Pete Prisco destaca Jaguars e Cowboys no topo das primeiras NFL Power Rankings da temporada
Pete Prisco publicou sua primeira edição das Power Rankings da NFL para a semana 1, colocando Jaguars e Cowboys entre os cinco melhores times. Rams e Seahawks aparecem no topo, mas não devem terminar a temporada nas primeiras posições.
Pete Prisco divulgou sua primeira lista de Power Rankings da NFL para a semana 1 da temporada, destacando os Jaguars e Cowboys como fortes candidatos ao Super Bowl, ambos iniciando a temporada entre os cinco melhores times segundo sua avaliação.
Apesar de Rams e Seahawks estarem no topo da lista para o início da temporada, Prisco não acredita que essas equipes manterão essas posições até o fim da temporada. Ele aposta que Jaguars e Cowboys terão desempenho superior e desafia os céticos a conversarem com ele em fevereiro, após o término da temporada.
No entanto, os Cowboys enfrentam um desafio significativo com a lesão do guard Tyler Smith, que deve ficar fora entre quatro a seis semanas após uma cirurgia no polegar, o que pode impactar sua posição nas rankings.
Além disso, a lista inclui outras equipes como Patriots, Chargers, Vikings, Lions e Steelers, posicionadas entre os lugares 16 e 20, respectivamente.
Para mais detalhes, é possível conferir a lista completa das Power Rankings da semana 1 no site da CBS Sports.
Fontes
Encontrou um problema?
Se você identificar erro no conteúdo, envie um reporte para revisão editorial.
Mais sobre WNBA

Estados Unidos domina Czechia e encerra fase de grupos
A seleção dos Estados Unidos venceu Czechia por 105 a 64, garantindo sua 33ª vitória consecutiva no torneio e encerrando a fase de grupos com autoridade.
A equipe dos Estados Unidos mostrou reação após sua pior atuação ofensiva em 50 anos ao derrotar Czechia por 105 a 64 na fase de grupos. Breanna Stewart e Napheesa Collier foram fundamentais para o desempenho americano, com Stewart anotando 19 pontos, sete rebotes e seis assistências em apenas 17 minutos, e Collier contribuindo com 12 pontos.
Stewart, que vinha de um jogo abaixo do esperado contra a Itália, onde errou seus primeiros oito arremessos, começou forte contra Czechia, marcando 11 pontos no primeiro quarto e ajudando a equipe a abrir uma vantagem de 29-15. Collier assumiu o protagonismo no segundo quarto, ajudando a ampliar a vantagem para 57-33 no intervalo.
A técnica Kara Lawson destacou a importância da confiança e agressividade das jogadoras veteranas para o sucesso da equipe. A vitória americana marcou a 33ª consecutiva da seleção em Copas do Mundo, desde a derrota nas semifinais para a Rússia em 2006.
Czechia, que participava da Copa do Mundo pela primeira vez desde 2014, terminou a fase de grupos sem vitórias. A equipe conquistou a medalha de prata quando sediou o torneio em 2010.
Na próxima fase, os Estados Unidos enfrentarão o vencedor do confronto entre Hungria e Japão nas quartas de final, que será disputado na terça-feira.
Outros resultados do dia incluíram vitórias da China sobre a Itália, Alemanha sobre Mali, Bélgica sobre Austrália, Porto Rico sobre Turquia, França sobre Nigéria, Espanha sobre Japão e Hungria sobre Coreia.
Fontes

Estados Unidos vence Itália e amplia sequência de vitórias na Copa do Mundo Feminina de Basquete para 32 jogos
A seleção feminina dos Estados Unidos superou a Itália por 55 a 52 na Copa do Mundo de Basquete, mantendo uma impressionante sequência de 32 vitórias consecutivas no torneio. A partida foi marcada por uma forte defesa italiana e um desempenho ofensivo abaixo do habitual das americanas.
A equipe dos Estados Unidos enfrentou seu maior desafio em quase duas décadas na Copa do Mundo Feminina da FIBA, mas conseguiu a vitória sobre a Itália graças a cestas decisivas no final e uma jogada defensiva crucial de Chelsea Gray.
Jackie Young liderou o ataque americano com 10 pontos, em um jogo em que a equipe marcou apenas 55 pontos, o menor total em uma vitória na Copa do Mundo desde 1967. A seleção americana (2-0) mantém uma sequência de 32 vitórias consecutivas na competição, iniciada após a derrota para a Rússia nas semifinais de 2006.
A Itália adotou uma defesa em zona 2-3 que dificultou o ritmo das americanas, que tiveram aproveitamento de apenas 29% nos arremessos de quadra e 1 em 12 em tiros de três pontos. O time italiano, fazendo sua primeira aparição na Copa do Mundo desde 1994, chegou a liderar o placar no quarto período, mas não conseguiu segurar a reação dos Estados Unidos.
Breanna Stewart destacou a dificuldade imposta pela Itália e elogiou a resiliência do time americano. A técnica Kara Lawson comentou que o torneio tem sido o mais desafiador até agora, ressaltando que cada partida tem sido uma verdadeira batalha.
Nos momentos finais, os Estados Unidos conseguiram uma sequência de 7 a 0 para virar o jogo, com Stewart marcando sua primeira cesta após errar as oito primeiras tentativas. Chelsea Gray foi fundamental ao forçar uma falta ofensiva e converter uma cesta importante, além de um arremesso que ampliou a vantagem para cinco pontos a pouco mais de um minuto do fim.
A Itália teve uma última chance de empatar com um arremesso de três pontos de Cecilia Zandalasini, que não entrou. Zandalasini foi a principal pontuadora italiana com 14 pontos e pediu desculpas pela reação emocional ao final da partida.
Com a vitória, os Estados Unidos avançam para o próximo jogo contra a República Tcheca, já eliminada após duas derrotas. A Itália enfrenta a China na sequência do Grupo D.
Além disso, a competição teve outras partidas importantes, como a vitória da Bélgica sobre Porto Rico e da Austrália contra a Turquia, garantindo suas vagas na fase final do torneio.
Fontes

Mali surpreende a Espanha na Copa do Mundo Feminina de Basquete da FIBA
Mali conquistou uma vitória histórica ao derrotar a Espanha por 82-73 na Copa do Mundo Feminina de Basquete da FIBA. Essa foi apenas a segunda vitória do país africano na história do torneio.
Mali protagonizou a primeira grande surpresa da Copa do Mundo Feminina de Basquete da FIBA ao vencer a Espanha por 82-73, em partida realizada no sábado. Essa vitória representa apenas o segundo triunfo de Mali na história do campeonato, tendo o primeiro ocorrido em 2010 contra Senegal, em jogo que foi decidido na prorrogação.
No confronto contra a Espanha, Mali estava atrás no placar por dois pontos ao final do primeiro tempo, mas dominou o terceiro quarto com um parcial de 31-19. Durante essa fase, Mali virou o jogo com uma sequência de 16-4, passando de 44-45 para assumir a liderança definitiva. Sika Kone, jogadora do Atlanta Dream na WNBA, foi destaque ao marcar 19 pontos e capturar 10 rebotes, incluindo dois arremessos de três pontos durante a virada.
No último quarto, Mali iniciou com os primeiros cinco pontos, com mais um arremesso de três pontos de Kone, consolidando a vitória. A Espanha não conseguiu se aproximar a menos de nove pontos no restante do jogo. Djeneba N'Diaye também foi fundamental para Mali, anotando 19 pontos.
Com o resultado, Mali soma agora um retrospecto de 2 vitórias e 10 derrotas em sua história na Copa do Mundo Feminina. A Espanha, considerada uma das principais equipes do mundo, ficou com uma campanha de 1 vitória e 1 derrota no torneio. Outros jogos do dia incluíram confrontos entre Nigéria e Hungria, Alemanha e Japão, além de França contra Coreia.
Fontes

Los Angeles Sparks contratam Ariana Andonian como nova gerente geral
O Los Angeles Sparks anunciou a contratação de Ariana Andonian como gerente geral da equipe. Andonian, que atuava como vice-presidente de pessoal de jogadores e gerente geral do Delaware Blue Coats, afiliado da G League do Philadelphia 76ers, assume o cargo em um momento de transição para a franquia.
O Los Angeles Sparks contratou Ariana Andonian como sua nova gerente geral, conforme anunciado pela franquia. Andonian substitui Raegan Pebley, que foi demitida, após um período em que os assistentes técnicos Zach Knowlton e Nate Nielsen atuaram como gerentes gerais interinos.
Ariana Andonian traz uma vasta experiência no basquete profissional. Ela foi gerente geral e vice-presidente de pessoal de jogadores do Delaware Blue Coats, afiliado da G League do Philadelphia 76ers. Antes disso, iniciou sua carreira na NBA em 2015 com o Houston Rockets, onde trabalhou por quatro temporadas em operações de basquete e scouting.
Além da experiência prática, Andonian possui um MBA pela Duke University e trabalhou como consultora de pessoal para o programa masculino de basquete da universidade, sob a orientação dos técnicos Mike Krzyzewski e Jon Scheyer. Posteriormente, passou quatro temporadas no Memphis Grizzlies, liderando o scouting de jogadores de ensino médio e internacional.
A gerente geral é natural da Califórnia e graduada pela USC. Em sua declaração, Andonian destacou a importância da cultura e do compromisso da franquia: "Esta é uma franquia com um legado de campeonatos, parte da história do basquete profissional feminino. Meu objetivo é construir uma cultura de excelência centrada em pessoas fortes, processos eficazes e total apoio aos nossos jogadores dentro e fora das quadras."
O Sparks enfrenta um período de transição, com a aposentadoria da veterana ala Nneka Ogwumike prevista para o final da temporada. Além disso, a armadora Kelsey Plum, considerada uma peça chave para o futuro da equipe, foi negociada com o Phoenix Mercury em agosto e será agente livre.
Andonian terá sob sua responsabilidade todos os aspectos das operações de basquete do Sparks, incluindo construção de elenco, avaliação de jogadores, scouting e estratégia. Ela também decidirá o futuro da técnica Lynne Roberts, que está na segunda temporada à frente da equipe.
Eric Holoman, sócio-gerente e governador do Sparks, elogiou a nova gerente geral: "Ariana se destacou como uma avaliadora excepcional de talentos e uma executiva de basquete visionária. Ela compreende a importância de identificar talentos, desenvolver jogadores e criar uma cultura sustentável de sucesso."
Desde sua estreia na WNBA em 1997, o Sparks terá agora seu sexto gerente geral. A instabilidade na função aumentou nos últimos sete anos, após a saída de Penny Toler, que foi gerente geral de 2000 a 2019. Desde então, Derek Fisher, Karen Bryant e Raegan Pebley ocuparam o cargo, com Fisher também atuando como técnico da equipe.
Fontes

Comissária da WNBA, Cathy Engelbert, anuncia aposentadoria para o final de 2023
Cathy Engelbert, comissária da WNBA desde 2019, anunciou que se aposentará no dia 31 de dezembro de 2023. Durante sua gestão, ela liderou um período de crescimento significativo da liga, apesar de críticas recentes sobre sua liderança.
Cathy Engelbert, comissária da WNBA desde maio de 2019, comunicou que se aposentará ao final do ano de 2023. Ela destacou em seu comunicado a satisfação de ter contribuído para o crescimento e fortalecimento da liga, agradecendo a todos os envolvidos, incluindo jogadores, investidores, fãs e a equipe da WNBA e NBA.
Durante sua gestão, Engelbert supervisionou uma transformação importante no modelo de negócios da WNBA, incluindo a negociação de contratos de direitos de mídia no valor de US$ 3,1 bilhões, a ampliação da temporada para 50 jogos e a expansão da liga para 18 mercados até 2030. Ela também conduziu dois acordos coletivos de trabalho, com o mais recente garantindo os primeiros salários de US$ 1 milhão e um modelo abrangente de compartilhamento de receitas para o esporte feminino.
Apesar dos avanços, a liderança de Engelbert enfrentou críticas, especialmente após declarações da jogadora Napheesa Collier, que classificou a gestão como "negligente". Engelbert afirmou que a decisão de se aposentar foi pessoal e negou pressões externas para deixar o cargo. Ela também mencionou que vinha trabalhando em um plano de sucessão e que há candidatos internos e externos sendo considerados para a próxima liderança.
Engelbert ressaltou a importância de proteger as jogadoras contra ataques online e afirmou que não há questões atuais relacionadas à elegibilidade de atletas transgêneros na liga. A presidente da WNBPA, Nneka Ogwumike, e a jogadora Breanna Stewart elogiaram a contribuição de Engelbert para a WNBA.
O próximo comissário será o sexto líder da WNBA, que está em sua 30ª temporada, e continuará a se reportar ao comissário da NBA, Adam Silver, que também agradeceu a Engelbert pelo seu compromisso e liderança durante o período de maior crescimento da liga.
Fontes

Enes Kanter Freedom processa Chicago Sky e proprietários da Wintrust Arena por violação da Primeira Emenda
Enes Kanter Freedom entrou com uma ação judicial contra o Chicago Sky e os donos da Wintrust Arena, alegando que seus direitos à liberdade de expressão foram violados após ser retirado de um jogo da WNBA e banido da arena.
Enes Kanter Freedom apresentou uma queixa de 15 páginas na quinta-feira no Distrito Norte do Illinois, Divisão Leste, contra o Chicago Sky, a cidade de Chicago e a Metropolitan Pier and Exposition Authority, proprietária e operadora da Wintrust Arena.
A ação judicial decorre de um incidente ocorrido em 23 de agosto, durante um jogo do Chicago Sky contra o Indiana Fever. Kanter Freedom, que estava sentado à beira da quadra usando uma camiseta preta com a frase "WOMAN noun. adult human female.", envolveu-se em uma altercação verbal com a armadora do Sky, Natasha Cloud, no final do terceiro quarto.
Durante um tempo técnico, Cloud se aproximou de Kanter Freedom e gritou com ele. Kanter estava com os braços abertos e deu alguns passos em direção à quadra antes de ser impedido pela segurança, que o orientou a deixar o local.
O proprietário do Chicago Sky, Michael Alter, declarou que Kanter Freedom iniciou provocações contra Cloud, que é uma defensora dos direitos LGBTQ+. Alter afirmou que Kanter demonstrou ser uma potencial ameaça e que não poderia ser permitido seu retorno à arena até que provasse o contrário.
Alter ressaltou que respeita a Primeira Emenda e o direito das pessoas às suas crenças, mas que os espectadores devem seguir as regras da liga e do time ao adquirirem ingressos. Ele explicou que a segurança agiu para prevenir uma ameaça antes que ela se intensificasse.
Em postagem nas redes sociais anunciando o processo, Kanter Freedom afirmou que exercia pacificamente seus direitos à liberdade de expressão quando foi expulso. Ele destacou que sua camiseta definiu "mulher" de forma que, segundo ele, a WNBA não conseguiu, e que não houve ameaças ou violência, apenas uma afirmação biológica.
Kanter declarou que não será intimidado nem silenciado e que continuará defendendo as mulheres e a liberdade de expressão.

