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Kelly Krauskopf deixa presidência do Indiana Fever após segunda passagem pela equipe

Kelly Krauskopf deixa presidência do Indiana Fever após segunda passagem pela equipe

Kelly Krauskopf deixou o cargo de presidente do Indiana Fever, anunciou a equipe. Ela informou a decisão antes do fim da temporada e afirmou que foi uma honra ajudar a construir e conduzir a franquia.

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Kelly Krauskopf deixou a presidência do Indiana Fever após sua segunda passagem pela equipe. A franquia anunciou a saída na sexta-feira, 23 de outubro de 2026. Krauskopf disse que comunicou sua decisão antes do fim da temporada.

Em declaração, ela agradeceu ao proprietário Herb Simon pela confiança e pelas oportunidades vividas na organização. Krauskopf também afirmou que o Fever está preparado para um futuro promissor e que se orgulha de ter ajudado a estabelecer as bases para o crescimento e o sucesso da equipe.

Krauskopf foi contratada como presidente e gerente-geral antes da temporada inaugural da franquia, em 2000. Durante sua gestão, o Fever chegou aos playoffs por 12 anos consecutivos, disputou três finais da WNBA e conquistou o título em 2012.

Em 2018, ela passou a trabalhar no Indiana Pacers como gerente-geral assistente. Com isso, tornou-se a primeira mulher na história da NBA a ocupar uma função executiva de gestão de basquete.

Krauskopf voltou ao Fever em 2024, como presidente de operações de basquete e negócios. Simon afirmou que ela ajudou a construir a franquia, conquistou um campeonato e retornou quando a equipe precisou dela. Ele também destacou sua contribuição para o crescimento do basquete feminino em Indianápolis e disse ser grato pelo trabalho realizado por ela.

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Angel Reese usa Chanel na chegada ao Jogo 3 das Finais da WNBA

Angel Reese usa Chanel na chegada ao Jogo 3 das Finais da WNBA

Angel Reese chamou atenção na chegada ao Jogo 3 das Finais da WNBA com um visual da Chanel. Gabby Williams, do Golden State Valkyries, também destacou sua roupa antes da partida contra o Atlanta Dream.

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A chegada das jogadoras ao Jogo 3 das Finais da WNBA teve Angel Reese como destaque. A atleta do Atlanta Dream vestiu uma blusa e um cinto da Chanel, combinados com uma saia preta de couro.

Do lado do Golden State Valkyries, Gabby Williams chegou com uma blusa estampada com a frase Everyone Watches Women's Sports e carregava uma bolsa esportiva Jordan.

A série mudou para Atlanta depois de os dois primeiros jogos serem disputados no Chase Center. As equipes disputam o primeiro título da WNBA de suas respectivas franquias.

Williams também demonstrou apoio ao San Francisco 49ers, que enfrentava o Washington Commanders nas proximidades em uma partida de Monday Night Football. Ela chegou usando uma camisa de Deebo Samuel Sr. e óculos escuros.

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Valkyries têm quatro ex-jogadoras de UConn, mas perdem o Jogo 3 das Finais para o Dream

Valkyries têm quatro ex-jogadoras de UConn, mas perdem o Jogo 3 das Finais para o Dream

A influência de UConn está presente em Golden State por meio de Gabby Williams, Tiffany Hayes, Kiah Stokes e Kaitlyn Chen. No Jogo 3 das Finais da WNBA, porém, o Atlanta Dream venceu por 97 a 71 e abriu vantagem de 2 a 1 na série.

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A conexão com UConn é uma das marcas do Golden State Valkyries nas Finais da WNBA. Gabby Williams, Tiffany Hayes, Kiah Stokes e Kaitlyn Chen conquistaram títulos nacionais pela universidade e chegaram à equipe por trajetórias diferentes, mas compartilham ensinamentos associados ao programa.

O Atlanta Dream venceu o Jogo 3 por 97 a 71, na State Farm Arena, em 21 de outubro de 2026, e passou a liderar a série melhor de sete por 2 a 1. A vitória veio depois de o Golden State abrir a decisão com triunfo por 68 a 64. O Dream também havia vencido o segundo jogo, por 79 a 65.

Nos dois jogos vencidos por Atlanta, o Dream transformou 36 turnovers do Valkyries em 46 pontos. Reduzir os erros foi apontado como uma necessidade para Golden State tentar igualar a série no Jogo 4.

A influência de UConn

Williams, Hayes e Stokes fizeram parte de equipes campeãs de UConn. Chen conquistou o título universitário de 2025, após transferir-se de Princeton para a universidade em sua última temporada. O técnico Geno Auriemma afirmou que, se as quatro não estivessem na equipe, o Valkyries não estaria onde está hoje.

A equipe de Golden State foi criada como franquia de expansão em 2025, enquanto Auriemma se preparava para sua 42ª temporada à frente de UConn. Sob o comando de Natalie Nakase, o Valkyries desenvolveu uma identidade defensiva que ajudou o time a superar o Dallas Wings na primeira rodada e a varrer o Las Vegas Aces nas semifinais.

A defesa também foi importante na vitória do primeiro jogo das Finais. Nos jogos seguintes, porém, o Dream conseguiu explorar os turnovers de Golden State. Após a derrota no terceiro confronto, Williams reuniu as companheiras e falou com intensidade, em uma tentativa de mobilizar o grupo.

Nakase afirmou que a equipe aceita a paixão e a emoção em quadra. Stokes, por sua vez, brincou que nem todas as jogadoras demonstram os sentimentos da mesma maneira.

Hayes e Stokes

Hayes, de 37 anos, é a mais velha entre as ex-jogadoras de UConn do Valkyries. Ela conquistou títulos universitários em 2009 e 2010 e foi selecionada pelo Dream em 2012. Passou suas primeiras dez temporadas profissionais em Atlanta, antes de ser negociada com o Connecticut Sun em 2023.

Hayes anunciou a aposentadoria no fim daquele ano, mas voltou a jogar. Atuou pelo Las Vegas em 2024 e, nas duas temporadas seguintes, juntou-se a Nakase em Golden State. Ela busca seu primeiro título da WNBA contra a franquia pela qual passou a maior parte da carreira profissional.

A armadora atribuiu a UConn ensinamentos como aceitar críticas construtivas e manter uma atitude positiva. Segundo Hayes, as exigências de Auriemma durante sua passagem pela universidade também fizeram parte de seu crescimento como jogadora.

Stokes conquistou três títulos da WNBA com o Aces e assinou com o Valkyries como agente livre nesta temporada, assim como Williams, que antes defendia o Seattle Storm. As duas foram companheiras em UConn em 2014-15: Stokes era veterana e Williams, caloura, na equipe que terminou a temporada com campanha de 38 vitórias e uma derrota e conquistou o título nacional.

Especialista defensiva, Stokes teve médias de 5,8 rebotes e 1,7 toco na temporada regular. Nos playoffs, seus números subiram para 9,6 rebotes e 2,6 tocos. Ela disse que aprendeu em UConn a jogar apesar das adversidades e que os treinos exigentes de Auriemma faziam as partidas parecerem mais fáceis.

Williams liderou o Valkyries em pontuação, com médias de 14,4 pontos na temporada regular e 21,2 nos playoffs. Ela também destacou o trabalho de Stokes em ações menos visíveis, como bloqueios e passes, e associou a cultura de UConn à prioridade dada ao coletivo e às vitórias, em vez de conquistas individuais.

Chen encontrou espaço no Valkyries

Chen passou três temporadas em Princeton, sob o comando de Carla Berube, ex-jogadora de UConn, e transferiu-se para a universidade em seu último ano. Em 2025, foi campeã nacional ao lado das armadoras Paige Bueckers e Azzi Fudd, que depois foram escolhidas na primeira posição do draft da WNBA.

O Valkyries selecionou Chen na 30ª escolha do draft de 2025, levando a jogadora californiana de volta ao estado natal. Ela está em sua segunda temporada na WNBA e participou de todos os jogos em 2026, com médias de 7,2 pontos na temporada regular e 5,7 nos playoffs.

Chen afirmou que o sistema de UConn valorizava a defesa e o controle da bola no ataque, características que considera semelhantes às do Valkyries. Nakase disse que a armadora não se deixa abalar por quem duvida dela e que seu objetivo é ser a melhor.

Renee Montgomery, outra ex-jogadora de UConn, é coproprietária e executiva do Dream. Em quadra, as quatro ex-Huskies do Valkyries seguem representando a universidade nas Finais, enquanto Golden State tenta reagir na série.

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Enes Kanter Freedom afirma que foi impedido de assistir ao Jogo 3 das Finais da WNBA

Enes Kanter Freedom afirma que foi impedido de assistir ao Jogo 3 das Finais da WNBA

O ex-jogador da NBA disse que foi barrado após recusar uma suíte privada oferecida pelo Atlanta Dream e pela State Farm Arena por motivos de segurança. A arena afirmou que a acomodação foi indicada para atender às preocupações dele.

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Enes Kanter Freedom afirmou que foi impedido de assistir ao Jogo 3 das Finais da WNBA entre Atlanta Dream e Golden State Valkyries, disputado na quarta-feira. Antes da partida, ele recusou uma suíte privada oferecida pelo Dream e pela State Farm Arena após manifestar preocupação com a própria segurança.

Em comunicado divulgado antes do jogo, a State Farm Arena informou que Freedom havia contatado autoridades federais, estaduais e locais, além da WNBA, do Dream e da administração da arena, para expressar suas preocupações. A arena declarou que a segurança dos torcedores e dos funcionários era sua prioridade.

Após consultas com a WNBA, a direção do Dream, a administração da arena e responsáveis pela segurança, Freedom foi orientado a acompanhar a partida de uma suíte privada. O espaço teria segurança adicional e seria o local designado para ele durante o jogo. A polícia estadual também designou um agente para acompanhá-lo, a pedido dele.

Em um vídeo publicado nas redes sociais antes do início da partida, Freedom afirmou que a segurança da arena estava impedindo o grupo de ocupar os assentos comprados. Um representante de relações públicas da State Farm Arena disse à ESPN que a suíte foi oferecida por segurança e que Freedom a recusou.

Depois, Freedom escreveu nas redes sociais que havia sido retirado de um jogo da WNBA pela segunda vez consecutiva por apoiar mulheres.

Freedom atuou na NBA entre 2011 e 2022. Nos últimos meses, ele tem afirmado que poderia ser elegível para o Draft da WNBA de 2027, assim como o também ex-jogador da NBA Royce White, e se envolvido nas discussões sobre atletas transgêneros. Os dois afirmam se identificar como mulheres.

Em agosto, Freedom foi expulso de uma partida entre Chicago Sky e Indiana Fever após uma discussão verbal com Natasha Cloud, armadora do Sky. A direção do Chicago Sky o baniu por tempo indeterminado da Wintrust Arena, mas a WNBA não impôs uma proibição válida para toda a liga.

No início da semana, a comissária da WNBA, Cathy Engelbert, respondeu por carta a uma consulta do deputado federal Marlin A. Stutzman, de Indiana, e de outros parlamentares sobre os critérios de elegibilidade da liga. Engelbert escreveu que apenas mulheres podem jogar na WNBA e que as duas pessoas citadas na carta, Freedom e White, são homens.

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Como um período de treinos em Boca Raton ajudou o Atlanta Dream a chegar às finais da WNBA

Como um período de treinos em Boca Raton ajudou o Atlanta Dream a chegar às finais da WNBA

Durante a pausa de 17 dias da temporada para a Copa do Mundo da FIBA, o Dream reuniu parte do elenco em Boca Raton para treinar, estudar vídeo e fortalecer os laços do grupo. A equipe venceu 10 de 11 jogos após a pausa e empatou a série final contra o Golden State Valkyries.

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No fim de agosto, o Atlanta Dream venceu cinco de seis partidas, quatro delas fora de casa, e se aproximou da vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Nas duas semanas seguintes, derrotou o então campeão Las Vegas Aces e o Minnesota Lynx, apontado como favorito, enquanto Angel Reese registrou seu 29º double-double da temporada, um recorde pessoal.

A sequência foi interrompida pela pausa de 17 dias da WNBA para a Copa do Mundo da FIBA. Reese e Rhyne Howard viajaram para defender a seleção dos Estados Unidos; Isobel Borlase, da Austrália, e Sika Kone, de Mali, também foram para Berlim. Os demais integrantes do Dream se reuniram em Boca Raton, na Flórida, para um período de treinos durante o segundo fim de semana da pausa.

O encontro ocorreu em um momento importante para a equipe. O Dream venceu 10 de 11 jogos desde a retomada da temporada, incluindo a vitória no Jogo 2 das finais, que deixou empatada a série melhor de sete contra o Golden State Valkyries. Antes do Jogo 1, Atlanta também havia chegado a 10 vitórias consecutivas, igualando a maior sequência de triunfos de uma equipe antes das finais, marca estabelecida pelo Los Angeles Sparks de 2017.

A viagem também ajudou DeWanna Bonner a se integrar ao elenco. A veterana chegou ao Dream em 27 de agosto, após uma rescisão contratual com o Phoenix Mercury, e havia disputado apenas uma partida pela equipe antes da pausa. Em Boca Raton, teve mais tempo para conhecer as companheiras e aprender o sistema do técnico Karl Smesko.

A ideia da viagem surgiu antes da chegada de Bonner. A ala Naz Hillmon sugeriu o plano, que recebeu apoio de integrantes da comissão técnica e da diretoria. O Dream já havia treinado na Florida Atlantic University durante a pausa olímpica de 2024.

O período não foi tratado como férias. A equipe realizou treinos intensos na universidade, disputou jogos-treino contra jogadores homens e fez sessões diárias de vídeo. Sem partidas oficiais para administrar, o grupo pôde trabalhar em ritmo forte e se concentrar nos princípios defensivos da equipe. Com Howard e Reese fora, outras jogadoras também tiveram mais oportunidades em quadra.

Hillmon afirmou que a pausa deu ao grupo tempo para ajudar Bonner a se familiarizar com a linguagem e o estilo de Smesko. A jogadora explicou que o técnico usa termos diferentes dos de outros treinadores e que o período de preparação permitiu à recém-chegada se adaptar antes do fim da temporada regular.

Além dos treinos, as jogadoras passaram tempo juntas na praia e na piscina, onde acompanharam partidas das companheiras que estavam na Copa do Mundo. Um grupo também participou de uma partida de golfe de 18 buracos; Jordin Canada foi a caddie de Allisha Gray. Em um jantar, o gerente-geral Dan Padover organizou uma disputa de perguntas sobre a WNBA. A equipe de Bonner e Canada venceu, embora Shatori Walker-Kimbrough tenha contestado o resultado por causa de uma questão técnica.

A convivência contrastou com a rotina em Atlanta, onde as jogadoras costumam seguir caminhos separados depois dos treinos. Em Boca Raton, elas tiveram mais tempo para conversar e se conhecer fora do basquete. Te-Hina Paopao disse que a proximidade ajudou a manter o grupo unido quando as atletas que estavam na Copa do Mundo voltaram.

A experiência também conectou as jogadoras mais jovens às veteranas. Antes desta temporada, o Dream não avançava além da primeira rodada dos playoffs desde 2018. Howard, Hillmon e Reese chegaram às finais pela primeira vez, enquanto Bonner, Canada e Walker-Kimbrough somam cinco títulos da WNBA conquistados em passagens anteriores por outras equipes. A assistente técnica LaToya Sanders também compartilhou sua experiência de campeã, após vencer a liga com o Washington Mystics em 2019.

Canada, bicampeã com o Seattle Storm, destacou a importância de construir relações fora da quadra. Para ela, conhecer melhor as companheiras fortalece a união do grupo em uma série decisiva. O Dream chegou às finais após a sequência de vitórias que se seguiu à pausa e empatou a disputa com o Valkyries no Jogo 2.

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Valkyries cometem 19 turnovers e Dream empata as finais da WNBA

Valkyries cometem 19 turnovers e Dream empata as finais da WNBA

O Atlanta Dream venceu o Golden State Valkyries por 79 a 65 no Jogo 2 das finais e igualou a série em 1 a 1. A equipe da casa marcou 24 pontos após turnovers do adversário.

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O Golden State Valkyries perdeu por 79 a 65 para o Atlanta Dream no Jogo 2 das finais da WNBA. Com o resultado, a série melhor de sete ficou empatada em 1 a 1 e seguiu para Atlanta. O Dream aproveitou 19 turnovers do Valkyries para marcar 24 pontos.

A armadora Veronica Burton, que cometeu três turnovers, disse que o time teve pouca segurança com a bola e atribuiu parte da responsabilidade a si mesma. Ela afirmou que a equipe precisa estar mais organizada, agir em sintonia e evitar acelerar demais nas transições rápidas. Burton também apontou momentos de hesitação como fator para os erros.

Quatro das cinco titulares do Golden State cometeram pelo menos dois turnovers. Kayla Thornton foi a única titular sem nenhum. Do lado do Atlanta, Rhyne Howard registrou seis roubos de bola, recorde em um único jogo das finais da WNBA, enquanto DeWanna Bonner somou outros quatro saindo do banco. Angel Reese terminou com 30 pontos e 16 rebotes.

Burton avaliou que o Valkyries foi superado na intensidade. A pivô Kiah Stokes disse que o Dream elevou a pressão defensiva e pediu foco e concentração da equipe. A técnica Natalie Nakase elogiou o esforço e a disposição do adversário, que recuou rapidamente para defender, levantou os braços e fechou os corredores de infiltração.

No Jogo 1, o Dream havia marcado oito pontos após turnovers na derrota por 68 a 64. Para o segundo confronto, a equipe retomou a pressão defensiva que, conforme o relato, a levou até as finais. Nakase afirmou que conversará com o elenco sobre seguir o plano de jogo e manter a organização no ataque. Burton disse que pretende liderar a melhora no cuidado com a bola.

O Jogo 3 será na quarta-feira, em Atlanta.

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Angel Reese lidera Dream à primeira vitória em finais da WNBA e série fica empatada

Angel Reese lidera Dream à primeira vitória em finais da WNBA e série fica empatada

Com 30 pontos e 16 rebotes de Angel Reese, o Atlanta Dream venceu o Golden State Valkyries por 79 a 65 no Jogo 2 das finais da WNBA, em 19 de outubro, e empatou a série em 1 a 1.

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Angel Reese marcou 30 pontos e pegou 16 rebotes na vitória do Atlanta Dream por 79 a 65 sobre o Golden State Valkyries, no Chase Center, em 19 de outubro. O resultado no Jogo 2 das finais da WNBA deixou a série melhor de sete empatada em 1 a 1 e deu ao Dream sua primeira vitória em uma final da liga.

Allisha Gray contribuiu com 18 pontos, enquanto Jordin Canada somou 13 pontos, dez assistências e sete rebotes. Rhyne Howard registrou seis roubos de bola, um recorde em jogos das finais da WNBA.

Reese acertou dez de 16 arremessos de quadra, distribuiu três assistências e deu dois tocos. Ela se tornou a terceira jogadora a alcançar pelo menos 30 pontos e 15 rebotes em uma partida das finais, juntando-se a Jonquel Jones, pelo Connecticut Sun em 2019, e Breanna Stewart, pelo Seattle Storm em 2020.

Aos 24 anos e 166 dias, Reese também se tornou a jogadora mais jovem da história da WNBA a registrar ao menos 20 pontos e dez rebotes em um jogo das finais. Após a partida, ela destacou a dificuldade de atuar diante da torcida do Valkyries e disse que a equipe reagiu depois da derrota no primeiro jogo.

O Dream controlou o segundo tempo e aproveitou os erros do adversário: marcou 24 pontos após 19 turnovers do Valkyries. No Jogo 1, Atlanta havia anotado apenas oito pontos dessa forma. A derrota também encerrou a sequência do Golden State sem perder no tempo regulamentar, que durava desde 21 de agosto, quando caiu por 73 a 70 diante do Chicago Sky.

O Valkyries acertou 34,4% dos arremessos de quadra e converteu sete de 24 tentativas de três pontos. Gabby Williams terminou com 14 pontos, em três acertos de 15 arremessos, depois de marcar 26 pontos no primeiro jogo. Veronica Burton reconheceu que a equipe teve baixo aproveitamento e errou arremessos que costuma converter.

O Jogo 3 está marcado para quarta-feira, em Atlanta. As partidas seguintes da série na cidade foram transferidas para a State Farm Arena, casa do Atlanta Hawks, para acomodar mais torcedores. A arena tem capacidade superior a 17 mil pessoas, enquanto a Gateway Center Arena, casa habitual do Dream, comporta 3.500. O Chase Center, em San Francisco, tem capacidade para 18.064 espectadores.

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