
Prévia da Copa do Mundo FIBA 2026: EUA são favoritos, França é principal concorrente entre as 16 seleções
A Copa do Mundo FIBA 2026 de basquete feminino começa em Berlim com 16 seleções. Os Estados Unidos buscam o quinto ouro consecutivo, mesmo sem A'ja Wilson e Kelsey Plum, enquanto a França surge como a principal rival.
A Copa do Mundo FIBA de basquete feminino de 2026 terá início em Berlim com a participação de 16 seleções nacionais. Os Estados Unidos, atuais campeões, são os grandes favoritos para conquistar o título pela quinta vez consecutiva e a 12ª no total. Apesar da ausência da quatro vezes MVP da WNBA A'ja Wilson e da cinco vezes All-Star Kelsey Plum, ambas fora por questões de saúde, a equipe americana mantém um elenco forte e experiente.
O time dos EUA inicia a fase de grupos enfrentando a China, seguida por partidas contra Itália e República Tcheca. A classificação para as quartas de final ocorrerá para as equipes que vencerem seus grupos, com jogos decisivos programados para os dias 10, 12 e 13 de setembro.
A equipe americana é uma das dinastias mais dominantes do esporte, com oito ouros olímpicos consecutivos e quatro títulos mundiais seguidos. Desde 1994, perdeu apenas um jogo em competições internacionais importantes. A equipe atual, dirigida por Sue Bird e Kara Lawson, conta com jovens talentos como Caitlin Clark, Paige Bueckers e Angel Reese, além de veteranas como Breanna Stewart e Kahleah Copper.
A França é apontada como a principal ameaça aos EUA, apresentando um dos seus elencos mais talentosos, com oito jogadoras ativas na WNBA, incluindo Dominique Malonga, segunda escolha do draft de 2025. A seleção francesa conquistou medalhas olímpicas e quase derrotou os EUA na final olímpica de 2024 em Paris.
Outras seleções de destaque incluem a Espanha, que busca retomar o protagonismo após medalhas em edições anteriores, liderada por Alba Torrens e Megan DiLeo; a Bélgica, com várias jogadoras da WNBA e treinada por Mike Thibault; e a Alemanha, anfitriã do torneio, que enfrenta desafios devido à ausência de Satou Sabally.
A China, adversária dos EUA na estreia, apresenta um trio de jogadoras altas apelidado de "Triple Towers", incluindo Han Xu e Li Yueru. A Austrália, tradicional potência, sofreu a baixa da capitã Sami Whitcomb, mas mantém uma equipe competitiva sob comando da técnica Sandy Brondello.
Outras equipes como Itália, Nigéria, Japão, Hungria e Coreia do Sul também participam, cada uma com suas particularidades e desafios para o torneio.
A competição promete ser intensa, com a juventude e experiência das seleções testadas em Berlim, em busca do título mundial de basquete feminino.
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Skylar Diggins do Chicago Sky desfalca equipe pelo restante da temporada da WNBA devido a lesão no joelho
A armadora Skylar Diggins, do Chicago Sky, vai perder o restante da temporada da WNBA para se recuperar de uma lesão no joelho direito. A decisão foi anunciada pela equipe após avaliações médicas e diálogo entre a jogadora e a comissão técnica.
Skylar Diggins, armadora do Chicago Sky, não jogará mais na temporada atual da WNBA devido a uma lesão persistente no joelho direito. A equipe comunicou a decisão na terça-feira, ressaltando que a prioridade é a saúde da jogadora.
O gerente geral do Sky, Jeff Pagliocca, afirmou que o clube apoia totalmente Diggins e que ela esteve em constante comunicação com a equipe durante o processo de recuperação. Diggins tentou retornar às quadras nesta temporada, mas não se sentia em sua melhor forma, o que motivou a decisão de interromper sua participação para tratamento adequado.
Contratada em abril com um contrato de dois anos, Diggins iniciou 19 jogos na temporada, com médias de 14,2 pontos, 3,2 rebotes e 4,9 assistências por partida. Sua última atuação foi em 3 de julho, quando marcou 19 pontos em derrota no tempo extra contra o Las Vegas Aces. Após essa partida, ela foi substituída na titularidade por Courtney Vandersloot.
Diggins revelou que jogou durante toda a temporada com desconforto no joelho, mencionando que sacrificou seu corpo e sugerindo que a falta de recursos da equipe pode ter influenciado na persistência da lesão. Ela foi afastada do jogo contra o Phoenix Mercury em 7 de julho e não voltou a jogar até o anúncio oficial.
A decisão de encerrar a temporada para Diggins foi tomada após colaboração entre a jogadora, sua equipe, médicos do Sky e a comissão médica da organização.
Apesar do revés, Diggins mantém planos de continuar no Chicago Sky e aguarda a conclusão da nova instalação de treinamento da equipe. Ela destacou a necessidade de mais recursos para o time e comentou que liderar a liga em lesões não é coincidência.
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Técnica Kara Lawson considera Copa do Mundo da FIBA a mais desafiadora já vista
Kara Lawson, técnica da seleção dos EUA, afirmou que a atual edição da Copa do Mundo da FIBA é a mais difícil que já presenciou. A equipe americana, que detém uma sequência de 30 vitórias consecutivas no torneio, enfrenta um cenário internacional mais competitivo e equilibrado.
Kara Lawson, técnica da seleção feminina dos Estados Unidos, declarou que a edição atual da Copa do Mundo da FIBA é a mais desafiadora de todas que já acompanhou. Em entrevista por videoconferência, Lawson destacou o rápido avanço das seleções ao redor do mundo, que apresentam elencos com maior profundidade e qualidade.
A equipe dos EUA, tradicional favorita e atual detentora de uma sequência de 30 vitórias consecutivas em Copas do Mundo, enfrenta um cenário mais competitivo, com o crescimento do talento internacional na WNBA e a dificuldade demonstrada no ouro olímpico de 2024, conquistado com vitória apertada sobre a França.
Lawson ressaltou que o torneio é curto e com um calendário exigente, o que torna a conquista do título ainda mais difícil. A seleção busca o quinto ouro consecutivo e o 12º no total, mas terá desfalques importantes, como a quatro vezes MVP da WNBA A'ja Wilson e a cinco vezes All-Star Kelsey Plum, que desistiram da competição por motivos de saúde.
As substitutas Kiki Iriafen e Sonia Citron foram incorporadas ao elenco, que conta com sete jogadoras com menos de 27 anos e que disputam sua primeira competição internacional de grande porte, além de nove atletas que nunca jogaram uma Copa do Mundo.
Entre as novatas está Caitlin Clark, que teve uma estreia promissora na seleção sênior em março, quando foi MVP do Torneio Qualificatório para a Copa do Mundo. Lawson elogiou o desempenho de Clark na temporada da WNBA e sua capacidade de alterar o ritmo do jogo, criando espaços e pontuando.
Apesar das distrações externas envolvendo Clark, Lawson afirmou que a equipe mantém o foco nos jogos e que a jogadora tem se comportado de forma consistente desde março. O time chegou a Berlim nos últimos dias para a preparação final, com um treino leve realizado antes da estreia contra a China, atual vice-campeã mundial, na sexta-feira.
A fase de grupos será completada com jogos contra Itália e República Tcheca, seguidos pelas fases eliminatórias entre 8 e 13 de setembro. Lawson enfatizou a importância da concentração máxima durante o curto período de preparação para desenvolver a química do time e assim buscar o título.
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Lynx perdem liderança no WNBA Power Rankings após pausa para a Copa do Mundo
Minnesota Lynx foram derrotadas pelo Atlanta Dream e caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings. As Valkyries assumiram o topo após uma sequência de três vitórias. A pausa para a Copa do Mundo é vista como oportunidade para ajustes e recuperação antes da reta final da temporada.
O Minnesota Lynx perdeu para o Atlanta Dream por 89 a 81 no dia 30 de agosto, em jogo realizado no Gateway Center. Com essa derrota, os Lynx caíram para a segunda posição no WNBA Power Rankings, sendo ultrapassados pelas Dallas Valkyries, que conquistaram três vitórias consecutivas na última semana.
A técnica do Lynx, Cheryl Reeve, comentou que apesar das duas derrotas seguidas, não há motivo para preocupação. Ela destacou a necessidade de a equipe se adaptar à maior fisicalidade dos adversários e usar isso a seu favor. O Lynx enfrentou uma das partes mais difíceis do calendário, com oito dos dez jogos de agosto contra times que estão nos playoffs.
Durante a pausa para a Copa do Mundo Feminina da FIBA, que ocorre na Alemanha, o Lynx pretende ajustar seu plano de jogo e recuperar jogadores, como Napheesa Collier, que ainda não está 100% após cirurgia nos tornozelos. Jogadoras que não participam do Mundial, como a novata Olivia Miles, terão tempo para descanso e aprimoramento.
As Valkyries, que retomaram a liderança do ranking pela primeira vez desde julho, venceram Connecticut, Nova York e Portland na última semana, mostrando forte desempenho defensivo. A equipe buscará aprimorar seu ataque durante o intervalo.
Outros times também se preparam para a reta final da temporada. O Las Vegas Aces enfrenta desafios com lesões de NaLyssa Smith e A'ja Wilson, enquanto o Indiana Fever aposta na dupla Caitlin Clark e Kelsey Mitchell, ambas participando do Mundial. O Atlanta Dream, líder da temporada regular, conta com Angel Reese, que estabeleceu o recorde de 29 duplos-duplos em uma temporada da WNBA.
A pausa para a Copa do Mundo é vista como um momento crucial para as equipes ajustarem estratégias, recuperarem atletas e se prepararem para os playoffs, que começam após o retorno dos jogos em 17 de setembro.
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Com ausências de A'ja Wilson e Kelsey Plum, técnico Kara Lawson encara desafio para definir escalação inicial do Team USA na Copa do Mundo de Basquete Feminino
A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas da seleção dos EUA para a Copa do Mundo de Basquete Feminino por questões de saúde. O técnico Kara Lawson precisa decidir a escalação inicial para o jogo de abertura contra a China, considerando a experiência e o desempenho dos jogadores disponíveis.
A seleção feminina de basquete dos Estados Unidos sofreu baixas importantes para a Copa do Mundo da FIBA, que será disputada em Berlim. A'ja Wilson e Kelsey Plum foram cortadas por questões de saúde e substituídas por Kiki Iriafen e Sonia Citron. Wilson não participou de jogos recentes da WNBA e sua ausência parece estar relacionada a fadiga, enquanto Plum se recupera de uma lesão na perna que a afastou da temporada.
Wilson e Plum eram peças fundamentais, com Wilson sendo a principal pontuadora nos últimos torneios importantes e Plum a segunda maior pontuadora na Copa do Mundo de 2022. A ausência delas complica a montagem da equipe titular para o técnico Kara Lawson.
A equipe ainda conta com nomes experientes como Breanna Stewart, que tem sido titular em todas as competições desde 2014 e foi a segunda maior pontuadora nos Jogos Olímpicos de 2024. Napheesa Collier, que voltou de cirurgia nos tornozelos, também deve ser titular, assim como Rhyne Howard, que tem tido a melhor temporada da carreira na WNBA.
A principal dúvida está na posição de armadora titular. Chelsea Gray, com vasta experiência internacional e boa relação com a treinadora Lawson, é favorita para iniciar os jogos. No entanto, Caitlin Clark e Paige Bueckers, jovens estrelas da WNBA, apresentam desempenho superior na temporada atual, mas ainda não têm experiência em grandes torneios internacionais.
Para o último lugar na escalação inicial, Lawson pode optar por Aliyah Boston ou Angel Reese para reforçar o frontcourt, especialmente para compensar a ausência de Wilson. Boston oferece tamanho e capacidade de arremesso de três pontos, enquanto Reese é reconhecida pela defesa e rebotes.
A equipe também tem opções no perímetro com Kahleah Copper e Sonia Citron, que podem entrar como reservas para fortalecer a defesa e o ataque.
Diante dessas variáveis, é possível que Lawson utilize diferentes formações ao longo do torneio, adaptando-se aos adversários e às necessidades do jogo. Para a estreia contra a China, a provável escalação inicial inclui Chelsea Gray como armadora, Rhyne Howard na ala, Napheesa Collier e Breanna Stewart no frontcourt, e uma escolha entre Aliyah Boston ou Angel Reese para fechar o quinteto.
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Kelsey Plum e A'ja Wilson desfalcam seleção dos EUA na Copa do Mundo Feminina da FIBA
Kelsey Plum ficará fora do restante da temporada 2026 da WNBA devido a uma lesão na panturrilha e, junto com A'ja Wilson, não participará da Copa do Mundo Feminina da FIBA. Kiki Iriafen e Sonia Citron foram convocadas para substituir as jogadoras na equipe americana.
Kelsey Plum e A'ja Wilson não participarão da Copa do Mundo Feminina da FIBA por motivos de saúde. O Phoenix Mercury anunciou que Plum ficará afastada pelo restante da temporada 2026 da WNBA devido a uma lesão na panturrilha que não cicatrizou completamente. A'ja Wilson, quatro vezes MVP da WNBA, também ficará de fora para descansar e se preparar para os playoffs após uma carga intensa de jogos na temporada pelo Las Vegas Aces.
A USA Basketball confirmou que Kiki Iriafen e Sonia Citron, ambas companheiras de equipe de Wilson em Washington, foram convocadas para substituir Plum e Wilson no elenco que disputará o Mundial na Alemanha. Iriafen participou do time americano que venceu o qualificatório para a Copa do Mundo em Porto Rico, enquanto Citron fará sua estreia na seleção nacional após se recuperar de uma lesão que a impediu de participar do torneio qualificatório.
Plum expressou em suas redes sociais que, apesar de seu desejo de continuar jogando, decidiu encerrar a temporada para focar na recuperação total do corpo. A decisão foi tomada após conversas com familiares, médicos e a comissão técnica, visando sua saúde a longo prazo.
Wilson, que também enfrentou problemas nas costas durante a temporada, não perdeu jogos recentes e foi uma peça fundamental para os Aces. Ela foi eleita a jogadora mais valiosa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e da Copa do Mundo de 2022.
Sem as duas veteranas, a equipe dos EUA contará com jovens talentos como Caitlin Clark, Angel Reese, Paige Bueckers, Rhyne Howard e Aliyah Boston, além de medalhistas olímpicas como Breanna Stewart, Napheesa Collier, Chelsea Gray, Jackie Young e Kahleah Copper.
Os Estados Unidos iniciarão a competição contra a China, que possui uma forte linha de frente com jogadoras altas, incluindo Zhang Ziyu, Han Xu e Li Yueru. As duas seleções se enfrentaram na final da Copa do Mundo de 2022 na Austrália.
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WNBA 2026: Minnesota, Las Vegas, Golden State, Indiana, Atlanta, Nova York, Washington e Dallas garantem vagas nos playoffs
A temporada regular da WNBA 2026 ainda não terminou, mas as oito equipes que disputarão os playoffs já estão definidas. Dallas Wings garantiu a última vaga na terça-feira, completando o grupo que avançará para a pós-temporada.
A temporada regular da WNBA 2026 ainda está em andamento, com término previsto para 24 de setembro, mas as oito equipes que disputarão os playoffs já foram definidas. As equipes classificadas são Minnesota Lynx, Las Vegas Aces, Golden State Valkyries, Indiana Fever, Atlanta Dream, New York Liberty, Washington Mystics e Dallas Wings.
O Dallas Wings garantiu a última vaga na pós-temporada após uma vitória sobre Portland, com todos os cinco titulares marcando dígitos duplos. Paige Bueckers, a primeira escolha do draft de 2025, lidera o time em pontos e assistências, enquanto Jessica Shepard é uma das duas jogadoras da liga com média de duplo-duplo. A equipe alcançou 23 vitórias, a maior desde 2007, e estabeleceu um recorde de 20 jogos com 90 ou mais pontos na temporada.
Os Washington Mystics asseguraram sua vaga após vencerem Portland, com Shakira Austin marcando 31 pontos e conseguindo seu primeiro jogo com 30 pontos e 10 rebotes. A equipe, a mais jovem da liga, retorna aos playoffs pela primeira vez desde 2023.
O New York Liberty também garantiu a classificação após a derrota do Chicago Sky. Liderados por Breanna Stewart, que mantém altos índices de aproveitamento, e com o retorno de Leonie Fiebich, o time venceu 10 dos últimos 13 jogos.
O Atlanta Dream confirmou a vaga com uma vitória sobre Phoenix, impulsionada por Angel Reese, que teve seu terceiro jogo consecutivo com pelo menos 20 pontos e 10 rebotes. A equipe possui o terceiro melhor ataque da liga e conta com três All-Stars.
Indiana Fever garantiu sua presença nos playoffs após a derrota de Portland para Toronto. Kelsey Mitchell se destacou com uma sequência recorde de jogos com 20 ou mais pontos, e a equipe alcançou 16 jogos com mais de 100 pontos, um recorde na WNBA.
Golden State Valkyries, que chegaram aos playoffs na temporada passada como franquia de expansão, repetem a façanha com uma defesa sólida e um elenco profundo. A equipe tem a melhor defesa da liga e uma sequência atual de seis vitórias.
Las Vegas Aces, campeãs da WNBA em 2025, asseguraram a vaga com nove jogos restantes na temporada regular. A'ja Wilson lidera a equipe com médias impressionantes e o time mantém um dos melhores trios da liga.
Minnesota Lynx foi a primeira equipe a garantir a classificação, após uma sequência de vitórias e o retorno de Napheesa Collier. A equipe conta com jovens talentos como Olivia Miles e Kayla McBride, que tem um recorde de 10 cestas de três pontos em um jogo.
Com as vagas definidas, as equipes agora se preparam para a disputa dos playoffs da WNBA 2026, que promete ser competitiva e emocionante.

