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Jonquel Jones é MVP do Jogo das Estrelas da WNBA em semana emocional marcada por perdas e polêmicas

Jonquel Jones é MVP do Jogo das Estrelas da WNBA em semana emocional marcada por perdas e polêmicas

Jonquel Jones foi nomeada MVP do Jogo das Estrelas da WNBA, tornando-se a primeira jogadora a conquistar esse prêmio junto com MVP da temporada regular, das finais e da Commissioner's Cup. A conquista ocorreu em uma semana difícil, marcada pelo falecimento de sua tia e críticas após comentário sobre o título de 2024 do New York Liberty.

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Jonquel Jones, pivô do New York Liberty, foi eleita MVP do Jogo das Estrelas da WNBA realizado no United Center, em Chicago. Com essa premiação, Jones se tornou a primeira jogadora na história da liga a conquistar os títulos de MVP do Jogo das Estrelas, da temporada regular, das finais e da Commissioner's Cup.

Apesar da celebração, Jones não conseguiu conter as lágrimas ao refletir sobre uma semana emocionalmente difícil. Sua tia faleceu recentemente, e o memorial ocorreu no mesmo sábado do jogo. A família apoiou sua participação no evento, mas o momento foi marcado por altos e baixos para a atleta.

Além da perda familiar, Jones enfrentou críticas após um comentário feito durante uma transmissão ao vivo na quinta-feira. Na ocasião, ela afirmou que acreditava que o Minnesota Lynx merecia o título da WNBA em 2024 mais do que o New York Liberty. O comentário viralizou e gerou repercussão negativa.

Jones explicou que a conversa foi informal, feita com uma amiga próxima, e que sua intenção não era desmerecer a conquista do Liberty. Ela comparou a situação com sua experiência em 2019, quando seu time, o Connecticut Sun, perdeu as finais para o Washington Mystics. A jogadora pediu desculpas e afirmou que suas palavras foram mal interpretadas.

Durante a coletiva, Jones também falou sobre a importância da treinadora Diane Richardson, atual técnica do time feminino da Temple University, que foi sua guardiã legal quando ela deixou as Bahamas para jogar basquete nos Estados Unidos. Richardson abriu sua casa para Jones quando ela era uma jovem atleta desconhecida, e a relação entre as duas é próxima e emocional.

Richardson destacou a ética de trabalho de Jones desde a adolescência e sua determinação em evoluir constantemente. Embora não tenha previsto todo o sucesso futuro da jogadora, reconheceu seu esforço e dedicação excepcionais.

Jonquel Jones também mencionou que a família planeja espalhar as cinzas de sua tia em uma data futura, a qual ela pretende comparecer. A jogadora demonstrou emoção ao relembrar momentos familiares e o apoio recebido durante a semana difícil.

Assim, a conquista do MVP do Jogo das Estrelas da WNBA marcou um momento de reconhecimento esportivo para Jones, mas também foi permeada por desafios pessoais e profissionais recentes.

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Comissária da WNBA, Cathy Engelbert, evita comentar sobre permanência em 2027

Comissária da WNBA, Cathy Engelbert, evita comentar sobre permanência em 2027

Cathy Engelbert, comissária da WNBA, não confirmou se continuará no cargo na temporada de 2027 durante coletiva no All-Star Weekend. Sua liderança tem sido alvo de questionamentos nos últimos meses, apesar do crescimento da liga sob sua gestão.

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Durante a coletiva anual do All-Star Weekend da WNBA, Cathy Engelbert evitou responder diretamente se espera continuar como comissária na temporada de 2027. Ela destacou sua gratidão por liderar a liga durante um período de crescimento significativo e elogiou as jogadoras e os valores da WNBA.

Engelbert afirmou que continuará executando sua estratégia, ouvindo e comunicando-se com as jogadoras, e ressaltou o time que construiu na liga. No entanto, sua liderança tem enfrentado críticas nos últimos dez meses, com fontes internas acreditando que a temporada de 2026 pode ser sua última.

O comissário da NBA, Adam Silver, chefe de Engelbert, declarou que está satisfeito com a situação da WNBA, mas que discussões sobre o futuro da comissária continuarão.

Na mesma ocasião, Engelbert anunciou a criação de um centro centralizado de revisão de jogadas a partir da temporada de 2027, considerado um dos maiores investimentos em operações de basquete da liga. O centro usará a infraestrutura da NBA em Secaucus, Nova Jersey, para oferecer aos árbitros acesso imediato a múltiplos ângulos de câmera e suporte de oficiais de revisão, visando maior consistência e transparência nas decisões.

A arbitragem da WNBA tem sido alvo de críticas, e a liga formou um grupo de trabalho para melhorar o desempenho dos árbitros, permitindo maior liberdade de movimento, o que Engelbert acredita estar dando resultados.

Além disso, Engelbert anunciou que uma investigação independente sobre suposta violação do teto salarial pelo Las Vegas Aces não encontrou evidências suficientes para punições.

Ela também relatou uma reunião recente com jogadoras para discutir preocupações sobre assédio e arbitragem, classificando o encontro como "esperançoso" para melhorar a confiança e comunicação. Engelbert reconheceu a necessidade de aprimorar a comunicação entre a liga e as jogadoras, comprometendo-se a trabalhar nesse aspecto.

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Jogo das Estrelas da WNBA 2026 reúne lendas e estrelas atuais em Chicago

Jogo das Estrelas da WNBA 2026 reúne lendas e estrelas atuais em Chicago

O Jogo das Estrelas da WNBA 2026 foi realizado no United Center, em Chicago, com participação de três ex-MVPs e oito campeãs da liga. Paige Bueckers e Caitlin Clark lideraram suas equipes, que foram gerenciadas por lendas da WNBA.

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O Jogo das Estrelas da WNBA 2026 aconteceu no United Center, em Chicago, reunindo um elenco estrelado com três ex-MVPs e oito campeãs da WNBA. As equipes foram comandadas pelas lendas Cynthia Cooper e Teresa Weatherspoon, que atuaram como gerentes gerais dos times.

Paige Bueckers, do Dallas Wings, foi a jogadora mais votada e liderou o Team Coop, enquanto Caitlin Clark, do Indiana Fever, que recebeu a segunda maior votação, capitaneou o Team Spoon. Entre as estrelas em quadra estavam A'ja Wilson, das Las Vegas Aces, e Breanna Stewart e Jonquel Jones, ambas do New York Liberty, que juntos conquistaram os últimos seis prêmios de MVP da temporada regular.

Olivia Miles, favorita ao prêmio de Novata do Ano, também participou do evento. Além do jogo principal, Azzi Fudd, do Dallas Wings, se destacou ao vencer o concurso de arremessos de três pontos, tornando-se a primeira novata a conquistar essa competição.

A ESPN acompanhou o evento com atualizações ao vivo diretamente de Chicago e promete análises detalhadas e avaliações dos jogadores que participaram do fim de semana do All-Star.

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Presidente da WNBPA destaca esforços para reconstruir confiança entre jogadoras e liga após discussões sobre assédio

Presidente da WNBPA destaca esforços para reconstruir confiança entre jogadoras e liga após discussões sobre assédio

Nneka Ogwumike, presidente da WNBPA, afirmou que a união e a liga da WNBA estão trabalhando para restaurar a confiança após conversas positivas sobre o combate ao assédio sofrido pelas jogadoras.

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A presidente da Women's National Basketball Players Association (WNBPA), Nneka Ogwumike, ressaltou a importância de continuar construindo a confiança entre as jogadoras da WNBA e a liga. Essa declaração ocorreu poucos dias após uma reunião entre as partes para tratar do aumento de mensagens racistas, odiosas e abusivas direcionadas às atletas.

No encontro de 90 minutos, membros do comitê executivo da WNBPA e dos comitês de Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão conversaram com a comissária da WNBA, Cathy Engelbert. Entre os temas discutidos estavam o assédio contra as jogadoras, a arbitragem e outras questões relevantes para a liga.

Ogwumike, que foi recentemente reeleita para seu quarto mandato como presidente da WNBPA, afirmou que saiu da reunião com um sentimento de esperança, destacando que Engelbert recebeu bem o feedback das jogadoras. Ela enfatizou que, em momentos de crise, a base para resolver problemas é a relação de confiança entre as partes.

A WNBPA e a liga vêm de uma negociação trabalhista conturbada, que culminou em um acordo coletivo histórico na offseason. No entanto, desafios persistem, especialmente diante do aumento do assédio e abuso, incluindo ameaças de morte e ofensas raciais contra diversas jogadoras.

A presidente da WNBPA destacou que, embora o crescimento da liga seja natural, é necessário agir para aliviar o sofrimento causado por esses ataques contínuos. A diretora executiva da WNBPA, Terri Jackson, também incentivou a liderança da liga a adotar uma postura mais proativa para enfrentar esses problemas.

A liga já lançou a plataforma "No Space For Hate" (Não Há Espaço Para o Ódio), que visa combater o ódio e promover o respeito em todos os ambientes da WNBA a partir da temporada de 2025.

Ogwumike afirmou que ainda não há uma resposta definitiva para os próximos passos, mas acredita que a solução envolve responsabilidade, o que pode levar a ações que garantam maior proteção e segurança para as jogadoras.

Sobre a permanência de Cathy Engelbert como comissária após esta temporada, Ogwumike disse que essa decisão não cabe a ela, mas que as jogadoras estão dispostas a colaborar com quem estiver no comando da liga. "Como jogadoras, a liderança está aqui. Nós apoiamos a liderança. Vamos apoiar quem estiver no cargo", concluiu.

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Azzi Fudd, do Dallas Wings, é a primeira novata a vencer o concurso de 3 pontos da WNBA

Azzi Fudd, do Dallas Wings, é a primeira novata a vencer o concurso de 3 pontos da WNBA

Azzi Fudd, armadora do Dallas Wings, conquistou o título do concurso de arremessos de 3 pontos da WNBA All-Star, tornando-se a primeira novata a vencer essa competição na história da liga.

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Azzi Fudd, armadora do Dallas Wings, venceu o concurso de arremessos de 3 pontos da WNBA All-Star, realizado em Chicago, tornando-se a primeira novata a conquistar o título na história da liga. Fudd, escolhida como a primeira no Draft de 2026, marcou 30 dos 40 pontos possíveis na rodada final, superando Bridget Carleton, ala do Portland Fire, que fez 19 pontos.

Durante a competição, Fudd acertou 21 dos 27 arremessos, demonstrando grande precisão apesar do nervosismo. A jogadora atribuiu sua técnica ao treino constante desde a infância e ao apoio dos pais, especialmente da mãe, que possui um arremesso semelhante ao seu.

Na temporada atual, Fudd ocupa a décima colocação na WNBA em média de 3 pontos por jogo, com 2,0, e também em total de arremessos convertidos, com 53. Ela destacou que a sua habilidade de arremessar repetidamente do mesmo local foi aprimorada durante a recuperação de lesões no joelho direito, incluindo uma ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco em novembro de 2023, que a afastou da maior parte da temporada universitária.

Além do concurso de 3 pontos, a noite contou com a primeira competição Shooting Stars, que substituiu o desafio de habilidades. A competição reuniu equipes formadas por uma lenda, uma jogadora atual e uma promessa. A equipe Washington, composta pela Hall da Fama Elena Delle Donne, a ala Shakira Austin e a jogadora Jezelle "GG" Banks, venceu a disputa contra a equipe Seattle.

As equipes tiveram 70 segundos para arremessar de sete pontos diferentes na quadra, com pontuações variando entre dois e quatro pontos conforme a distância. A equipe vencedora dividiu um prêmio total de US$ 85 mil, enquanto Fudd recebeu US$ 70 mil pelo título no concurso de 3 pontos, sendo US$ 30 mil garantidos pelas novas diretrizes do acordo coletivo da liga.

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Azzi Fudd faz história ao vencer concurso de 3 pontos no WNBA All-Star 2026

Azzi Fudd faz história ao vencer concurso de 3 pontos no WNBA All-Star 2026

Azzi Fudd, novata do Dallas Wings, tornou-se a primeira rookie a vencer o concurso de 3 pontos no WNBA All-Star Weekend. A competição também contou com destaque para Jezelle "GG" Banks, que liderou o Team Washington na disputa Shooting Stars.

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No WNBA All-Star Weekend realizado na Wintrust Arena, a jovem Azzi Fudd, armadora do Dallas Wings e primeira escolha do draft, conquistou o título do concurso de 3 pontos, tornando-se a primeira novata a alcançar essa façanha. Fudd, que tem aproveitamento de 38,7% em 3 pontos na temporada, impressionou ao marcar 30 pontos na final, com uma performance consistente e precisa, especialmente na primeira e última fileiras de bolas.

A competição de 3 pontos contou com outras atletas de destaque, como Bridget Carleton, do Portland Fire, que marcou 27 pontos na primeira rodada, incluindo uma sequência perfeita na última fileira, e Elizabeth Williams, que manteve consistência, embora tenha finalizado com 20 pontos. Por outro lado, Natisha Hiedeman, do Seattle Storm, teve uma performance abaixo do esperado, sendo eliminada na primeira rodada com 17 pontos.

No concurso Shooting Stars, o Team Washington, liderado pela jovem Jezelle "GG" Banks, venceu com 31 pontos. Banks, que ainda está no ensino médio, destacou-se pela rapidez e confiança, contribuindo decisivamente para a vitória ao marcar dois arremessos de 4 pontos. A equipe contou ainda com a presença de Shakira Austin e a lendária Elena Delle Donne.

Outras equipes participantes incluíram o Team Seattle, que avançou para a final com 26 pontos na primeira rodada, e o Team Dallas/Detroit, que marcou 20 pontos. O Team Minnesota, apesar de liderar a temporada regular, teve desempenho modesto no Shooting Stars, com 19 pontos.

Azzi Fudd declarou que a vitória no concurso de 3 pontos é um estímulo para a reta final da temporada e manifestou interesse em participar novamente no próximo ano, caso seja convidada. A competição marcou um momento de destaque para jovens talentos e reforçou a presença de atletas experientes e lendas da liga no evento do All-Star Weekend.

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Futuro da WNBA é promissor, mas dúvidas cercam permanência de Cathy Engelbert como comissária

Futuro da WNBA é promissor, mas dúvidas cercam permanência de Cathy Engelbert como comissária

Apesar do crescimento e avanços na WNBA sob a liderança de Cathy Engelbert, sua permanência como comissária até 2026 é questionada por diversos envolvidos na liga devido a desafios recentes e críticas à sua gestão.

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Cathy Engelbert, comissária da WNBA desde 2019, tem enfrentado um período complicado em sua gestão, apesar do crescimento significativo da liga nos últimos anos. Sob sua liderança, a WNBA alcançou avanços importantes, como novos contratos de direitos de mídia no valor de US$ 3,1 bilhões, aumento da receita quase dez vezes, expansão para 18 mercados até 2030 e a negociação de um acordo coletivo histórico que garantiu salários de até US$ 1 milhão e um modelo de compartilhamento de receita pioneiro no esporte feminino.

No entanto, a gestão de Engelbert tem sido marcada por controvérsias e críticas. Jogadoras, times e fãs manifestam insatisfação com a arbitragem e o aumento do discurso divisivo e do assédio contra atletas. Um incidente envolvendo a jogadora Alyssa Thomas e a armadora Caitlin Clark gerou polêmica, com críticas à postura da comissária diante das ameaças e ataques racistas sofridos por Thomas.

A relação de Engelbert com as jogadoras também é alvo de questionamentos. A estrela Napheesa Collier chegou a classificar a liderança da comissária como "negligente" e "a pior liderança do mundo". Apesar de Engelbert afirmar estar focada na execução da temporada de 30 anos da liga e otimista quanto ao futuro, fontes internas acreditam que a temporada de 2026 pode ser a última sob sua direção.

Além disso, a ausência de Engelbert em eventos importantes da liga, como jogos comemorativos e cerimônias de homenagem, tem sido notada por membros da comunidade da WNBA. A falta de proximidade e comunicação eficaz com jogadoras, equipes e dirigentes é apontada como uma das principais falhas de sua gestão.

Engelbert defende que a negociação do acordo coletivo foi um momento de maturidade e que mantém uma política de portas abertas para as jogadoras. Ela também condena veementemente o racismo, sexismo, homofobia e ameaças enfrentadas pelas atletas, destacando iniciativas da liga para combater esses problemas.

Apesar dos desafios, a WNBA segue em expansão e busca consolidar sua posição como uma das principais ligas esportivas femininas do mundo. A questão sobre a continuidade de Cathy Engelbert como comissária permanece em aberto, com diversos stakeholders da liga avaliando a necessidade de uma liderança que atenda melhor às demandas atuais e futuras da WNBA.

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