
Lynx perdem liderança no WNBA Power Rankings após pausa para a Copa do Mundo
Minnesota Lynx foram derrotadas pelo Atlanta Dream e caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings. As Valkyries assumiram o topo após uma sequência de três vitórias. A pausa para a Copa do Mundo é vista como oportunidade para ajustes e recuperação antes da reta final da temporada.
O Minnesota Lynx perdeu para o Atlanta Dream por 89 a 81 no dia 30 de agosto, em jogo realizado no Gateway Center. Com essa derrota, os Lynx caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings, sendo ultrapassados pelas Dallas Valkyries, que conquistaram três vitórias consecutivas na última semana.
A técnica do Lynx, Cheryl Reeve, comentou que apesar das duas derrotas seguidas, não há motivo para preocupação. Ela destacou a necessidade de a equipe se adaptar à maior fisicalidade dos adversários e usar isso a seu favor. O Lynx enfrentou uma das partes mais difíceis do calendário, com oito dos dez jogos de agosto contra times que estão nos playoffs.
Durante a pausa para a Copa do Mundo Feminina da FIBA, que ocorre na Alemanha, o Lynx pretende ajustar seu plano de jogo e recuperar jogadores, como Napheesa Collier, que ainda não está 100% após cirurgia nos tornozelos. Jogadoras que não participam do Mundial, como a novata Olivia Miles, terão tempo para descanso e aprimoramento.
As Valkyries, que retomaram a liderança do ranking pela primeira vez desde julho, venceram Connecticut, Nova York e Portland na última semana, mostrando forte desempenho defensivo. A equipe buscará aprimorar seu ataque durante o intervalo.
Outros times também se preparam para a reta final da temporada. O Las Vegas Aces enfrenta desafios com lesões de NaLyssa Smith e A'ja Wilson, enquanto o Indiana Fever aposta na dupla Caitlin Clark e Kelsey Mitchell, ambas participando do Mundial. O Atlanta Dream, líder da temporada regular, conta com Angel Reese, que estabeleceu o recorde de 29 duplos-duplos em uma temporada da WNBA.
A pausa para a Copa do Mundo é vista como um momento crucial para as equipes ajustarem estratégias, recuperarem atletas e se prepararem para os playoffs, que começam após o retorno dos jogos em 17 de setembro.
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Com ausências de A'ja Wilson e Kelsey Plum, técnico Kara Lawson encara desafio para definir escalação inicial do Team USA na Copa do Mundo de Basquete Feminino
A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas da seleção dos EUA para a Copa do Mundo de Basquete Feminino por questões de saúde. O técnico Kara Lawson precisa decidir a escalação inicial para o jogo de abertura contra a China, considerando a experiência e o desempenho dos jogadores disponíveis.
A seleção feminina de basquete dos Estados Unidos sofreu baixas importantes para a Copa do Mundo da FIBA, que será disputada em Berlim. A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas por questões de saúde e substituídas por Kiki Iriafen e Sonia Citron. Wilson não participou de jogos recentes da WNBA e sua ausência parece estar relacionada a fadiga, enquanto Plum se recupera de uma lesão na perna que a afastou da temporada.
Wilson e Plum eram peças fundamentais, com Wilson sendo a principal pontuadora nos últimos torneios importantes e Plum a segunda maior pontuadora na Copa do Mundo de 2022. A ausência delas complica a montagem da equipe titular para o técnico Kara Lawson.
A equipe ainda conta com nomes experientes como Breanna Stewart, que tem sido titular em todas as competições desde 2014 e foi a segunda maior pontuadora nos Jogos Olímpicos de 2024. Napheesa Collier, que voltou de cirurgia nos tornozelos, também deve ser titular, assim como Rhyne Howard, que tem tido a melhor temporada da carreira na WNBA.
A principal dúvida está na posição de armadora titular. Chelsea Gray, com vasta experiência internacional e boa relação com a treinadora Lawson, é favorita para iniciar os jogos. No entanto, Caitlin Clark e Paige Bueckers, jovens estrelas da WNBA, apresentam desempenho superior na temporada atual, mas ainda não têm experiência em grandes torneios internacionais.
Para o último lugar na escalação inicial, Lawson pode optar por Aliyah Boston ou Angel Reese para reforçar o frontcourt, especialmente para compensar a ausência de Wilson. Boston oferece tamanho e capacidade de arremesso de três pontos, enquanto Reese é reconhecida pela defesa e rebotes.
A equipe também tem opções no perímetro com Kahleah Copper e Sonia Citron, que podem entrar como reservas para fortalecer a defesa e o ataque.
Diante dessas variáveis, é possível que Lawson utilize diferentes formações ao longo do torneio, adaptando-se aos adversários e às necessidades do jogo. Para a estreia contra a China, a provável escalação inicial inclui Chelsea Gray como armadora, Rhyne Howard na ala, Napheesa Collier e Breanna Stewart no frontcourt, e uma escolha entre Aliyah Boston ou Angel Reese para fechar o quinteto.
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Kelsey Plum e A'ja Wilson desfalcam seleção dos EUA na Copa do Mundo Feminina da FIBA
Kelsey Plum ficará fora do restante da temporada 2026 da WNBA devido a uma lesão na panturrilha e, junto com A'ja Wilson, não participará da Copa do Mundo Feminina da FIBA. Kiki Iriafen e Sonia Citron foram convocadas para substituir as jogadoras na equipe americana.
Kelsey Plum e A'ja Wilson não participarão da Copa do Mundo Feminina da FIBA por motivos de saúde. O Phoenix Mercury anunciou que Plum ficará afastada pelo restante da temporada 2026 da WNBA devido a uma lesão na panturrilha que não cicatrizou completamente. A'ja Wilson, quatro vezes MVP da WNBA, também ficará de fora para descansar e se preparar para os playoffs após uma carga intensa de jogos na temporada pelo Las Vegas Aces.
A USA Basketball confirmou que Kiki Iriafen e Sonia Citron, ambas companheiras de equipe de Wilson em Washington, foram convocadas para substituir Plum e Wilson no elenco que disputará o Mundial na Alemanha. Iriafen participou do time americano que venceu o qualificatório para a Copa do Mundo em Porto Rico, enquanto Citron fará sua estreia na seleção nacional após se recuperar de uma lesão que a impediu de participar do torneio qualificatório.
Plum expressou em suas redes sociais que, apesar de seu desejo de continuar jogando, decidiu encerrar a temporada para focar na recuperação total do corpo. A decisão foi tomada após conversas com familiares, médicos e a comissão técnica, visando sua saúde a longo prazo.
Wilson, que também enfrentou problemas nas costas durante a temporada, não perdeu jogos recentes e foi uma peça fundamental para os Aces. Ela foi eleita a jogadora mais valiosa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e da Copa do Mundo de 2022.
Sem as duas veteranas, a equipe dos EUA contará com jovens talentos como Caitlin Clark, Angel Reese, Paige Bueckers, Rhyne Howard e Aliyah Boston, além de medalhistas olímpicas como Breanna Stewart, Napheesa Collier, Chelsea Gray, Jackie Young e Kahleah Copper.
Os Estados Unidos iniciarão a competição contra a China, que possui uma forte linha de frente com jogadoras altas, incluindo Zhang Ziyu, Han Xu e Li Yueru. As duas seleções se enfrentaram na final da Copa do Mundo de 2022 na Austrália.
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WNBA 2026: Minnesota, Las Vegas, Golden State, Indiana, Atlanta, Nova York, Washington e Dallas garantem vagas nos playoffs
A temporada regular da WNBA 2026 ainda não terminou, mas as oito equipes que disputarão os playoffs já estão definidas. Dallas Wings garantiu a última vaga na terça-feira, completando o grupo que avançará para a pós-temporada.
A temporada regular da WNBA 2026 ainda está em andamento, com término previsto para 24 de setembro, mas as oito equipes que disputarão os playoffs já foram definidas. As equipes classificadas são Minnesota Lynx, Las Vegas Aces, Golden State Valkyries, Indiana Fever, Atlanta Dream, New York Liberty, Washington Mystics e Dallas Wings.
O Dallas Wings garantiu a última vaga na pós-temporada após uma vitória sobre Portland, com todos os cinco titulares marcando dígitos duplos. Paige Bueckers, a primeira escolha do draft de 2025, lidera o time em pontos e assistências, enquanto Jessica Shepard é uma das duas jogadoras da liga com média de duplo-duplo. A equipe alcançou 23 vitórias, a maior desde 2007, e estabeleceu um recorde de 20 jogos com 90 ou mais pontos na temporada.
Os Washington Mystics asseguraram sua vaga após vencerem Portland, com Shakira Austin marcando 31 pontos e conseguindo seu primeiro jogo com 30 pontos e 10 rebotes. A equipe, a mais jovem da liga, retorna aos playoffs pela primeira vez desde 2023.
O New York Liberty também garantiu a classificação após a derrota do Chicago Sky. Liderados por Breanna Stewart, que mantém altos índices de aproveitamento, e com o retorno de Leonie Fiebich, o time venceu 10 dos últimos 13 jogos.
O Atlanta Dream confirmou a vaga com uma vitória sobre Phoenix, impulsionada por Angel Reese, que teve seu terceiro jogo consecutivo com pelo menos 20 pontos e 10 rebotes. A equipe possui o terceiro melhor ataque da liga e conta com três All-Stars.
Indiana Fever garantiu sua presença nos playoffs após a derrota de Portland para Toronto. Kelsey Mitchell se destacou com uma sequência recorde de jogos com 20 ou mais pontos, e a equipe alcançou 16 jogos com mais de 100 pontos, um recorde na WNBA.
Golden State Valkyries, que chegaram aos playoffs na temporada passada como franquia de expansão, repetem a façanha com uma defesa sólida e um elenco profundo. A equipe tem a melhor defesa da liga e uma sequência atual de seis vitórias.
Las Vegas Aces, campeãs da WNBA em 2025, asseguraram a vaga com nove jogos restantes na temporada regular. A'ja Wilson lidera a equipe com médias impressionantes e o time mantém um dos melhores trios da liga.
Minnesota Lynx foi a primeira equipe a garantir a classificação, após uma sequência de vitórias e o retorno de Napheesa Collier. A equipe conta com jovens talentos como Olivia Miles e Kayla McBride, que tem um recorde de 10 cestas de três pontos em um jogo.
Com as vagas definidas, as equipes agora se preparam para a disputa dos playoffs da WNBA 2026, que promete ser competitiva e emocionante.
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Natasha Cloud minimiza confronto com Enes Kanter Freedom e destaca questões que afetam mulheres e crianças
Natasha Cloud, do Chicago Sky, desconsiderou o confronto com Enes Kanter Freedom, chamando-o de "pessoa irrelevante" e afirmou que seu foco está em problemas que impactam mulheres e crianças em 2026.
Durante a preparação para o jogo do Chicago Sky contra o New York Liberty, Natasha Cloud evitou comentar sobre o incidente com Enes Kanter Freedom, ex-jogador da NBA, referindo-se a ele como uma "pessoa irrelevante". Ela afirmou que prefere concentrar sua atenção em questões que realmente afetam mulheres e crianças, como violência doméstica, agressão sexual e insegurança alimentar.
O confronto ocorreu durante uma partida em Chicago contra o Indiana Fever, quando Cloud se aproximou de Kanter Freedom, que estava na linha lateral vestindo uma camiseta com a frase "WOMAN noun. adult human female." Após um tempo pedido pelo Fever, Cloud expressou sua insatisfação em direção a Kanter Freedom, que foi contido por seguranças e jogadores do Sky.
O proprietário do Chicago Sky, Michael Alter, baniu Kanter Freedom de futuros jogos em casa da equipe, uma decisão elogiada por Cloud como uma forma de proteção aos jogadores.
Kanter Freedom e Royce White, outro ex-jogador da NBA, declararam-se para o draft da WNBA afirmando se identificar como mulheres, mas fontes indicam que ambos não são elegíveis para jogar na liga. A WNBA enfrenta debates sobre a participação de mulheres transgênero, embora nunca tenha tido uma jogadora trans na liga. O acordo coletivo da WNBA restringe a liga a mulheres, mas não especifica identidade de gênero ou sexo ao nascer.
Cloud ressaltou que a liga não será usada como ferramenta em guerras políticas ou culturais e destacou o sucesso da temporada da WNBA, mencionando que a audiência do jogo contra o Indiana Fever alcançou 3,3 milhões de espectadores, o maior número desde 1997.
Ela também compartilhou um momento emocional ao dizer que uma fã trans chorou ao falar com ela, reforçando seu compromisso com as causas que defende, apesar de não desejar estar sempre na linha de frente.
Informações adicionais foram obtidas da Associated Press.
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WNBA anula falta técnica de Angel Reese e atleta não será suspensa
A WNBA rescindiu a falta técnica aplicada à ala Angel Reese, do Atlanta Dream, mantendo-a com sete faltas técnicas na temporada e evitando sua suspensão para o jogo contra o Minnesota Lynx.
A WNBA confirmou a anulação da falta técnica que Angel Reese recebeu na derrota do Atlanta Dream por 101-83 para o Portland Fire na última sexta-feira. Com a decisão, Reese permanece com sete faltas técnicas na temporada e não será suspensa para a partida contra o Minnesota Lynx, marcada para domingo.
A falta técnica foi marcada no quarto período após um confronto entre Reese e a armadora Carla Leite, do Portland, durante uma disputa de rebote. Segundo as regras da liga, jogadores que acumulam oito faltas técnicas na temporada regular são suspensos por um jogo e multados em US$ 1.500.
O técnico do Atlanta Dream, Karl Smesko, comentou após o jogo que, de sua perspectiva, a jogada não merecia uma falta técnica. Reese havia recebido sua sétima falta técnica em 9 de julho contra o Seattle Storm.
Smesko elogiou o desempenho da atleta, destacando que ela estava mantendo um bom comportamento e que ficou um longo período sem receber faltas técnicas.
O confronto contra o Lynx será o último do Dream antes da pausa para a Copa do Mundo FIBA. Angel Reese, que na última sexta-feira igualou o recorde da WNBA de duplos-duplos em uma temporada com seu 28º, anotando 16 pontos e 16 rebotes, integra a seleção dos Estados Unidos para o Mundial.
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Caitlin Clark e Kelsey Mitchell marcam 34 pontos cada em vitória dominante do Indiana Fever sobre Connecticut Sun
Caitlin Clark e Kelsey Mitchell marcaram 34 pontos cada na vitória do Indiana Fever por 111-91 contra o Connecticut Sun. A dupla estabeleceu recordes na temporada da WNBA com atuações consecutivas de 30 ou mais pontos.
Na partida realizada em Indianápolis, Caitlin Clark e Kelsey Mitchell foram protagonistas na vitória do Indiana Fever sobre o Connecticut Sun por 111-91. Ambas as jogadoras anotaram 34 pontos, contribuindo decisivamente para o resultado.
Essa foi a quarta vez na temporada que a dupla marcou 30 ou mais pontos em um jogo, ampliando o recorde da WNBA para uma dupla na mesma temporada. Além disso, é a primeira vez na história da liga que os mesmos companheiros de equipe marcam pelo menos 30 pontos em jogos consecutivos.
Clark e Mitchell participaram diretamente de 92 dos 111 pontos do Fever, seja marcando ou assistindo, o que representa o terceiro maior número em um jogo na história da WNBA, segundo o Elias Sports Bureau. O recorde da temporada foi estabelecido recentemente com 98 pontos combinados em um jogo contra o Chicago Sky.
A técnica do Fever, Stephanie White, destacou o talento da dupla, comparando-os a Diana Taurasi e Cappie Pondexter, que foram fundamentais para os títulos do Phoenix Mercury em 2007 e 2009. White ressaltou a explosividade e a consistência dos desempenhos de Clark e Mitchell.
Clark também registrou 12 assistências, alcançando seu quinto jogo na temporada com duplo-duplo de pelo menos 30 pontos e 10 assistências. Mitchell, por sua vez, alcançou sua 24ª partida consecutiva com 20 ou mais pontos.
O Indiana Fever entrou em pausa de três semanas para o Campeonato Mundial Feminino da FIBA, com Clark, Aliyah Boston e a treinadora Stephanie White participando do torneio em Berlim. Boston marcou 14 pontos na partida.
Clark comentou sobre sua recuperação física após lesões e disse que se sente provavelmente melhor do que nunca na carreira, destacando a importância de jogar sem pensar demais.
Pelo Connecticut Sun, Diamond Miller marcou 19 pontos e Nell Angloma 17, mas a equipe perdeu seis dos últimos oito jogos.
No desenvolvimento do jogo, o Indiana Fever fez uma sequência de 10-0 para encerrar o primeiro quarto e iniciar o segundo, reduzindo um déficit inicial de 28-14. Clark e Mitchell marcaram os primeiros 12 pontos de uma sequência de 18-2 para fechar o primeiro tempo com vantagem de 58-43.
Apesar de o Sun ter reduzido a diferença para 62-52 no terceiro quarto, o Fever respondeu com uma sequência de 14-5, aumentando a vantagem para 76-57, placar que o time visitante não conseguiu superar.
Durante o terceiro quarto, Mitchell alcançou sua 911ª assistência, ultrapassando a assistente técnica do Fever, Briann January, e assumindo o segundo lugar na lista de líderes de assistências da franquia.

