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Local dos jogos em casa do Atlanta Dream nas finais da WNBA ainda é incerto

Local dos jogos em casa do Atlanta Dream nas finais da WNBA ainda é incerto

O Atlanta Dream ainda não definiu onde sediará seus jogos em casa nas finais da WNBA contra o Golden State Valkyries. A equipe enfrenta desafios para encontrar um local com capacidade adequada para os jogos marcados para outubro.

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O Atlanta Dream, que enfrentará o Golden State Valkyries nas finais da WNBA, ainda não confirmou o local para seus jogos em casa na série melhor de sete. Os jogos 3, 4 e 6 (se necessário) estão programados para 22, 24 e 29 de outubro, respectivamente.

Desde 2021, o Dream utiliza a Gateway Center Arena em College Park como seu ginásio principal, que comporta apenas 3.500 torcedores. Essa capacidade reduzida é uma preocupação para as finais, mas até o momento a equipe não confirmou se conseguiu garantir um local maior.

Morgan Shaw Parker, presidente e diretora de operações do Dream, declarou à imprensa que o time está "finalizando detalhes sobre o local onde jogaremos as finais". Nem o Dream nem a WNBA forneceram mais informações quando contatados pela ESPN.

Os Valkyries jogarão os jogos 1, 2, 5 e 7 (se necessário) no Chase Center, em San Francisco, com capacidade para 18.064 pessoas.

Durante a temporada atual, o Dream transferiu cinco jogos em casa da temporada regular e todos os três jogos de playoffs para a State Farm Arena, no centro de Atlanta, que comporta 17.044 torcedores. A State Farm Arena será a casa permanente do Dream a partir de 2027. Contudo, o local está indisponível para os jogos das finais nas datas previstas: há um show em 22 de outubro e jogos da temporada regular do Atlanta Hawks em 24 e 29 de outubro.

Historicamente, o Dream jogou na State Farm Arena (anteriormente Philips Arena) de 2008 a 2016, mudou-se para o McCamish Pavilion da Georgia Tech em 2017 e 2018, retornou à State Farm em 2019 e mudou-se para a Gateway Center em 2021.

O aumento da popularidade da WNBA e do Dream motivou o retorno à State Farm Arena a partir de 2027. Em 2019, o Washington Mystics jogou três jogos das finais da WNBA em sua casa, a CareFirst Arena, com capacidade para 4.200 pessoas. Essa foi a última vez que as finais da WNBA foram disputadas em um local com menos de 8.000 lugares, exceto em 2020, quando toda a temporada foi realizada em um local fechado sem público devido à pandemia.

Ao longo da história da liga, jogos de playoffs e finais já foram realizados em locais alternativos por conflitos de agenda ou reformas, como a Arena at Gwinnett Center (atual Gas South Arena) em 2013, que comporta cerca de 13.000 pessoas. Finais também já ocorreram em ginásios universitários, como Eastern Michigan, University of Illinois Chicago, USC, Minnesota e George Mason.

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Estrelas do New York Liberty afirmam que futuro de Chris DeMarco como técnico não depende delas

Estrelas do New York Liberty afirmam que futuro de Chris DeMarco como técnico não depende delas

Após a eliminação do New York Liberty nas semifinais da WNBA, as principais jogadoras do time afirmaram que a decisão sobre a permanência do técnico Chris DeMarco não está nas mãos do elenco.

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O New York Liberty foi eliminado nas semifinais da WNBA ao perder por 85 a 83 para o Atlanta Dream no jogo 3 da série. O técnico Chris DeMarco, em sua primeira temporada no comando da equipe, declarou que espera retornar para a próxima temporada. No entanto, as três estrelas do time — Breanna Stewart, Sabrina Ionescu e Jonquel Jones — foram unânimes ao afirmar que o futuro do treinador não depende delas.

Breanna Stewart destacou que acredita plenamente que o time tinha condições de conquistar o título nesta temporada, mas lamentou a oportunidade perdida. Ela ressaltou a importância da consistência ao longo das 44 partidas da temporada regular, algo que, segundo ela, o Liberty não conseguiu manter. "Não é como estudar para uma prova de última hora, você precisa estar pronto desde o começo", afirmou.

Sabrina Ionescu e Jonquel Jones reforçaram que a decisão sobre o técnico não cabe ao grupo de jogadoras. Ionescu agradeceu o empenho de DeMarco e sua postura positiva durante os altos e baixos da temporada. Jones ressaltou que o papel das jogadoras é representar bem a organização e os fãs, deixando a decisão sobre o treinador para a diretoria.

Após duas aparições consecutivas nas finais da WNBA desde a chegada de Stewart e Jones em 2023, o Liberty não conseguiu repetir o feito nesta temporada. As três jogadoras têm contrato por mais duas temporadas, o que representa a janela atual para buscar o título.

DeMarco foi contratado em dezembro para substituir Sandy Brondello, que deixou o cargo após quatro temporadas. A temporada de 2026 do Liberty foi marcada por altos e baixos, com um início de 13 vitórias e 12 derrotas e a oitava campanha nos playoffs. A equipe enfrentou dificuldades com a disponibilidade de jogadores, incluindo ausências significativas de Ionescu, Leonie Fiebich e Satou Sabally, além da dispensa de Betnijah Laney-Hamilton.

Apesar das dificuldades, as jogadoras destacaram a união do grupo durante a temporada. No entanto, o Dream, time defensivamente forte e atlético, expôs as fragilidades do Liberty nas semifinais, mesmo sem contar com sua principal pontuadora, Allisha Gray, durante quase toda a série.

DeMarco reconheceu que pretende avaliar a temporada com calma, considerando todos os aspectos, incluindo o desempenho da equipe técnica e dos jogadores. A inexperiência do treinador foi notada em momentos decisivos, como no final do jogo 2, quando não parou o jogo para esclarecer se o time tinha um tempo técnico disponível.

Breanna Stewart foi um dos pontos positivos do Liberty em 2026, jogando 42 das 44 partidas da temporada regular. Ela expressou frustração por não ter conseguido aproveitar totalmente a temporada saudável para levar o time mais longe.

Ao final da eliminação, Stewart demonstrou emoção ao pensar nos torcedores, que esperaram 28 anos pelo primeiro título da franquia e agora terão de esperar mais um ano pelo segundo. "Sei o quanto eles nos apoiam e queríamos continuar jogando por eles", disse a jogadora.

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Atlanta Dream e Golden State Valkyries avançam às finais da WNBA com varridas nas semifinais

Atlanta Dream e Golden State Valkyries avançam às finais da WNBA com varridas nas semifinais

Atlanta Dream e Golden State Valkyries garantiram suas vagas nas finais da WNBA após varrerem seus adversários nas semifinais. Dream superou New York Liberty e Valkyries eliminaram as campeãs Las Vegas Aces.

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Na última sexta-feira, Atlanta Dream e Golden State Valkyries confirmaram suas classificações para as finais da WNBA com varridas nas semifinais. O Dream venceu o New York Liberty, enquanto as Valkyries eliminaram as Las Vegas Aces, atuais campeãs da liga.

O Atlanta Dream entrou nas finais com uma sequência de 10 vitórias consecutivas, incluindo a série contra o Liberty. No jogo decisivo, o Dream venceu por 85 a 83 no Barclays Center. Rhyne Howard e Jordin Canada foram fundamentais, com Canada anotando 19 pontos e 11 assistências, conquistando seu quarto duplo-duplo nos playoffs e décimo na temporada. Angel Reese também teve destaque com 22 pontos. O Liberty contou com 26 pontos e 14 rebotes de Jonquel Jones e boas atuações de Breanna Stewart, mas erros ofensivos e defensivos custaram a virada. Esta foi a primeira vez desde 2012 que o Liberty foi varrido nos playoffs.

Já as Golden State Valkyries venceram as Las Vegas Aces por 87 a 77, dominando a prorrogação por 16 a 6. Gabby Williams, Tiffany Hayes e Kayla Thornton foram decisivas no tempo extra, com Williams e Hayes anotando 16 e 11 pontos, respectivamente, e Thornton 18 pontos no total. A defesa das Valkyries foi crucial para a virada, especialmente um roubo de bola de Williams nos minutos finais. Esta é a primeira vez que uma franquia de expansão chega às finais da WNBA em apenas sua segunda temporada na liga.

O Dream disputará sua primeira final desde 2013 e ainda busca seu primeiro título. As Valkyries, por sua vez, chegam ao maior palco da WNBA com a melhor defesa da liga e um ataque eficiente no pós-temporada. Ambas as equipes agora se preparam para a decisão do campeonato.

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All-Star Allisha Gray segue fora do Jogo 3 das semifinais da WNBA contra New York Liberty

All-Star Allisha Gray segue fora do Jogo 3 das semifinais da WNBA contra New York Liberty

A armadora Allisha Gray, principal pontuadora do Atlanta Dream, continuará fora do Jogo 3 das semifinais da WNBA contra o New York Liberty devido a uma lesão no dedo. O Dream lidera a série melhor de cinco por 2 a 0.

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A armadora Allisha Gray, destaque do Atlanta Dream e selecionada para o All-Star, permanecerá fora do Jogo 3 das semifinais da WNBA contra o New York Liberty, marcado para 9 de outubro de 2026 no Barclays Center.

Gray sofreu uma lesão no dedo durante o Jogo 1 da série, o que a fez atuar por apenas 11 minutos naquela partida. Ela também não participou do Jogo 2, realizado na quarta-feira, no qual o Dream venceu por 101 a 98 na prorrogação, ampliando a vantagem para 2 a 0 na série melhor de cinco.

A ausência de Gray representa um desafio para o Atlanta Dream, que busca a varrida na série contra o Liberty.

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Angel Reese assume papel de destaque nos playoffs da WNBA pelo Atlanta Dream

Angel Reese assume papel de destaque nos playoffs da WNBA pelo Atlanta Dream

Angel Reese, jogadora do Atlanta Dream, tem se destacado em sua estreia nos playoffs da WNBA, ajudando a equipe a liderar a série semifinal contra o New York Liberty. Com atuações decisivas e presença defensiva marcante, Reese tem sido fundamental para o sucesso do Dream na pós-temporada de 2026.

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Angel Reese está em sua quarta partida nos playoffs da WNBA e já demonstra maturidade e liderança em momentos decisivos. No segundo jogo da semifinal contra o New York Liberty, com a partida empatada e poucos segundos restantes na prorrogação, Reese orientou sua companheira DeWanna Bonner a fazer a reposição de bola no fundo da quadra para consumir o tempo restante, um movimento estratégico que ajudou a garantir a vitória do Atlanta Dream.

Na mesma partida, Reese marcou 23 pontos, seu recorde pessoal nos playoffs, além de 7 rebotes e 2 bloqueios, incluindo uma defesa impressionante sobre Sabrina Ionescu. Sua atuação ajudou o Dream a conquistar a nona vitória consecutiva e a abrir 2 a 0 na série melhor de cinco contra o Liberty.

Selecionada na sétima posição do draft de 2024 pelo Chicago Sky, Reese foi trocada para o Atlanta Dream em abril de 2026 após algumas divergências com sua equipe anterior. A mudança para Atlanta se mostrou positiva, com Reese se juntando a um elenco talentoso que inclui Rhyne Howard, Naz Hillmon, Allisha Gray e Jordin Canada.

Reese liderou a liga em rebotes pela terceira temporada consecutiva, conquistou o prêmio de Jogadora Defensiva do Ano pela primeira vez e ajudou o Dream a alcançar uma das melhores defesas da liga. Seu impacto vai além das estatísticas, sendo reconhecida como uma líder emocional e motor da equipe.

Nos playoffs, Reese tem médias de 17 pontos, 8,3 rebotes, 2,3 bloqueios e 1,8 roubos de bola por jogo. O Atlanta Dream apresenta a melhor eficiência defensiva da pós-temporada quando ela está em quadra, com os adversários tendo aproveitamento de apenas 31,2% nos arremessos contra ela nos jogos da semifinal.

Além do desempenho na WNBA, Reese conquistou uma medalha de ouro com a seleção dos Estados Unidos em Berlim, reforçando sua experiência em competições de alto nível. A jogadora expressou seu desejo de conquistar um título da WNBA, destacando que a equipe ainda não terminou sua jornada na temporada.

O técnico Karl Smesko elogiou a capacidade defensiva de Reese, afirmando que ela pode ser a jogadora mais disruptiva da liga defensivamente, o que justifica seu prêmio de Jogadora Defensiva do Ano. Reese também destacou a importância do apoio das companheiras e da química do grupo para seu sucesso individual e coletivo.

Com o Atlanta Dream a um passo das finais da WNBA pela primeira vez desde 2013, Angel Reese segue sendo peça fundamental para a equipe na busca pelo título de 2026.

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Controvérsia sobre pedido de timeout no overtime marca derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream nas semifinais da WNBA

Controvérsia sobre pedido de timeout no overtime marca derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream nas semifinais da WNBA

Após derrota por 101-98 na prorrogação, Breanna Stewart afirmou que árbitros informaram erroneamente que o New York Liberty não tinha direito a um timeout reset no overtime, o que foi contestado pelos oficiais. O Liberty fez uma consulta oficial à liga sobre o ocorrido.

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O Atlanta Dream venceu o New York Liberty por 101-98 na prorrogação do segundo jogo das semifinais da WNBA, assumindo uma vantagem de 2-0 na série e ficando a uma vitória das finais da liga.

Contudo, o jogo terminou envolto em polêmica. Breanna Stewart, duas vezes MVP da WNBA, afirmou em entrevista pós-jogo que os árbitros disseram à equipe que não havia mais um timeout reset disponível no overtime, quando na verdade havia.

"Não estou culpando os árbitros, mas quando perguntei a ambos se tínhamos um timeout reset no final, eles disseram que não, e saímos do jogo com o timeout reset ainda disponível, o que é bastante frustrante", declarou Stewart.

Ela explicou que perguntou ao árbitro Kevin Fahy, que consultou a chefe da arbitragem Fatou Cissoko-Stephens, e ambos confirmaram que não havia o timeout reset.

Nas regras da WNBA, durante o overtime, cada time tem direito a dois timeouts normais e um timeout reset, que permite avançar a bola sem precisar fazer o tradicional huddle na lateral da quadra.

Após uma perda de bola do Liberty no final, Angel Reese converteu dois lances livres que deram ao Dream uma vantagem de três pontos. O Liberty tentou um último arremesso desesperado, mas não conseguiu converter.

Em resposta à declaração de Stewart, Cissoko-Stephens afirmou que Fahy confirmou com sua parceira que o Liberty ainda tinha o timeout reset disponível, contestando a versão da jogadora.

O Liberty formalizou uma consulta junto à liga para apurar o caso, e uma fonte disse à ESPN que a WNBA recebeu o contato e seguirá os protocolos para investigar a situação.

O técnico do Liberty, Chris DeMarco, disse que vários membros da equipe foram informados que não havia timeout reset, mas ressaltou que a equipe precisa exigir mais e seguir em frente.

O treinador do Dream, Karl Smesko, afirmou que sabia que o Liberty tinha um timeout disponível, mas que a equipe adversária jogou de outra forma, e o Dream aproveitou a oportunidade para garantir a vitória.

Além da controvérsia, o Liberty cometeu 17 turnovers, que resultaram em 28 pontos para o Dream. Sabrina Ionescu assumiu a responsabilidade por uma perda de bola crucial nos segundos finais do overtime.

O Dream teve seis jogadores com pontuação em dois dígitos, liderados por 23 pontos de Angel Reese e Jordin Canada. Stewart, Jonquel Jones e Marine Fauthoux somaram 76 dos 98 pontos do Liberty.

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A'ja Wilson conquista quinto prêmio MVP da WNBA e entra para grupo seleto de lendas do esporte

A'ja Wilson conquista quinto prêmio MVP da WNBA e entra para grupo seleto de lendas do esporte

A'ja Wilson, das Las Vegas Aces, venceu seu quinto prêmio MVP da WNBA, um recorde na história da liga. Ela liderou sua equipe a mais uma aparição nos playoffs com médias impressionantes e agora integra um grupo restrito de atletas com cinco ou mais MVPs em grandes ligas esportivas.

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A'ja Wilson, pivô das Las Vegas Aces, conquistou seu terceiro prêmio MVP consecutivo e o quinto em sua carreira na WNBA, estabelecendo um novo recorde na liga. Nesta temporada, Wilson teve médias de 26,0 pontos e 9,4 rebotes por jogo, com um aproveitamento de arremessos verdadeiro (True Shooting) de 62,5% e bloqueios superiores a 2,0 por partida pela quarta temporada seguida.

Nenhuma outra jogadora na história da WNBA havia conquistado mais de três prêmios MVP, recorde anteriormente dividido por Sheryl Swoopes, Lisa Leslie e Lauren Jackson. Wilson agora detém cerca de 17% de todos os MVPs concedidos na história de três décadas da liga.

Comparando com outras grandes ligas esportivas da América do Norte, apenas oito atletas em NBA, NFL, MLB, NHL e WNBA conquistaram cinco ou mais MVPs, colocando Wilson em uma companhia de lendas do esporte mundial.

Além disso, ela faz parte de um grupo exclusivo de jogadores que venceram três MVPs consecutivos, ao lado de nomes como Larry Bird, Wilt Chamberlain, Shohei Ohtani, Bobby Orr e Brett Favre.

Wilson também é uma das seis estrelas de todos os esportes profissionais norte-americanos a conquistar pelo menos quatro MVPs em um intervalo de cinco anos, um feito reservado a candidatos ao título de melhor de todos os tempos.

Manter-se no auge do esporte por tanto tempo é um desafio devido a fatores como desempenho, saúde, fadiga dos votantes e a ascensão de novos talentos. Wilson, no entanto, continua superando esses obstáculos ao se destacar claramente nas estatísticas, liderando a WNBA em LAKER Wins Added e com margem ainda maior em outras métricas, como Win Shares.

Na temporada passada, a disputa pelo MVP chegou a ser acirrada com Napheesa Collier, do Minnesota Lynx, mas uma lesão de Collier e o desempenho excepcional de Wilson no final da temporada garantiram a ela o prêmio mais uma vez.

Wilson completou 30 anos durante a temporada, mas ainda é considerada com 29 anos para fins estatísticos, o que a coloca em um grupo restrito com Wayne Gretzky e Kareem Abdul-Jabbar, que também conquistaram cinco ou mais MVPs até essa idade.

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