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Sequência de 9 anos sem falta técnica de Breanna Stewart termina em derrota do New York Liberty para Atlanta Dream

Sequência de 9 anos sem falta técnica de Breanna Stewart termina em derrota do New York Liberty para Atlanta Dream

Breanna Stewart recebeu uma falta técnica pela primeira vez desde 2017 na derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream por 95 a 84 no Barclays Center. A partida encerrou as chances do Liberty de ter vantagem de mando de quadra nos playoffs.

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Breanna Stewart teve sua sequência de nove anos sem receber uma falta técnica interrompida durante a derrota do New York Liberty para o Atlanta Dream por 95 a 84, em jogo realizado no Barclays Center, em 21 de setembro de 2026.

A última vez que Stewart havia recebido uma falta técnica foi em 2017, e agora ela totaliza três em sua carreira. A falta técnica foi marcada nos minutos finais da partida, quando Stewart demonstrou insatisfação com a arbitragem após não ter sido marcada uma falta em sua tentativa de cesta. Angel Reese, do Atlanta Dream, roubou a bola de Stewart com menos de dois minutos para o fim do jogo, e as imagens mostraram Reese batendo no pulso de Stewart.

"Ela bateu com força na minha mão", comentou Stewart sobre Reese. "Você tem que ver isso."

Na partida, Stewart anotou 27 pontos e pegou 14 rebotes. A derrota encerrou as chances do New York Liberty de garantir o mando de quadra na primeira rodada dos playoffs, que começam no domingo seguinte.

Stewart, que é a segunda na liga em tentativas de lance livre por jogo, comentou ao sair da entrevista coletiva que Reese deveria pagar a multa associada à falta técnica.

As equipes se enfrentariam novamente na quarta-feira, na última rodada da temporada regular.

Além disso, o Liberty homenageou Stewart e outras seis jogadoras do time que participaram da Copa do Mundo Feminina da FIBA. Stewart foi eleita MVP do torneio, contribuindo para a conquista da quinta medalha de ouro consecutiva dos Estados Unidos.

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WNBA: New York Liberty avança forte e todas as posições dos playoffs permanecem indefinidas faltando quatro dias para o fim da temporada

WNBA: New York Liberty avança forte e todas as posições dos playoffs permanecem indefinidas faltando quatro dias para o fim da temporada

A temporada regular da WNBA de 2026 está chegando ao fim com muita indefinição nas posições dos playoffs. Embora todas as oito vagas estejam definidas, nenhuma equipe garantiu sua posição, e a disputa segue acirrada até o último dia.

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A reta final da temporada regular da WNBA de 2026 está repleta de emoção e incertezas. A temporada, que enfrentou dúvidas sobre seu início devido a uma disputa trabalhista, agora se aproxima do fim, com o encerramento marcado para quinta-feira e os playoffs começando menos de 72 horas depois, no domingo à tarde.

Todas as oito equipes classificadas para os playoffs já garantiram suas vagas, mas nenhuma assegurou sua posição na tabela. Apenas um jogo separa o quinto do oitavo colocado, o que mantém as disputas por seedings muito acirradas até o último dia da temporada regular, que contará com cinco jogos na quinta-feira.

Cada time ainda tem duas partidas restantes, exceto Portland Fire e Seattle Storm, que têm apenas um jogo pela frente. Dos jogos restantes, apenas quatro envolverão confrontos entre times já classificados para os playoffs, divididos em duas séries de dois jogos cada.

O Minnesota Lynx está próximo de garantir a primeira posição, precisando de uma vitória ou de uma derrota do Golden State Valkyries para assegurar o topo da tabela, podendo confirmar isso já na terça-feira. Esses confrontos terão impacto direto na definição dos seedings, pois é improvável que times fora dos playoffs causem surpresas nesta reta final. Desde a retomada da temporada na quinta-feira, as equipes classificadas somam um recorde de 12-0 contra times que não irão aos playoffs.

Com a temporada regular chegando ao fim, a disputa pelas posições finais dos playoffs promete ser intensa, com cada jogo podendo alterar significativamente o cenário para as equipes envolvidas.

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Dawn Staley afirma que A'ja Wilson já é a melhor jogadora da história da WNBA e defende seu terceiro MVP consecutivo

Dawn Staley afirma que A'ja Wilson já é a melhor jogadora da história da WNBA e defende seu terceiro MVP consecutivo

Dawn Staley, técnica de South Carolina e ex-treinadora de A'ja Wilson, declarou que a jogadora das Las Vegas Aces é a maior da história da WNBA. Staley também afirmou que Wilson deve conquistar seu terceiro prêmio de MVP seguido nesta temporada.

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Dawn Staley, que treinou A'ja Wilson na Universidade de South Carolina entre 2014 e 2018, afirmou em entrevista ao CBS Sports que Wilson é a maior jogadora da história da WNBA. Segundo Staley, Wilson já fez coisas que nenhuma outra jogadora conseguiu e merece ser reconhecida como a GOAT (Greatest of All Time).

Wilson está na liga há cerca de oito ou nove anos e já conquistou quatro prêmios de MVP, o maior número na história da WNBA. Staley destacou que Wilson deve ganhar seu terceiro MVP consecutivo nesta temporada, algo inédito na liga, e que quem discordar pode "discutir com uma parede".

A técnica também ressaltou o impacto de Wilson tanto no ataque quanto na defesa, destacando que sua capacidade defensiva é o que a diferencia dos demais candidatos ao prêmio. Wilson lidera a liga em pontos e bloqueios por jogo, além de estar entre os cinco melhores em rebotes.

Em 2023, Wilson terminou em terceiro na votação do MVP, atrás de Breanna Stewart e Alyssa Thomas, em uma das disputas mais acirradas da história da WNBA. Na ocasião, Wilson recebeu um voto em quarto lugar, o que a desagradou, mas ela respondeu liderando as Aces ao título da WNBA e exibindo uma camiseta com a votação durante o desfile do campeonato.

Apesar de ter enfrentado problemas nas costas e não ter participado da Copa do Mundo FIBA com a seleção dos EUA, Wilson voltou com força após a pausa da liga, registrando médias impressionantes de 29,5 pontos, 7,5 rebotes, 4,5 assistências, 2 roubos de bola e 1,5 bloqueios em duas vitórias das Aces sobre o Seattle Storm.

As Las Vegas Aces, atuais campeãs da WNBA, ocupam a terceira posição na tabela com um recorde de 29 vitórias e 13 derrotas. Wilson lidera a equipe em pontos, rebotes, roubos e bloqueios. A temporada regular termina com jogos contra Los Angeles Sparks e Phoenix Mercury em setembro.

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Estátua de Lisa Leslie, "The First Lady", é inaugurada na Star Plaza em Los Angeles

Estátua de Lisa Leslie, "The First Lady", é inaugurada na Star Plaza em Los Angeles

Lisa Leslie, pioneira da WNBA e lenda do Los Angeles Sparks, teve sua estátua de bronze inaugurada na Star Plaza, em frente ao Crypto.com Arena. A homenagem destaca sua carreira histórica e seu impacto no basquete feminino.

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Lisa Leslie, primeira mulher a enterrar em um jogo da WNBA e ícone dos Los Angeles Sparks, foi homenageada com uma estátua de bronze na Star Plaza, localizada fora do Crypto.com Arena, em Los Angeles. A cerimônia de inauguração contou com a presença de seu técnico universitário Marianne Stanley, lendas do Los Angeles Lakers como Magic Johnson, Byron Scott, James Worthy e Michael Cooper, além da ex-companheira de time e também integrante do Hall da Fama, Candace Parker.

A estátua, nomeada "The First Lady", tem 11 pés de altura e repousa sobre uma base de 4,5 pés. Lisa Leslie é a primeira jogadora do Sparks a receber essa homenagem e a segunda mulher a ser imortalizada na Star Plaza, após Gigi Bryant. Leslie destacou a importância da estátua para seu legado e para as futuras gerações de meninas que se inspiram nela.

Durante o evento, Leslie relembrou sua trajetória, desde a infância em Compton, Califórnia, passando pelo sucesso no ensino médio em Inglewood, até a conquista do título nacional pela USC em 1994. Ela também ressaltou momentos marcantes, como a negociação de seu contrato com a Nike e a assinatura com a agência de modelos Wilhelmina antes das Olimpíadas de Atlanta em 1996.

Na WNBA, Leslie jogou 12 temporadas, conquistou três prêmios de MVP e liderou os Sparks aos títulos de 2001 e 2002. Foi eleita para o Hall da Fama do Basquete Naismith em 2015. A estátua foi criada pelos artistas Omri Amrany e Julie Rotblatt Amrany, com quem Leslie trabalhou de perto para garantir que a obra refletisse sua combinação de graça, beleza e competitividade.

Michael Cooper, seu técnico nos Sparks, destacou a ética de trabalho e o espírito competitivo de Leslie, lembrando histórias da época em que ela desafiava jogadores masculinos e treinava incansavelmente suas habilidades. Magic Johnson também comentou sobre sua admiração pela determinação de Leslie em competir com homens durante sua carreira universitária.

Desde sua aposentadoria em 2009, Leslie tem se dedicado a negócios e à transmissão esportiva, mantendo forte ligação com o basquete feminino e atuando como mentora para as novas estrelas da WNBA. Ela expressou orgulho pelo crescimento da liga e pela visibilidade que o basquete feminino conquistou, ressaltando a força e a resiliência das atletas atuais diante das pressões, especialmente nas redes sociais.

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Olivia Miles quebra recorde de pontos na temporada de novatas da WNBA de Caitlin Clark

Olivia Miles quebra recorde de pontos na temporada de novatas da WNBA de Caitlin Clark

Olivia Miles, do Minnesota Lynx, superou o recorde de pontos na temporada de novatas da WNBA que pertencia a Caitlin Clark. A marca foi alcançada durante o jogo contra o Connecticut Sun, consolidando a excelente temporada da jogadora.

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Olivia Miles, do Minnesota Lynx, quebrou o recorde de pontos na temporada de novatas da WNBA que era de Caitlin Clark. O recorde foi superado durante a partida contra o Connecticut Sun, realizada na Mohegan Sun Arena, em Uncasville, Connecticut.

Antes do jogo, Miles estava empatada com Clark com 769 pontos. A marca foi ultrapassada com uma cesta de lance livre feita 29 segundos após o início do segundo quarto. A jogadora, que foi escolhida como segunda geral no draft após atuar por Notre Dame e TCU, entrou em quadra com médias de 19,7 pontos, 6,0 assistências e 4,7 rebotes por jogo.

Apesar de um início lento, sem pontos no primeiro quarto, Miles acelerou no segundo quarto e foi uma das grandes responsáveis pela melhor campanha da WNBA na temporada. Tanto Miles quanto Clark alcançaram seus recordes em 40 jogos disputados.

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WNBA offseason 2026: Análise das equipes eliminadas dos playoffs e prioridades para 2027

WNBA offseason 2026: Análise das equipes eliminadas dos playoffs e prioridades para 2027

Com as oito vagas dos playoffs da WNBA definidas em 25 de agosto de 2026, sete equipes já foram eliminadas da disputa. Este guia detalha o estado dos elencos, necessidades e prioridades para a offseason de 2027 de cada franquia fora da pós-temporada.

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Portland Fire

Eliminados com seis jogos restantes, o Fire teve uma estreia sólida na liga, com vitórias importantes contra Indiana, New York e Dallas. A equipe mostrou uma identidade ofensiva fluida, terminando com a oitava melhor ofensiva da liga, mas sofreu defensivamente, ficando em penúltimo lugar. Jogadoras como Bridget Carleton, Sarah Ashlee Barker e Carla Leite tiveram temporadas de destaque.

A equipe deve manter várias jogadoras-chave para 2027, com esperança de recuperação total de Barker após lesão no joelho. A prioridade da diretoria é contratar uma criadora de jogadas e pontuadora de elite, além de um pivô verdadeiro para fortalecer a defesa.

Chicago Sky

Após um início promissor, o Sky sofreu com lesões, incluindo a perda da draft pick Rickea Jackson por ruptura de ACL, o que impactou negativamente o desempenho da equipe. Chicago lidera a liga em jogos perdidos por lesão, afetando a consistência e defesa da equipe.

O núcleo formado por Diggins, Stevens, Vandersloot, Cardoso, Jackson, Elizabeth Williams, Jacy Sheldon e Jaquez permanece sob contrato até 2027. O gerente geral Jeff Pagliocca pretende manter esse grupo e focar no retorno de Jackson, além de melhorar o aproveitamento nos arremessos e a defesa.

Los Angeles Sparks

Os Sparks não conseguiram quebrar a sequência de seis anos sem playoffs, apesar do desempenho de Kelsey Plum, que liderou a liga em pontuação antes de ser negociada para Phoenix. A equipe enfrentou lesões e uma sequência de derrotas que culminou na demissão do gerente geral Raegan Pebley.

Com cinco jogadoras sob contrato para 2027, incluindo Ariel Atkins e Cameron Brink, a nova diretoria liderada por Ariana Andonian precisa decidir se continuará buscando vitórias imediatas ou iniciará uma reconstrução mais profunda.

Phoenix Mercury

Após chegar às finais em 2025, o Mercury teve uma temporada difícil em 2026, marcada pela saída de Satou Sabally e lesões de Kelsey Plum, que jogou apenas cinco partidas. A equipe apresentou uma das piores defesas e rebotes da liga.

Com poucos jogadores sob contrato para 2027, incluindo Alyssa Thomas e Kahleah Copper, a prioridade é garantir a permanência de Plum, cuja decisão influenciará o futuro da franquia. O técnico Nate Tibbetts enfrenta pressão para retornar aos playoffs.

Toronto Tempo

O Tempo manteve desempenho equilibrado antes da lesão de Brittney Sykes, que, junto com Marina Mabrey, formava um dos backcourts mais produtivos da liga. A equipe possui escolhas de draft nas três primeiras rodadas para 2027, o que pode ajudar na reestruturação do elenco.

Considerações finais

A offseason da WNBA em 2027 promete ser movimentada, especialmente com o novo acordo coletivo e a proximidade do início dos treinos em 2026. A loteria do draft, prevista para novembro ou dezembro, definirá a primeira escolha da próxima classe, com a liga mantendo 15 equipes e a relocação do Connecticut Sun para Houston.

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Kelsey Mitchell do Indiana Fever quebra recorde de pontuação na temporada da WNBA e é surpreendida com festa pós-jogo

Kelsey Mitchell do Indiana Fever quebra recorde de pontuação na temporada da WNBA e é surpreendida com festa pós-jogo

Kelsey Mitchell marcou 33 pontos na vitória do Indiana Fever sobre o Toronto Tempo, estabelecendo um novo recorde de pontos na temporada da WNBA. A jogadora foi surpreendida com uma festa após a partida em homenagem ao feito.

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Kelsey Mitchell marcou 33 pontos na vitória do Indiana Fever por 103 a 85 contra o Toronto Tempo no dia 18 de setembro de 2026, estabelecendo um novo recorde de pontuação na temporada da WNBA. Com uma cesta de três pontos no terceiro quarto, Mitchell ultrapassou os 1.021 pontos que A'ja Wilson marcou em 2024, totalizando 1.034 pontos na temporada.

Ao entrar no vestiário do Fever, Mitchell foi surpreendida por uma festa com confetes, inicialmente pensando que a comemoração era para a técnica Stephanie White. "Então, de repente, todo mundo começou a vir na minha direção, e eu pensei: 'Ah', e juntei as peças de que era para mim", disse Mitchell.

Além do recorde, Mitchell estendeu para 25 jogos consecutivos sua sequência marcando pelo menos 20 pontos, outro recorde da WNBA. Na partida, ela acertou 12 de 17 arremessos e 7 de 11 nas tentativas de três pontos.

Mitchell entrou na partida com média de 25 pontos por jogo, ficando atrás apenas de Wilson, que tem 26,1 pontos por jogo. A técnica Stephanie White comentou: "Ela está jogando em outro nível e tem sido realmente incrível testemunhar isso. Espero que não subestimemos o que estamos vendo, pois é algo sem precedentes."

Na mesma partida, Caitlin Clark marcou 28 pontos e distribuiu 14 assistências, igualando seu recorde pessoal de assistências na temporada. Foi a décima vez que Clark marcou 25 ou mais pontos e deu 10 ou mais assistências em um jogo nesta temporada, um feito inédito na história da WNBA.

Com a vitória, o Indiana Fever melhorou seu recorde para 27-14, empatado com o Atlanta Dream. As equipes, junto com o Las Vegas Aces, disputam a vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Clark ressaltou a importância dessa vantagem: "Nosso objetivo é garantir a vantagem de jogar em casa porque isso é muito importante, especialmente em uma série melhor de três jogos."

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