda eram necessários dois.

Após o treino de sexta-feira na Cidade do México, Herta disse que esperava obter a superlicença com sua participação na etapa e que estava concentrado em pilotar. Ele também afirmou que a questão dos pontos tem acompanhado sua carreira há vários anos.

A Cadillac mantém os planos de promover o piloto, que foi contratado por Dan Towriss, presidente do grupo TWG Motorsport, proprietário da equipe. Herta está cotado para substituir Valtteri Bottas na próxima temporada, desde que consiga os pontos exigidos até o fim de 2026.

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Leclerc lidera segundo treino do GP da Cidade do México; Hamilton para na pista

Leclerc lidera segundo treino do GP da Cidade do México; Hamilton para na pista

Charles Leclerc foi o mais rápido no segundo treino livre do GP da Cidade do México e fechou a sexta-feira no topo das duas sessões. Lando Norris ficou em segundo, a 0s103, enquanto Lewis Hamilton parou com sua Ferrari durante a atividade.

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Leclerc liderou o segundo treino livre no Autódromo Hermanos Rodríguez, à frente de Norris, da McLaren. George Russell terminou em terceiro após voltar ao Mercedes, que havia sido pilotado pelo novato Frederik Vesti na primeira sessão. Kimi Antonelli, companheiro de Russell, ficou em quarto, duas décimas atrás de Leclerc, e Max Verstappen completou os cinco primeiros.

Antonelli pode garantir o título de pilotos neste fim de semana. Para isso, precisa terminar a corrida de domingo em nono lugar ou melhor; se alcançar o objetivo, será o piloto mais jovem a conquistar o campeonato.

A participação de Hamilton no treino terminou pouco antes da metade da sessão, quando sua Ferrari parou na reta dos boxes. Pelo rádio da equipe, o heptacampeão disse que havia perdido toda a potência. Ele deixou o carro e voltou ao paddock na garupa de uma moto.

Verstappen e Liam Lawson também se envolveram em um incidente na seção do estádio. Verstappen tentou passar por dentro na curva 12, e Lawson reagiu na curva 14; os carros se tocaram, e o piloto da Red Bull precisou sair da pista. Lawson afirmou pelo rádio que Verstappen havia batido nele. Os dois foram chamados pelos comissários, e a sessão teve uma breve bandeira vermelha por causa dos danos.

Sergio Pérez, que enfrentou problemas de saúde na sexta-feira, foi à pista diante dos torcedores locais e terminou o dia em 18º pela Cadillac. Depois do treino, foi dispensado dos compromissos com a imprensa.

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Leclerc lidera primeiro treino do GP da Cidade do México; Antonelli fica em segundo

Leclerc lidera primeiro treino do GP da Cidade do México; Antonelli fica em segundo

Charles Leclerc foi o mais rápido na primeira sessão de treinos livres do GP da Cidade do México. Kimi Antonelli terminou em segundo, 0s659 atrás do piloto da Ferrari.

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Charles Leclerc liderou a primeira sessão de treinos livres do GP da Cidade do México. O piloto da Ferrari ficou 0s659 à frente de Kimi Antonelli, líder do campeonato, em um fim de semana no qual o italiano pode conquistar o título para a Mercedes.

Frederik Vesti, piloto reserva da Mercedes, substituiu George Russell na sessão e terminou em terceiro, cerca de sete décimos atrás de Leclerc. Lewis Hamilton, companheiro de equipe de Leclerc na Ferrari, ficou em quarto.

Ayumu Iwasa completou os cinco primeiros. O piloto substituiu Max Verstappen na Red Bull durante o treino.

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Alonso mantém críticas ao nível de pilotos na parte de trás do grid da F1

Alonso mantém críticas ao nível de pilotos na parte de trás do grid da F1

Fernando Alonso reiterou que considera baixo o nível de pilotagem entre alguns pilotos do fim do grid, após a colisão com Alex Albon no GP dos Estados Unidos. Albon contestou a avaliação, enquanto Pierre Gasly destacou a força atual do grid.

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Fernando Alonso manteve as críticas ao nível de pilotagem de alguns competidores da parte de trás do grid da Fórmula 1. O piloto da Aston Martin havia feito os comentários após uma colisão com Alex Albon, da Williams, no Grande Prêmio dos Estados Unidos e voltou ao tema durante compromissos com a imprensa antes da corrida na Cidade do México.

Alonso afirmou que vê um nível de pilotagem muito baixo e falta de talento entre alguns pilotos. Ele citou erros repetidos ao longo da temporada e acidentes na primeira volta como motivos para sua avaliação. Também disse que, se fosse chefe de equipe, não ficaria satisfeito com esse tipo de desempenho.

Questionado sobre a quantidade de pilotos a que se referia, Alonso afirmou que não tinha um número específico em mente. Ele disse que não sabia se a crítica se aplicava a um terço do grid e que não pretendia apontar sete ou oito nomes. Para o espanhol, os pilotos que se sentiram atingidos pela declaração sabem a quem ela se refere.

Alonso também voltou à colisão com Albon e disse que ainda considera o incidente um erro desnecessário. Acrescentou que está na parte de trás do pelotão durante toda a temporada e que, do carro, observa situações que não pode detalhar.

Albon e Gasly respondem

Albon disse respeitar Alonso e afirmou que o considera um grande piloto, alguém que admirava quando era criança. O piloto da Williams avaliou que as dificuldades no fim do grid não se resumem ao nível dos competidores e observou que sua equipe teve uma boa temporada no ano anterior, mas está na parte de trás neste ano.

O tailandês também afirmou que considera o grid atual um dos mais fortes dos últimos tempos. Para ele, comentários feitos depois de uma corrida podem refletir o calor do momento e devem ser recebidos com cautela.

Pierre Gasly, perguntado sobre o assunto, disse que respeita Alonso e que o espanhol é conhecido por falar abertamente. Gasly afirmou não ter visto a corrida a que Alonso se referia, mas avaliou que o nível do grid está entre os mais altos que observou em cerca de nove anos. Ele também comparou a pilotagem atual com as abordagens mais agressivas que viu quando chegou à categoria.

Críticas às condições no fim do grid

Alonso disse que não considera o nível dos pilotos da parte de trás pior do que no início de sua carreira, em 2001. Segundo ele, a qualidade se manteve semelhante ao longo dos anos, mas os carros do fim do grid são mais difíceis de guiar e têm menos aderência, o que favorece erros.

O espanhol também criticou a frequência de incidentes na primeira volta e de contatos que danificam carros, especialmente em disputas na parte de trás do pelotão. Ele relacionou o problema ao teto de gastos, argumentando que as equipes podem ter de arcar repetidamente com reparos.

Alonso afirmou que não considera os comissários responsáveis por resolver esse tipo de situação, a menos que haja algo realmente inseguro. Na avaliação dele, a ambição dos pilotos e o desejo de permanecer na Fórmula 1 ou conseguir uma vaga em uma equipe maior também influenciam a forma como disputam posições.

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Russell diz que temporada de 2026 não vai definir sua carreira: “Não vai me quebrar”

Russell diz que temporada de 2026 não vai definir sua carreira: “Não vai me quebrar”

Após terminar em oitavo no GP dos Estados Unidos, George Russell afirmou que pretende encerrar a temporada em alta e que os resultados de 2026 não representam o fim de sua trajetória na Fórmula 1.

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George Russell afirmou que as dificuldades de 2026 não vão definir sua carreira e que pretende usar o restante da temporada para recuperar consistência. O piloto da Mercedes terminou em oitavo no GP dos Estados Unidos, enquanto seu companheiro de equipe, Kimi Antonelli, conquistou a nona vitória do ano e ampliou a vantagem na liderança para 123 pontos, com 125 ainda em disputa.

Russell disse que aprendeu mais sobre si mesmo do que gostaria durante a temporada e reconheceu que os altos e baixos do esporte são intensos. Aos 28 anos, citou Lewis Hamilton e Fernando Alonso, que seguem competindo na casa dos 40, e lembrou que Hamilton conquistou a maioria de seus títulos depois dos 30.

“Este ano não vai definir minha carreira como um todo. Não vai me quebrar; vai me tornar mais forte”, afirmou Russell. Ele acrescentou que costuma reagir bem a momentos difíceis e que, apesar de esta temporada ter chegado em um período importante para ele, sua trajetória está longe do fim.

As chances de título de Russell diminuíram nas últimas etapas. Um problema no motor na Malásia foi seguido por uma largada do fundo do grid em Singapura; nos Estados Unidos, ele não conseguiu acompanhar Antonelli.

O britânico também disputa a segunda colocação do campeonato, com Hamilton, Max Verstappen e Charles Leclerc a menos de dez pontos dele. Russell reiterou que não considera o vice-campeonato um objetivo decisivo: para ele, a única posição que realmente importa é a primeira. Disse que prefere terminar o ano com uma sequência positiva a se concentrar em ficar em segundo, terceiro, quarto ou quinto.

Russell afirmou que não mede seu desempenho diretamente pelo de Antonelli. Em vez de tratar a disputa como um confronto individual, disse que procura identificar o que precisa melhorar em si mesmo para reagir em 2027.

O piloto quer aproveitar as cinco corridas finais, começando pelo GP da Cidade do México, para encontrar um nível mais constante. Ele comparou o oitavo lugar nos Estados Unidos à pole position e à vitória em Baku, em setembro, e disse que a prioridade é aumentar a frequência de bons resultados.

“Eu nunca tive uma temporada na minha carreira em que o desempenho oscilasse tanto”, afirmou Russell. Para ele, a exibição em Baku mostra que a velocidade continua presente; o desafio, agora, é repetir esse nível com mais regularidade.

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Hamilton diz que F1 nunca teve alguém como ele em 70 anos e não descarta correr aos 44

Hamilton diz que F1 nunca teve alguém como ele em 70 anos e não descarta correr aos 44

Aos 41 anos, Lewis Hamilton afirmou que ainda consegue competir com pilotos de 20 anos e disse que pretende seguir na Fórmula 1 enquanto mantiver o desempenho. O britânico tem contrato com a Ferrari até o fim de 2027.

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Lewis Hamilton afirmou que se considera capaz de competir com pilotos mais jovens e não descartou continuar na Fórmula 1 até os 44 anos. Em sua 20ª temporada na categoria, o heptacampeão disse que ainda está totalmente comprometido com as corridas, mas reconheceu que não sabe se desejará seguir competindo daqui a quatro anos.

Questionado sobre uma brincadeira de que talvez precisasse continuar correndo para alinhar no grid do Grande Prêmio da África, Hamilton respondeu: “Em primeiro lugar, nunca houve alguém como eu aqui em 70 anos. Então, sinto que sou diferente”. Ruanda e a F1 confirmaram um acordo para realizar uma corrida no país, mas a estreia está prevista para algum momento ainda não definido do início da próxima década.

Hamilton disse que há desafios relacionados à idade que ainda não consegue prever. Também mencionou ideias preconcebidas sobre uma possível queda no tempo de reação dos pilotos à medida que envelhecem.

“Você viu minha reação na largada da última corrida? Minha reação é mais rápida do que a de alguns dos mais jovens aqui”, afirmou. Ele acrescentou que há ferramentas para manter a mente e o corpo preparados e que isso exige disposição para continuar fazendo sacrifícios.

O piloto disse que, aos 41 anos, acredita poder competir com um adversário de 20. Sobre a possibilidade de seguir até os 44, ponderou que o tempo dirá. Também afirmou que não quer permanecer na categoria caso perceba uma queda no desempenho, nas reações ou no ritmo de corrida.

Hamilton tem contrato com a Ferrari até o fim de 2027. Depois de uma temporada de estreia sem vitórias pela equipe, em 2025, conquistou sua primeira vitória com a Ferrari no Grande Prêmio da Catalunha, em junho deste ano. Ele ocupa a terceira posição no campeonato, atrás de George Russell.

O britânico também afirmou que pretende continuar demonstrando que pode competir em alto nível. Fernando Alonso, da Aston Martin, tem 45 anos e correrá pela equipe em 2027; Hamilton não é o piloto mais velho do grid.

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Ricciardo considera retorno às pistas em prova única e cita possível parceria com Verstappen

Ricciardo considera retorno às pistas em prova única e cita possível parceria com Verstappen

Daniel Ricciardo disse que gostaria de encerrar a carreira de piloto em seus próprios termos e afirmou que uma participação pontual nas 24 Horas de Le Mans poderia interessá-lo. Max Verstappen e Sebastian Vettel foram citados como possíveis companheiros, mas não há projeto confirmado.

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Daniel Ricciardo afirmou que considera voltar a competir em uma prova isolada, embora não tenha interesse, neste momento, em disputar um campeonato completo. O australiano disse que gostaria de encerrar a carreira em seus próprios termos e que uma participação nas 24 Horas de Le Mans poderia oferecer esse tipo de encerramento.

Em entrevista ao podcast Beyond The Grid, Ricciardo contou que, um ano antes, acreditava que não voltaria a colocar o capacete. Agora, disse que gostaria de terminar a carreira de uma forma que o deixasse satisfeito. Ele descreveu a possibilidade de uma prova única como algo que poderia lhe dar o fechamento que procura.

Questionado sobre com quem gostaria de disputar uma prova como Le Mans, Ricciardo mencionou Max Verstappen, seu antigo companheiro na Red Bull entre 2016 e 2018. O australiano afirmou que o tetracampeão estaria entre os nomes de sua lista e brincou que uma parceria poderia atender ao interesse do público em uma reunião ligada à equipe.

Ricciardo também citou Sebastian Vettel, seu companheiro na temporada de 2014, depois de ser informado de que o alemão vinha testando o programa de hipercarros da Porsche. Ele elogiou a velocidade de Vettel e disse que gostaria de vê-lo em uma possível reunião da Red Bull.

Vettel não compete desde que deixou a Fórmula 1, em 2022. Verstappen, por sua vez, participou de provas de carros esportivos nos últimos anos, incluindo aparições nas 24 Horas de Nürburgring.

Verstappen não confirmou interesse em um projeto com Ricciardo. Ao ser questionado sobre a ideia antes do Grande Prêmio da Cidade do México de F1, disse que ela não era novidade para ele e afirmou que só consideraria participar se houvesse condições adequadas para disputar a vitória.

O piloto da Red Bull acrescentou que precisaria de tempo livre e preparação cuidadosa para competir em Le Mans. Segundo Verstappen, uma equipe que queira vencer precisa estar bem preparada para enfrentar pilotos que disputam a categoria durante toda a temporada. Ele também disse que seria necessário encontrar o momento certo para o projeto.

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