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Rhyne Howard busca reencontrar o arremesso do Atlanta Dream no Jogo 2 das Finais da WNBA

Rhyne Howard busca reencontrar o arremesso do Atlanta Dream no Jogo 2 das Finais da WNBA

Após derrota por 68 a 64 no primeiro jogo, o Atlanta Dream tenta igualar a série contra o Golden State Valkyries em 19 de outubro. Rhyne Howard marcou 12 pontos e converteu três de 14 arremessos na estreia das Finais.

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O Atlanta Dream enfrenta o Golden State Valkyries no Jogo 2 das Finais da WNBA em 19 de outubro, às 21h, no Chase Center. O Dream perdeu a primeira partida por 68 a 64 e busca empatar a série. A equipe precisa de uma reação de Rhyne Howard, que teve dificuldades para pontuar na estreia.

Howard terminou o Jogo 1 com 12 pontos, três cestas em 14 tentativas e o mesmo número de erros de ataque que de arremessos convertidos. Foi sua segunda menor pontuação em um jogo de pós-temporada. No último quarto, errou as quatro tentativas, enquanto o Dream deixou escapar uma vantagem de sete pontos.

A dificuldade também apareceu nos minutos finais. Com menos de 20 segundos no relógio, Howard tentou se livrar da marcação de Veronica Burton, mas não conseguiu criar espaço, mesmo após um bloqueio de Angel Reese. Ela passou a bola para Allisha Gray, cujo arremesso de três pontos não acertou o aro e encerrou a chance de reação do Dream.

Desde o início das semifinais, Howard soma média de 16,8 pontos e converteu 20 de 75 arremessos, aproveitamento de 26,7%. Nas bolas de três, acertou nove de 33, ou 27,3%. A queda recente é especialmente acentuada nos arremessos após drible: ela não converteu nenhuma tentativa de três nessa situação nas últimas quatro partidas, e também teve baixo aproveitamento nos arremessos de média distância após drible.

Howard é principalmente uma arremessadora de longa distância. Na temporada regular, tentou 8,8 bolas de três por jogo, liderando a liga em tentativas; nos playoffs, passou a 7,2 por partida. No Jogo 1, o Dream conseguiu oito arremessos de três para ela após receber a bola, o maior número de Howard em uma partida desta pós-temporada. Ela converteu dois.

O técnico Karl Smesko usou diferentes movimentações para tentar criar oportunidades, incluindo bloqueios fora da bola e jogadas desenhadas para Howard receber em movimento. Ainda assim, duas de suas melhores chances na estreia vieram de ações não planejadas: um passe de Jordin Canada após infiltração e um passe longo de Allisha Gray em transição.

Howard disse que o Valkyries forçou o Dream a jogar de uma maneira diferente da habitual e afirmou que a equipe precisaria rever o vídeo da partida e fazer ajustes. Smesko comentou que gostou de uma das oportunidades de arremesso que ela teve no fim, mas não abordou especificamente a sequência de dificuldades da jogadora. As duas equipes cancelaram o treino de domingo e o arremesso de aquecimento de segunda-feira.

O ritmo pode ser um caminho para o Dream criar melhores condições ofensivas. A equipe costuma render mais quando acelera, mas passou boa parte do primeiro jogo em ataques posicionais, apesar de conseguir várias paradas defensivas. No lance entre Canada e Howard, a equipe avançou com intenção após recuperar a bola, provocou uma troca de marcação e abriu espaço para um arremesso livre.

As infiltrações também têm sido uma alternativa, embora o aproveitamento de Howard perto da cesta tenha caído. Na temporada regular, ela tentou 106 arremessos no aro, 2,4 por jogo, e converteu 62,3% deles, acima dos 48,8% da temporada anterior. Nos playoffs, passou a tentar quatro por partida, mas acertou apenas 35,7%; nas últimas quatro partidas, converteu sete de 21 tentativas nessa região.

O Valkyries é um adversário difícil nesse aspecto: na temporada regular, permitiu o menor número de tentativas no aro e limitou os rivais ao pior aproveitamento nesses arremessos. No Jogo 1, o Dream chegou a 25 tentativas perto da cesta, com 44% de conversão. A única tentativa de Howard foi bloqueada por Kaila Charles.

O segundo jogo está marcado para o Chase Center, em San Francisco. De acordo com os dados da partida, o Valkyries chega como cabeça de chave número 2, com campanha de 32 vitórias e 12 derrotas, enquanto o Dream é o cabeça de chave número 1, com 30 vitórias e 14 derrotas.

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Cathy Engelbert destaca crescimento da WNBA ao se aproximar da aposentadoria

Cathy Engelbert destaca crescimento da WNBA ao se aproximar da aposentadoria

A comissária afirmou que a liga viveu sua temporada mais bem-sucedida em vários indicadores e disse que o cargo exige “pele grossa”. Engelbert deixará a função no fim de 2026, após comandar a WNBA desde julho de 2019.

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Cathy Engelbert afirmou estar orgulhosa do crescimento da WNBA ao falar com a imprensa no sábado, antes do Jogo 1 das Finais, no Chase Center, em San Francisco. A comissária, que anunciou que se aposentará no fim de 2026, também reconheceu que a função exige “pele grossa”, em referência às dificuldades de relacionamento com jogadoras durante os últimos anos de seu mandato.

Engelbert descreveu a temporada como a mais bem-sucedida da história da liga em vários indicadores. No primeiro ano dos novos acordos de transmissão, a WNBA alcançou mais de 90 milhões de espectadores únicos nos Estados Unidos, sem incluir Canadá e outros países, e os fãs assistiram a mais de 320 milhões de horas de jogos.

Ao todo, 51 transmissões tiveram média de pelo menos 1 milhão de espectadores, ante 19 na temporada anterior. A liga também registrou média recorde de 11,5 mil torcedores por partida, e quase dois terços dos jogos da temporada regular tiveram ingressos esgotados. Nas plataformas sociais e digitais, o engajamento superou 4 bilhões de visualizações, alta de 28% em relação à temporada passada.

Expansão e mudanças na liga

Engelbert assumiu como comissária em julho de 2019, depois de passar 30 anos na Deloitte, onde chegou ao cargo de CEO. Durante sua gestão, a WNBA firmou dois acordos coletivos de trabalho, adotou voos fretados para as equipes, lançou a Commissioner's Cup e fechou um novo acordo de transmissão. A liga também ampliou a temporada regular e os playoffs e expandiu o número de franquias.

A WNBA tinha 12 equipes quando Engelbert assumiu e conta agora com 15. O Golden State Valkyries entrou na liga no ano passado, enquanto Portland e Toronto se juntaram à competição neste ano. A previsão é chegar a 18 equipes até 2030, com franquias em Cleveland, Detroit — dois antigos mercados da WNBA — e Philadelphia.

A valorização das franquias também cresceu durante o período. O Golden State Valkyries tornou-se a primeira equipe de esportes profissionais femininos a alcançar avaliação de US$ 1 bilhão.

Relação com as jogadoras e próximos passos

Apesar do crescimento financeiro, Engelbert enfrentou dificuldades na relação com as atletas. A tensão chegou a um ponto crítico no ano passado, antes de uma negociação contenciosa do acordo coletivo, concluída em março. Napheesa Collier, estrela do Minnesota Lynx, esteve entre as jogadoras que criticaram a liderança da WNBA.

Engelbert disse que, em cargos de grande responsabilidade, nem todos concordam com a estratégia ou gostam de quem está à frente. Ela afirmou que, quando chegou à liga, a prioridade era colocar as jogadoras em primeiro lugar, mas que havia desconfiança e problemas com viagens e acomodações. Segundo a comissária, a liga precisava primeiro construir uma estrutura de crescimento para ter recursos para pagar as atletas.

Os salários mais altos da WNBA ultrapassaram US$ 1 milhão desde o acordo coletivo mais recente, um dos ganhos obtidos pelas jogadoras. A liga está concluindo sua 30ª temporada com as Finais e, para o futuro, Engelbert apontou o crescimento global e tecnológico como prioridades.

A comissária também confirmou que a implantação de um centro centralizado de revisão de jogadas em Secaucus, New Jersey, segue dentro do cronograma para começar na temporada de 2027. A iniciativa havia sido anunciada durante o All-Star Game de julho.

Engelbert afirmou que a WNBA deve buscar um crescimento sustentável após alguns anos de expansão acelerada. Ela descreveu a estratégia adotada durante sua gestão em três frentes: prioridade às jogadoras, sucesso das partes envolvidas e engajamento e experiência dos fãs.

A comissária anunciou sua aposentadoria em 4 de setembro e disse que trabalha em um plano de sucessão há três anos e meio. A liga contratou a Excel Search & Advisory para buscar sua substituta. Engelbert afirmou que há bastante interesse na vaga e que a função exige diferentes características, incluindo confiança na continuidade do crescimento da WNBA.

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Golden State Valkyries vencem Atlanta Dream e abrem 1 a 0 nas finais da WNBA

Golden State Valkyries vencem Atlanta Dream e abrem 1 a 0 nas finais da WNBA

As Valkyries derrotaram o Dream por 68 a 64 no Chase Center, em 17 de outubro, e saíram na frente na série melhor de sete. Gabby Williams marcou 26 pontos, e Atlanta fez apenas oito no último quarto.

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O Golden State Valkyries venceu o Atlanta Dream por 68 a 64 no primeiro jogo das finais da WNBA, em 17 de outubro, no Chase Center. Com o resultado, a equipe da casa abriu 1 a 0 na série melhor de sete. Foi a primeira vitória das Valkyries em uma partida de finais, em sua primeira participação na decisão da liga.

Gabby Williams liderou Golden State com 26 pontos e converteu quatro lances livres nos 1min18s finais para confirmar o triunfo. Ela foi a única jogadora das Valkyries a alcançar dois dígitos na pontuação. Allisha Gray anotou 19 pontos pelo Dream, enquanto Angel Reese terminou com 14 pontos e 12 rebotes.

A partida teve sete mudanças na liderança. Atlanta venceu o terceiro quarto por 17 a 9, mas Golden State respondeu no período final, vencido por 17 a 8. O Dream acertou apenas dois de 20 arremessos no último quarto e não conseguiu pontuar o suficiente para recuperar a vantagem.

No total, Atlanta converteu quatro de 25 tentativas de três pontos; Gray acertou uma em oito. A equipe também fez 18 de 21 lances livres. Golden State converteu 11 de 16 da linha de lance livre e levou a melhor nos rebotes, por 41 a 35.

Kaila Charles contribuiu para a equipe da casa com sete pontos e dez rebotes em 30 minutos. O desempenho do banco e a vantagem nos rebotes foram fatores destacados na vitória das Valkyries, que mantiveram a compostura mesmo durante as sequências de pontuação do Dream.

O resultado encerrou uma sequência de dez vitórias de Atlanta, iniciada ainda na temporada regular. Golden State venceu todas as cinco partidas de playoffs disputadas em casa nesta pós-temporada.

Após a partida, Williams afirmou que a equipe confiava que o jogo seria decidido por ações defensivas e descreveu a defesa como a principal força do time. Do lado de Atlanta, o técnico Karl Smesko atribuiu a derrota a um trecho defensivo ruim e ao baixo aproveitamento ofensivo no quarto período.

O segundo jogo será disputado no Chase Center. Como melhor campanha da temporada regular, Golden State também será mandante nos jogos 5 e 7, caso sejam necessários. A série segue o formato 2-2-1-1-1.

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DeWanna Bonner chega às finais da WNBA como reforço decisivo do Atlanta Dream

DeWanna Bonner chega às finais da WNBA como reforço decisivo do Atlanta Dream

Contratada pelo Dream em 27 de agosto, após ser dispensada pelo Phoenix Mercury, a veterana de 39 anos virou titular nos playoffs e ajudou Atlanta a alcançar as finais pela primeira vez desde 2013.

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DeWanna Bonner percorreu um caminho improvável até as finais da WNBA. Em 22 de agosto, ainda pelo Phoenix Mercury, ela anotou 12 pontos e pegou nove rebotes em uma derrota por dez pontos para o Atlanta Dream. Dois dias depois, foi dispensada pela equipe; em 27 de agosto, assinou com Atlanta pelo restante da temporada.

O Mercury já havia ficado fora dos playoffs, tornando-se a primeira equipe desde 2008 a não se classificar na temporada seguinte a uma participação nas finais. Para Bonner, então com 39 anos, a mudança abriu a possibilidade de disputar novamente a pós-temporada. O gerente-geral do Dream, Dan Padover, afirmou que vários times procuraram a jogadora após sua saída de Phoenix e que Atlanta já havia tentado contratá-la em períodos anteriores de agência livre.

Padover também destacou a relação de Bonner com as atletas do elenco. O técnico Karl Smesko disse que ela contribui para as vitórias em quadra e que sua liderança, incluindo a capacidade de falar no momento certo, foi uma adição importante.

Experiência e produção nos playoffs

Em sua 17ª temporada, Bonner conquistou dois títulos e é a única jogadora na história da WNBA a ultrapassar 100 partidas de playoffs. Ela chegou a esta pós-temporada com 103 jogos eliminatórios disputados. A novata Isobel Borlase brincou que Bonner havia jogado mais partidas de playoffs do que ela em temporadas regulares e ressaltou a voz tranquilizadora e motivadora da veterana no vestiário.

O restante do elenco do Dream somava 120 aparições em playoffs antes desta campanha. Jordin Canada e Shatori Walker-Kimbrough, que não faz parte da rotação, eram as únicas outras jogadoras da equipe com título. Allisha Gray disse que a experiência de Bonner em conquistas faz com que o grupo preste atenção quando ela fala. Angel Reese afirmou que a veterana ajudou a manter o time humilde e concentrado nos detalhes.

Bonner disse que uma das principais mensagens que tenta passar é a importância de manter o equilíbrio ao longo de uma série de sete jogos. As finais passaram a ser disputadas em melhor de sete na temporada passada. Para ela, é necessário administrar as emoções e cuidar do próprio corpo.

A contribuição da veterana também apareceu nos números e nos momentos decisivos. No primeiro jogo da série contra o Washington Mystics, ela assumiu o controle do terceiro quarto e ajudou Atlanta a transformar uma desvantagem de 11 pontos em uma vitória por 15. Bonner marcou ao menos dez pontos em quatro dos cinco jogos do Dream nos playoffs.

Na abertura da série semifinal contra o New York Liberty, anotou 23 pontos depois que Gray sofreu uma lesão na mão. Bonner passou então a integrar a formação titular pelo restante da semifinal e registrou o 20º double-double de sua carreira nos playoffs na vitória que encerrou a série, no terceiro jogo.

A jogadora atribuiu a facilidade para assumir um papel de liderança à receptividade das companheiras. Ela também disse que continua aprendendo com o estilo de jogo que o grupo desenvolveu durante a temporada, enquanto compartilha sua experiência.

O Atlanta Dream, cabeça de chave número 1, enfrenta o Golden State Valkyries, cabeça de chave número 2, no primeiro jogo das finais em 17 de outubro de 2026, no Chase Center. A partida está marcada para as 16h30, com o Dream como visitante.

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Angel Reese e Atlanta Dream chegam às finais da WNBA após transformação no jogo da ala

Angel Reese e Atlanta Dream chegam às finais da WNBA após transformação no jogo da ala

Com dez vitórias consecutivas e sem derrotas nesta pós-temporada, o Dream está a quatro triunfos do primeiro título da franquia. A evolução de Angel Reese nos arremessos de três pontos foi parte importante da campanha.

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Angel Reese e o Atlanta Dream estão a quatro vitórias do título da WNBA, que seria o primeiro da franquia desde sua entrada na liga, em 2008. A equipe chega às finais com dez vitórias consecutivas e ainda não perdeu nesta pós-temporada. A série começa em San Francisco, onde o Valkyries terá mando de quadra.

A trajetória recente dos dois lados ajuda a dimensionar a mudança. Um ano antes, Reese, então no Chicago Sky, acompanhava as finais de casa após ficar fora da pós-temporada em seus dois primeiros anos na liga. Em Atlanta, o Dream tentava se reorganizar depois que a melhor temporada regular de sua história terminou com uma eliminação na pós-temporada.

As duas temporadas de Reese em Chicago tiveram atuações individuais de destaque e impacto econômico para a franquia e a comunidade, mas também foram marcadas pelo desempenho coletivo ruim, decisões de elenco questionadas, instabilidade na comissão técnica e problemas na gestão. No fim da temporada de 2025, uma entrevista concedida por Reese ao Chicago Tribune criticou companheiras e dirigentes; o Sky respondeu suspendendo a jogadora por metade de uma partida.

Na primeira temporada de Karl Smesko como técnico, o Dream somou 15 vitórias a mais do que em 2024 e terminou em terceiro lugar, garantindo mando de quadra nos playoffs. Ainda assim, foi eliminado na primeira rodada, pelo Indiana Fever, equipe que enfrentava problemas com lesões.

A troca de Reese do Sky para o Dream ocorreu em 6 de abril. A jogadora buscava um novo começo e uma organização estável, enquanto Atlanta queria acrescentar ao elenco uma atleta competitiva, reconhecida por seus rebotes e sua defesa. Na apresentação, Reese disse que queria trabalhar com treinadores e um gerente-geral que acreditassem nela e afirmou que a mudança parecia adequada.

Smesko também viu espaço para ampliar o jogo da ala: ele queria que Reese arremessasse mais de três pontos. O técnico mudou sua mecânica de arremesso e explicou que até um acerto adicional a cada 25 tentativas poderia alterar a maneira como as defesas a marcavam. Como a temporada começaria em poucas semanas, o processo de adaptação teria de acontecer durante os treinos e os jogos.

Poucos dias após o início do training camp, Smesko interrompeu um exercício de três pontos e pediu que Reese acertasse dois arremessos consecutivos antes de a atividade continuar. A jogadora contou que ficou chateada: não queria decepcionar as companheiras nem passar vergonha caso demorasse a converter as tentativas.

O treinador havia avisado que a evolução seria gradual. Antes da pausa para o All-Star, Reese acertou 12% de seus arremessos de três; depois do intervalo, o aproveitamento subiu para 25%. Nos playoffs, chegou a 38,5%, e a melhora contribuiu para a campanha invicta do Dream na pós-temporada. A equipe terá pela frente o Valkyries, que tem a melhor defesa da liga.

Reese disse que sua confiança cresceu e que os arremessos agora parecem naturais. Ela também atribuiu parte de sua evolução ao trabalho de Smesko e afirmou que se sente pertencente ao Dream. A jogadora ressaltou, porém, que a equipe não considera o trabalho concluído: o objetivo é conquistar o campeonato.

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Angel Reese lidera ranking das 15 melhores jogadoras das finais da WNBA

Angel Reese lidera ranking das 15 melhores jogadoras das finais da WNBA

Com Atlanta Dream e Golden State Valkyries na disputa pelo título, um ranking da ESPN colocou Angel Reese na primeira posição e Gabby Williams na segunda. A lista reúne as 15 jogadoras com melhor desempenho nos playoffs de 2026.

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As finais da WNBA começam no sábado, com Atlanta Dream e Golden State Valkyries em uma série melhor de sete. Segunda colocada na temporada regular, Golden State enfrenta Atlanta, quarta cabeça de chave; as duas equipes buscam o primeiro título. Antes da decisão, a ESPN atualizou seu ranking das 15 jogadoras que mais se destacaram nos playoffs.

O Dream aparece com três atletas entre as quatro primeiras colocadas. Allisha Gray também entrou na lista, apesar de não atuar desde que sofreu uma lesão na mão esquerda no primeiro jogo da semifinal. Ela disse estar otimista sobre a possibilidade de jogar a abertura das finais.

As quatro primeiras

Angel Reese, do Atlanta Dream, ocupa o primeiro lugar. A escolha número 7 do draft de 2024 foi eleita Jogadora Defensiva do Ano e, em sua primeira participação nos playoffs, registra médias de 18 pontos, 8,4 rebotes, 2,2 tocos, 2 assistências e 1,6 roubo de bola. Seu aproveitamento nas bolas de três é de 38,5%.

Gabby Williams, ala do Golden State Valkyries, aparece em segundo, com 22,7 pontos, 4,8 rebotes e 4 assistências por jogo. Ela é a maior pontuadora entre as equipes que disputam as finais e converte 40,5% das tentativas de três pontos, em 2,8 arremessos por partida. Williams ficou em segundo na votação para Jogadora Defensiva do Ano.

Rhyne Howard, do Dream, é a terceira colocada. Sua campanha nos playoffs teve oscilações, mas ela acertou quatro de dez arremessos de três no terceiro jogo da semifinal, quando Atlanta fechou a série. A avaliação também destaca sua versatilidade para pontuar, criar jogadas e contribuir na defesa.

Jordin Canada, também do Atlanta, completa as quatro primeiras. A escolha número 5 do draft de 2018 conquistou títulos da WNBA com o Seattle Storm em 2018 e 2020, quando atuava como reserva de Sue Bird. Nos playoffs atuais, tem média de quase sete pontos a mais do que na temporada regular e registra 2,2 roubos de bola por jogo.

Do quinto ao décimo lugar

Veronica Burton, armadora do Valkyries, está na quinta posição, com médias de 9,5 pontos, 4 rebotes e 4 assistências. Ela acertou uma bola de três a cerca de 90 segundos do fim do segundo jogo da semifinal contra o Las Vegas Aces, colocando Golden State na frente. Na primeira rodada, também converteu um arremesso decisivo na virada sobre o Dallas Wings, que garantiu a vitória no jogo e na série.

Allisha Gray ocupa o sexto lugar. A armadora do Dream tem médias de 17 pontos, 1,7 rebote e 2 roubos de bola em três partidas dos playoffs. Ela era a principal pontuadora de Atlanta na temporada regular e na primeira rodada, mas sofreu a lesão na mão esquerda, a mão de arremesso, no primeiro tempo do jogo de abertura da semifinal. Gray passou por um procedimento considerado pequeno e foi descrita como em avaliação diária; na quinta-feira, afirmou ter esperança de estar disponível para o primeiro jogo das finais.

Tiffany Hayes, do Valkyries, é a sétima colocada. A veterana de 14 temporadas tem média de 13,3 pontos nos playoffs, acima dos 9 pontos da temporada regular. Fez 21 pontos na vitória do primeiro jogo contra o Wings e repetiu a marca em menos de 17 minutos no segundo jogo da semifinal contra o Aces.

Kiah Stokes, também de Golden State, aparece em oitavo. Sua contribuição inclui uma média de rebotes quase quatro unidades superior à da temporada regular. Ela venceu três títulos da WNBA com o Aces e, na varrida de Golden State na semifinal, usou sua experiência para dificultar a atuação de A'ja Wilson.

DeWanna Bonner, do Dream, está em nono, com médias de 13,2 pontos, 6,4 rebotes e 1,6 assistência. Ela começou a temporada no Phoenix e se juntou a Atlanta quando faltavam cinco jogos para o fim da fase regular. Desde a lesão de Gray, passou a integrar o quinteto titular e marcou pelo menos dez pontos em quatro dos cinco jogos de Atlanta nos playoffs, incluindo 23 na abertura da semifinal.

Kayla Thornton fecha o grupo das dez primeiras. A ala do Valkyries registra 10,8 pontos, 5,7 rebotes e 0,5 assistência por partida, além de ter elevado o aproveitamento de três pontos de 34,7% na temporada regular para 42,3% nos playoffs. Fez 16 pontos no segundo jogo contra o Aces e 18 pontos e nove rebotes na partida que encerrou a série.

Do 11º ao 15º lugar

Cecilia Zandalasini, do Valkyries, ocupa a 11ª posição. Ela marcou 22 pontos na abertura da primeira rodada contra o Wings, acertando quatro de cinco bolas de três. Seu aproveitamento de longa distância nos playoffs é de 42,1%, e a lista também ressalta sua contribuição nos rebotes.

Naz Hillmon, do Dream, aparece em 12º. Embora sua pontuação esteja abaixo da média de 9,1 pontos da temporada regular, ela teve impacto defensivo na semifinal, dificultando o jogo de Breanna Stewart.

Kaila Charles, do Valkyries, é a 13ª colocada, com médias de 6,3 pontos, 4,2 rebotes e 0,8 assistência. Segunda escolha do draft de 2020, ela está em sua quinta equipe da WNBA. Participou de todos os jogos da temporada, e seus números na fase regular e nos playoffs são quase idênticos.

Kaitlyn Chen, também de Golden State, ocupa o 14º lugar. Apesar de ter menos minutos nos playoffs, marcou oito pontos em 17 minutos no primeiro jogo contra o Wings. Na abertura da semifinal contra o Aces, anotou 11 pontos em 22 minutos, sua melhor marca nos playoffs, além de pegar três rebotes.

A lista termina com Isobel Borlase, do Dream. Atlanta selecionou a australiana na segunda rodada do draft de 2024, aos 19 anos, e ela estreou na WNBA nesta temporada. A novata participou dos 44 jogos da fase regular, com médias de 4,8 pontos e 13 minutos, e manteve papel semelhante nos playoffs, contribuindo com minutos no banco, especialmente durante a ausência de Gray.

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Allisha Gray está otimista sobre jogar pelo Dream na abertura das finais da WNBA

Allisha Gray está otimista sobre jogar pelo Dream na abertura das finais da WNBA

A ala do Atlanta Dream, afastada desde que machucou o dedo anelar esquerdo na semifinal, espera receber autorização médica para enfrentar o Golden State Valkyries no sábado.

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Allisha Gray está otimista sobre sua disponibilidade para o Jogo 1 das finais da WNBA, entre Atlanta Dream e Golden State Valkyries, marcado para sábado. A decisão final, porém, caberá à equipe médica, afirmou a ala após o treino de quinta-feira.

Gray não joga desde que lesionou o dedo anelar esquerdo na partida de abertura da semifinal contra o New York Liberty. Quatro vezes All-Star, ela está listada como dúvida por causa de uma lesão na mão e descreveu o problema, em tom descontraído, como um dedo machucado.

A jogadora disse que tem avançado bem e que está se adaptando à intensidade dos treinos. Ela participou de forma limitada da atividade, mas não aparentou sentir dor ao arremessar durante o período aberto à imprensa. O dedo anelar e o mindinho da mão esquerda estavam unidos por fita; depois do treino, Gray usou uma proteção mais volumosa.

Gray contou que voltou à quadra ainda no primeiro jogo da semifinal com os dois dedos presos por fita, mas deixou a partida pouco depois de errar um arremesso. Segundo ela, a decisão de retornar foi motivada pelo desejo de competir, mas percebeu que já não conseguia ajudar a equipe e precisou sair.

A equipe médica acompanha a reação do dedo aos treinos e a evolução da dor. Gray também passou recentemente por um procedimento cirúrgico menor, que, segundo ela, era necessário para que tivesse a possibilidade de atuar nas finais.

Nos três jogos que disputou nos playoffs de 2026, Gray teve médias de 17 pontos e dois roubos de bola. Ela disse que espera conseguir jogar no sábado, mas deixou a decisão nas mãos dos profissionais de saúde.

O técnico Karl Smesko afirmou que o Dream preparou planos de jogo com e sem Gray. As estratégias não são muito diferentes, segundo ele, mas DeWanna Bonner é a jogadora mais afetada pela ausência da ala. Smesko disse que Gray tem participado de forma limitada dos treinos, mas que sua recuperação segue na direção certa e que a equipe espera contar com ela.

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