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Prazo final de trocas da WNBA em 2026 pode movimentar Kelsey Plum, Aneesah Morrow e Betnijah Laney-Hamilton

Prazo final de trocas da WNBA em 2026 pode movimentar Kelsey Plum, Aneesah Morrow e Betnijah Laney-Hamilton

Com o prazo final de trocas da WNBA marcado para 2 de agosto de 2026, jogadores como Kelsey Plum, Aneesah Morrow e Betnijah Laney-Hamilton podem ser negociados. As equipes avaliam suas necessidades para os playoffs e o futuro, enquanto consideram contratos e condições de saúde dos atletas.

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O prazo final para trocas na WNBA em 2026 está próximo, com a data limite marcada para as 15h ET do dia 2 de agosto. Diversos times devem avaliar suas estratégias para a reta final da temporada e para o futuro, considerando as condições contratuais e de saúde dos jogadores.

Kelsey Plum, que foi trocada para o Los Angeles Sparks em fevereiro de 2025, tem sido um dos nomes mais comentados. Após conquistar dois títulos com o Las Vegas Aces em 2022 e 2023, Plum teve uma boa média de pontos e assistências, mas está afastada dos jogos desde 21 de junho devido a uma lesão na perna esquerda. O Sparks, com campanha de 10-17, pode estar focando no futuro, especialmente após a saída do gerente geral Raegan Pebley. Plum, que completa 32 anos em agosto e está em contrato de um ano, poderia ser uma peça importante para times como o Golden State Valkyries, que tem a melhor defesa da liga, ou o Washington Mystics, que buscam maior competitividade.

Aneesah Morrow, selecionada na 7ª posição do draft de 2025, tem mostrado evolução na WNBA, principalmente em rebotes. Com 23 anos e ainda em contrato de novata, Morrow pode ser alvo do Toronto Tempo, que enfrenta dificuldades na posição de pivô, ou do Phoenix Mercury, que busca reforços para a disputa dos playoffs. Sua condição física é um ponto de atenção, pois já perdeu nove jogos na temporada.

Betnijah Laney-Hamilton, do New York Liberty, tem tido seu tempo de quadra reduzido e não joga desde 12 de julho, embora não esteja oficialmente lesionada. Aos 32 anos e com contrato protegido de veterana, Laney-Hamilton pode ser negociada para times que busquem experiência defensiva, como Dallas Wings, Toronto ou Connecticut.

Outros nomes em observação incluem Allie Quigley, do Dallas Wings, que pode se beneficiar de uma mudança de ambiente, e Skylar Diggins, do Chicago Sky, que está insatisfeita com seu papel na equipe e também pode ser negociada. Diggins, com 35 anos, está em contrato protegido de veterana e tem médias sólidas de pontos e assistências, mas o interesse de outras equipes dependerá do valor e do contrato.

Com muitos jogadores em contratos de um ano após o novo acordo coletivo, as negociações podem ser influenciadas pela incerteza sobre renovações e pelo valor dos futuros drafts. As equipes precisam equilibrar a busca por vitórias imediatas e a construção de um elenco competitivo para as próximas temporadas.

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Kelsey Plum dos Los Angeles Sparks comenta especulações de troca: 'É negócio'

Kelsey Plum dos Los Angeles Sparks comenta especulações de troca: 'É negócio'

A armadora cinco vezes All-Star Kelsey Plum afirmou que não está levando para o lado pessoal as especulações sobre uma possível troca antes do prazo final da WNBA. Plum destacou que entende o esporte profissional como um negócio e que seguirá focada em jogar pelo Sparks.

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Kelsey Plum, armadora cinco vezes All-Star do Los Angeles Sparks, comentou nesta quinta-feira sobre as crescentes especulações de que poderia ser trocada antes do prazo final de trocas da WNBA, que ocorre no domingo. Plum afirmou que não está levando as especulações para o lado pessoal, reforçando que entende que o esporte profissional é um negócio e que as decisões são feitas para o melhor interesse das equipes.

A jogadora, que está afastada desde 21 de junho devido a uma lesão na perna esquerda, planeja retornar na próxima partida do Sparks contra o Portland Fire, que será disputada logo após o prazo de trocas. Plum declarou que pretende jogar mesmo com restrições de minutos e que está animada para voltar às quadras.

Os Sparks enfrentam uma sequência de seis derrotas consecutivas e têm um retrospecto de 2-9 sem Plum, que também perdeu jogos no início da temporada por conta de uma lesão no tornozelo. Plum liderou a liga em pontuação em parte da temporada e tem médias pessoais de 23,9 pontos e 6,4 assistências por jogo em 12 partidas.

Fontes informaram à ESPN que o Sparks recebeu propostas para negociar Plum, mas o preço pedido pelo time tem sido considerado alto pelas equipes interessadas. Além disso, há preocupação de que Plum, que se tornará agente livre na próxima offseason, não se comprometa com um contrato além do restante desta temporada.

O Golden State Valkyries foi apontado como possível destino para Plum, mas a equipe hesita em abrir mão de jogadores importantes para viabilizar a troca. O Valkyries prefere manter sua atual formação e considera possível aguardar a free agency para realizar grandes contratações.

Existe a possibilidade real de Plum permanecer no Sparks até o fim da temporada, mesmo que o time corra o risco de perdê-la na free agency. Plum não comentou diretamente sobre seu futuro no time e afirmou que seu foco está em jogar no mais alto nível e ajudar o Sparks a vencer jogos.

O Los Angeles Sparks vive um momento de incerteza, após tentar acelerar seu processo de reconstrução com a troca da segunda escolha do draft de 2025 por Plum e a contratação de veteranas como Nneka Ogwumike e Ariel Atkins. O time está fora da disputa pelos playoffs pelo sexto ano consecutivo e não tem uma posição garantida na loteria do draft.

Recentemente, o Sparks demitiu a gerente geral Raegan Pebley e promoveu dois assistentes para cargos interinos. A diretoria do time, liderada pelo executivo Farhan Zaidi, que atua como conselheiro especial do proprietário Mark Walter, sinalizou que pode haver mudanças na estratégia do time após a temporada decepcionante de 2026. Zaidi afirmou que todas as opções estão em aberto e que o foco será no longo prazo para construir um time campeão.

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WNBA não aplicará punição a Paige Bueckers e Angel Reese por suposta aposta amigável

WNBA não aplicará punição a Paige Bueckers e Angel Reese por suposta aposta amigável

As estrelas da WNBA Paige Bueckers e Angel Reese não serão punidas após uma postagem nas redes sociais sobre uma aposta entre elas antes do jogo entre Dallas Wings e Atlanta Dream.

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A WNBA confirmou que Paige Bueckers e Angel Reese não sofrerão punições relacionadas a uma aparente aposta amigável feita antes do confronto entre seus times na última quarta-feira. A informação foi confirmada por uma fonte da liga ao ESPN.

A polêmica surgiu após uma postagem nas redes sociais da WNBA, que foi removida pouco tempo depois por conter uma mensagem considerada inadequada. A legenda da postagem mostrava Bueckers e Reese discutindo uma aposta feita no All-Star Weekend, com valores em dinheiro envolvidos, mas a liga ressaltou que a publicação não refletia suas políticas.

Em comunicado, a WNBA afirmou que os jogadores estão cientes das regras que proíbem apostas em jogos da liga e recebem treinamento anual sobre o tema. A entidade reconheceu que a postagem "errou o alvo", foi retirada e que o caso foi tratado internamente. A liga também aproveitou para reforçar que conversas sobre apostas, mesmo que em tom de brincadeira, podem ter consequências negativas.

O acordo coletivo da WNBA proíbe explicitamente apostas em jogos da liga, prevendo sanções que vão de multas a suspensões e até desligamento, conforme o Artigo XIV, Seção 5(c). No vídeo que gerou a repercussão, Bueckers e Reese aparecem brincando sobre uma aposta de 400 dólares feita entre elas, com trocas de provocações antes do jogo entre Dallas Wings e Atlanta Dream.

Após a vitória do Dream por 82 a 81, Reese comentou de forma descontraída que iria solicitar o pagamento via Apple Pay, reforçando o tom amistoso da situação. Até o momento, os times envolvidos não se pronunciaram oficialmente sobre o episódio.

As duas jogadoras voltam a atuar na sexta-feira, quando o Atlanta Dream recebe o Seattle Storm e o Dallas Wings enfrenta o Washington Mystics.

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WNBA suspende co-proprietária do Seattle Storm após confronto com torcedores

WNBA suspende co-proprietária do Seattle Storm após confronto com torcedores

A WNBA suspendeu Celeste Keaton, co-proprietária do Seattle Storm, por cinco jogos em casa após ela confrontar torcedores durante partida contra o Indiana Fever. Keaton também foi multada, conforme anunciado pela liga.

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A WNBA anunciou a suspensão de Celeste Keaton, co-proprietária do Seattle Storm, impedindo sua presença nos próximos cinco jogos em casa da equipe. A punição ocorreu após um confronto de Keaton com dois torcedores durante a partida contra o Indiana Fever, realizada na Climate Pledge Arena.

O incidente envolveu Keaton repreendendo os fãs que exibiam cartazes apoiando a jogadora do Fever, Sophie Cunningham, que recentemente fez declarações sobre atletas transgêneros. Segundo relatos, Keaton usou palavrões contra os torcedores por um cartaz que agradecia Cunningham por "defender as meninas".

Além da suspensão, Keaton foi multada em valor não divulgado pela liga. O Seattle Storm emitiu um comunicado respeitando a decisão da WNBA e reafirmou seu compromisso em manter um ambiente acolhedor e respeitoso para todos os presentes nos jogos.

A equipe já havia pedido desculpas pelo ocorrido, com a proprietária majoritária Ginny Gilder destacando o compromisso do time em criar um ambiente inclusivo onde todos os torcedores sejam tratados com respeito.

Antes da partida, um grupo de pessoas se reuniu fora da arena para apoiar Cunningham e promover uma iniciativa que visa impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington. Alguns membros do grupo exibiam cartazes e camisetas com símbolos cromossômicos.

Cunningham, que expressou apoio à exclusão de meninas trans e mulheres trans de esportes femininos em artigo da ESPN, repudiou a atitude de Keaton nas redes sociais, afirmando acreditar em um espaço seguro e amoroso para todos, independentemente de identidade de gênero.

Tanto a técnica do Fever, Stephanie White, quanto a técnica do Storm, Sonia Raman, comentaram brevemente sobre o protesto e a situação, ressaltando o foco das equipes em vencer e em garantir um ambiente seguro e acolhedor para todos os presentes na arena.

O jogo terminou com a vitória do Indiana Fever por 105 a 95 sobre o Seattle Storm.

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Seattle Storm pede desculpas após co-proprietária confrontar fãs que apoiavam Sophie Cunningham

Seattle Storm pede desculpas após co-proprietária confrontar fãs que apoiavam Sophie Cunningham

O Seattle Storm se desculpou após um incidente envolvendo uma de suas co-proprietárias e dois fãs que agradeceram Sophie Cunningham por seu posicionamento sobre a participação de atletas trans em esportes femininos. O confronto ocorreu durante a derrota do Storm para o Indiana Fever na Climate Pledge Arena.

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Durante o jogo entre Seattle Storm e Indiana Fever, realizado em 28 de julho de 2026 na Climate Pledge Arena, um incidente chamou atenção. Uma das co-proprietárias do Storm confrontou dois fãs que expressaram apoio à jogadora Sophie Cunningham, conhecida por apoiar a exclusão de atletas transgêneros de competições femininas.

O episódio ocorreu após uma manifestação externa ao estádio, onde um grupo apoiava Cunningham e promovia uma iniciativa estadual para barrar a participação de estudantes trans em esportes femininos nas escolas de Washington. Alguns manifestantes estavam presentes dentro da arena, exibindo cartazes e camisetas relacionados ao tema.

Segundo relatos, a co-proprietária Celeste Keaton teria dirigido palavras ofensivas aos fãs que carregavam um cartaz agradecendo Cunningham por "defender as meninas". A proprietária majoritária do Storm, Ginny Gilder, emitiu um pedido público de desculpas, afirmando que todos os torcedores devem se sentir bem-vindos e respeitados durante os jogos.

A equipe do Indiana Fever esclareceu que não teve envolvimento com a manifestação e que seu foco é exclusivamente o desempenho esportivo. A técnica do Storm, Sonia Raman, afirmou que a organização trabalhou para garantir um ambiente seguro e inclusivo para todos os presentes.

O jogo terminou com a vitória do Indiana Fever por 105 a 95, marcando a sétima derrota consecutiva do Seattle Storm.

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Fever evita comentar protesto pró-Sophie Cunningham

Fever evita comentar protesto pró-Sophie Cunningham

O Indiana Fever não respondeu perguntas sobre um protesto em apoio a Sophie Cunningham e suas declarações recentes sobre atletas transgêneros após a vitória sobre o Seattle Storm.

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Na noite de terça-feira, o Indiana Fever enfrentou o Seattle Storm na Climate Pledge Arena. Antes da partida, um grupo de algumas dezenas de pessoas realizou um protesto em apoio a Sophie Cunningham, que recentemente expressou apoio a iniciativas que proibiriam atletas transgêneros de competirem em categorias femininas.

O protesto também promovia as iniciativas estaduais 638 e 011, que visam impedir a participação de estudantes transgêneros em esportes femininos nas escolas de Washington. Cunningham foi vaiada pelos torcedores do Storm ao entrar em quadra e ao tentar seus primeiros lances livres.

Após o jogo, nem Sophie Cunningham nem Caitlin Clark estiveram disponíveis para responder perguntas da imprensa sobre o protesto. Kelsey Mitchell, Monique Billings e a técnica Stephanie White atenderam os repórteres. Quando questionada sobre o protesto e os comentários de Cunningham, a organização do Fever afirmou que não tinha conhecimento da manifestação nem contato com os organizadores, ressaltando que o foco da equipe é vencer jogos e conquistar fãs.

A técnica do Seattle Storm, Sonia Raman, comentou que a organização trabalha para garantir que todos se sintam bem-vindos e seguros na arena, destacando que a colaboração com a segurança e o local foi bem-sucedida.

Heather Weiner, porta-voz da coalizão No Hate in Washington State, que se opõe às iniciativas 638 e 011, considerou a experiência fora da arena positiva, destacando a importância da inclusão e do combate ao ódio no estado de Washington.

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Caitlin Clark marca 32 pontos e Indiana Fever vence Seattle Storm por 105-95 na WNBA

Caitlin Clark marca 32 pontos e Indiana Fever vence Seattle Storm por 105-95 na WNBA

Caitlin Clark anotou 32 pontos e Kelsey Mitchell contribuiu com 28 na vitória do Indiana Fever sobre o Seattle Storm por 105-95. O Fever alcançou a marca de quatro jogos consecutivos com mais de 100 pontos, um recorde na WNBA.

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O Indiana Fever venceu o Seattle Storm por 105 a 95 em partida realizada na Climate Pledge Arena, em Seattle, no dia 28 de julho de 2026. Caitlin Clark foi a principal pontuadora do jogo, com 32 pontos, incluindo quatro cestas de três pontos e 10 lances livres convertidos sem errar. Ela também distribuiu sete assistências.

Kelsey Mitchell somou 28 pontos, com uma atuação decisiva especialmente no último quarto, quando marcou 18 pontos em 6 de 7 arremessos. Mitchell ampliou sua sequência de jogos com 20 ou mais pontos para 12, igualando recordes da franquia e da liga.

O Fever manteve sua ofensiva em alta, alcançando a marca de quatro jogos consecutivos com mais de 100 pontos, o maior número na história da WNBA. A equipe também converteu 26 de 26 lances livres, ficando a apenas um lance livre de um recorde da liga.

Aliyah Boston, que marcou 11 pontos, sofreu uma queda forte no segundo quarto e não retornou ao jogo. A comissão técnica optou por preservar a jogadora, sem atualizações imediatas sobre seu estado.

Apesar da derrota, Natisha Hiedeman teve uma atuação destacada pelo Seattle Storm, anotando 33 pontos e seis cestas de três pontos. O Storm acumula sete derrotas consecutivas na temporada.

A vitória levou o Indiana Fever a um recorde de 18 vitórias e 10 derrotas, enquanto o Seattle Storm permanece com 6 vitórias e 24 derrotas na temporada.

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