Team USA conquista o pentacampeonato na Copa do Mundo Feminina de Basquete 2026 com Breanna Stewart como MVP
A seleção feminina dos Estados Unidos venceu a França por 97-79 na final da Copa do Mundo de Basquete Feminino 2026 em Berlim, garantindo seu quinto título consecutivo e o 12º no total. Breanna Stewart foi eleita a MVP do torneio, consolidando sua posição como uma das maiores jogadoras da história da competição.
A seleção feminina dos Estados Unidos reafirmou sua hegemonia no basquete internacional ao conquistar o título da Copa do Mundo Feminina de 2026, realizada em Berlim. Na final contra a França, as americanas dominaram a segunda metade da partida e venceram por 97-79, conquistando o quinto título consecutivo da competição e o 12º em sua história.
A França alcançou sua melhor colocação na história da Copa do Mundo com a medalha de prata, enquanto a Espanha garantiu o bronze ao derrotar a Alemanha no jogo pelo terceiro lugar.
Mesmo com a ausência de A'ja Wilson e Kelsey Plum, que foram cortadas dias antes do início do torneio, e com sete jogadoras estreantes na Copa do Mundo, o time dos EUA permaneceu invicto. A equipe americana soma agora 36 vitórias consecutivas na Copa do Mundo, sem perder desde as semifinais de 2006, e 72 vitórias seguidas em grandes torneios internacionais, incluindo Olimpíadas.
Breanna Stewart foi a grande estrela do torneio. Com 22 pontos, 10 rebotes e quatro assistências na final, ela foi nomeada MVP após médias de 12,8 pontos, 7,3 rebotes, 2,8 assistências e 0,7 roubos de bola, com 55,3% de aproveitamento nos arremessos. Stewart é a primeira jogadora a conquistar múltiplos prêmios de MVP na Copa do Mundo (2018 e 2026) e empatou com Sue Bird como a americana com mais títulos na competição, com quatro ouros.
A treinadora Kara Lawson destacou a versatilidade e a dedicação de Stewart, que jogou em várias posições para ajudar a equipe a vencer. "Ela é provavelmente a maior vencedora que tivemos", afirmou Lawson.
Outros destaques do torneio incluem a espanhola Iyana Martín, que foi escolhida no draft da WNBA de 2026 pelo Portland Fire e teve uma performance de destaque na Copa, sendo nomeada Rising Star e incluída no All-Star Five do torneio.
Por outro lado, a australiana Ezi Magbegor sofreu uma lesão grave no joelho (ruptura do ligamento cruzado anterior) durante o torneio, o que a afastará do restante da temporada da WNBA e do início da próxima.
Trinity San Antonio, jogadora porto-riquenha que atua na França, também chamou atenção com atuações expressivas, liderando em roubos de bola e apresentando números sólidos, apesar da eliminação precoce de sua equipe.
Com a Copa do Mundo encerrada, a WNBA retomará sua temporada em 17 de setembro de 2026, com a expectativa de que as jovens estrelas como Caitlin Clark, Paige Bueckers e Angel Reese ganhem ainda mais experiência internacional nos próximos anos, especialmente com os Jogos Olímpicos de 2028 em solo americano e a mudança do calendário da Copa do Mundo para novembro e dezembro.
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Equipe feminina dos EUA supera França e conquista quinto título consecutivo da Copa do Mundo FIBA
A seleção feminina dos Estados Unidos venceu a França por 97-79 na final da Copa do Mundo FIBA em Berlim, garantindo seu quinto título consecutivo e 12º no total. A equipe americana reverteu uma desvantagem de 14 pontos no primeiro tempo com forte atuação defensiva e ofensiva no terceiro quarto.
A equipe feminina dos Estados Unidos manteve sua invencibilidade em competições internacionais importantes desde 2006, com exceção de uma derrota em final de ouro em 1983. No domingo, na final da Copa do Mundo FIBA realizada em Berlim, o time americano venceu a França por 97-79, conquistando seu quinto título consecutivo e 12º no total.
A França entrou na partida como a equipe mais dominante do torneio, com cinco vitórias por uma média de 35,6 pontos de diferença, sem jogos apertados. Por outro lado, os Estados Unidos tiveram partidas mais difíceis, vencendo a Itália por três pontos e a Espanha por dez na semifinal. No primeiro tempo da final, a França liderou por 45-43.
No entanto, no terceiro quarto, a defesa dos EUA elevou seu nível, limitando a França a apenas 12 pontos enquanto a equipe americana marcou 30, o que definiu o resultado da partida. Jogadoras veteranas como Breanna Stewart, que anotou 22 pontos, 10 rebotes e quatro assistências, e Jackie Young, com 18 pontos, seis rebotes e cinco assistências, lideraram a virada. Stewart foi eleita a MVP do torneio, e Young foi a melhor jogadora da final.
A equipe americana contou com sete jogadoras disputando sua primeira competição internacional 5 contra 5, incluindo as recentes vencedoras do prêmio de Novata do Ano da WNBA: Rhyne Howard, Aliyah Boston, Caitlin Clark e Paige Bueckers. As veteranas, como Chelsea Gray, Kahleah Copper e Napheesa Collier, foram fundamentais para equilibrar a equipe em momentos decisivos.
A técnica Kara Lawson, conhecida por sua ênfase na defesa, e a assistente Natalie Nakase, responsável pela defesa do Golden State Valkyries, foram cruciais para a estratégia defensiva que mudou o rumo da partida. A defesa dos EUA forçou erros da França e limitou o aproveitamento dos arremessos de três pontos no segundo tempo, reduzindo o desempenho de jogadoras-chave francesas como Gabby Williams e Marine Johannes.
Apesar da derrota, a França repetiu o vice-campeonato olímpico de 2024 e mostrou evolução significativa, com 13 jogadoras atuando na WNBA na temporada. A final também destacou o crescimento do basquete feminino europeu, com Espanha conquistando o bronze e a Alemanha terminando em quarto lugar.
Com a vitória, os Estados Unidos mantêm sua hegemonia no basquete feminino internacional, com a última derrota em competição importante ocorrendo nas semifinais da Copa do Mundo de 2006. O futuro promete com jovens talentos americanos e europeus se preparando para os Jogos Olímpicos de 2028 em Los Angeles.
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Estados Unidos e França disputam partida acirrada na final do Mundial Feminino de Basquete
A seleção feminina dos Estados Unidos enfrenta a França em um jogo equilibrado pela medalha de ouro no Mundial Feminino de Basquete da FIBA. A partida tem sido marcada por lances intensos e disputas acirradas no terceiro quarto.
A final do Mundial Feminino de Basquete da FIBA entre Estados Unidos e França está em andamento com um confronto muito equilibrado. No terceiro quarto, a França cometeu sua terceira falta, enquanto a equipe dos EUA conseguiu rebotes defensivos e ofensivos importantes, mantendo a pressão.
Kahleah Copper marcou uma cesta de três pontos com assistência de Chelsea Gray, mostrando a força ofensiva dos Estados Unidos. Apesar de tentativas de arremessos de três pontos por Leila Lacan e Jackie Young que não foram convertidas, o jogo permanece muito disputado.
A equipe dos EUA já garantiu presença na final pela quinta vez consecutiva após uma vitória apertada sobre a Espanha nas semifinais, e busca o sexto título seguido na competição. A partida está sendo transmitida ao vivo, com grande expectativa para o desfecho que definirá a campeã mundial feminina de basquete.
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Gabby Williams lidera França sobre Alemanha e garante vaga na final da Copa do Mundo feminina da FIBA
Gabby Williams marcou 22 pontos e ajudou a França a vencer a Alemanha por 86-64, avançando para a final da Copa do Mundo feminina da FIBA. A Alemanha, anfitriã do torneio, lutou intensamente, mas não conseguiu superar a pressão francesa.
Na semifinal da Copa do Mundo feminina da FIBA, a França derrotou a Alemanha, anfitriã do torneio, por 86-64, garantindo sua vaga na final. Gabby Williams foi a principal destaque da partida, anotando 22 pontos e pegando cinco rebotes. Janelle Salaun contribuiu com um duplo-duplo, somando 14 pontos e 11 rebotes, enquanto Marine Johannes marcou 13 pontos, incluindo três cestas de três pontos, ajudando a controlar o ritmo do jogo no último quarto.
O técnico francês Jean-Aime Toupane descreveu a partida como "difícil", destacando a resistência da equipe alemã diante da pressão aplicada. A Alemanha, que alcançou sua melhor campanha em sua segunda participação no torneio, enfrentou dificuldades com 25 turnovers, muitos deles considerados desnecessários pelo técnico Olaf Lange, o que dificultou a permanência no jogo contra a França.
Apesar da derrota, a Alemanha mostrou evolução após a derrota inicial por 30 pontos para a Espanha e agora pode disputar a medalha de bronze. A ala Leonie Fiebich comentou sobre a intensidade do calendário, com três jogos consecutivos, ressaltando a preparação e o foco da equipe para os próximos desafios.
A França aguarda o vencedor da outra semifinal entre Espanha e Estados Unidos para conhecer seu adversário na final do torneio, que será disputada no domingo.
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Estados Unidos vence Espanha e avança à final da Copa do Mundo FIBA contra França
A seleção feminina dos Estados Unidos derrotou a Espanha por 76 a 66 e garantiu vaga na final da Copa do Mundo FIBA. O adversário será a França, em uma revanche da final olímpica de 2024.
A equipe feminina dos Estados Unidos conquistou uma vitória importante contra a Espanha por 76 a 66, avançando para a final da Copa do Mundo FIBA. Breanna Stewart foi destaque com 16 pontos, enquanto Kahleah Copper contribuiu com 13 pontos para o triunfo americano.
A final será contra a França, repetindo a decisão dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando os Estados Unidos venceram por apenas um ponto. A equipe americana busca o quinto título consecutivo do torneio, igualando a marca da antiga União Soviética.
O jogo contra a Espanha foi mais difícil do que os anteriores, com dificuldades ofensivas para os Estados Unidos. O placar estava empatado em 58 pontos no início do último quarto, quando os americanos abriram vantagem ao marcar 12 dos primeiros 14 pontos, alcançando 70 a 60 com 5 minutos e 20 segundos restantes.
A Espanha tentou reagir, mas não conseguiu reduzir a diferença para menos de oito pontos até o fim da partida. Os Estados Unidos foram muito eficientes na linha de lance livre, convertendo 27 de 35 tentativas.
Este confronto marcou o primeiro encontro entre as duas seleções na Copa do Mundo desde a final de 2014, quando os Estados Unidos também venceram a Espanha, em um jogo que marcou a estreia de Stewart na seleção nacional.
A Espanha iniciou o jogo com um ritmo forte, marcando nove dos primeiros dez pontos e impondo a maior desvantagem que os Estados Unidos enfrentaram no torneio até então. A equipe americana reagiu com uma sequência de 12 a 2 e conseguiu equilibrar o jogo.
No segundo quarto, os Estados Unidos tiveram dificuldades para impor seu ritmo ofensivo devido à defesa física da Espanha, que resultou em muitos lances livres para a equipe americana. No intervalo, os Estados Unidos lideravam por 39 a 36.
A Espanha enfrentará a Alemanha na disputa pelo bronze no domingo.
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Estados Unidos enfrenta Espanha na semifinal da Copa do Mundo Feminina de Basquete FIBA 2026
O time dos Estados Unidos avançou às semifinais da Copa do Mundo Feminina de Basquete FIBA 2026 após vitória expressiva sobre a Hungria. A Espanha, que superou a Austrália, será o adversário na disputa por vaga na final.
A seleção dos Estados Unidos venceu a Hungria com facilidade nas quartas de final da Copa do Mundo Feminina de Basquete FIBA 2026 e terá um dia de descanso antes de enfrentar a Espanha na semifinal, marcada para sábado, 12 de setembro, na Arena de Berlim, Alemanha.
A Espanha, que sofreu uma derrota inesperada para Mali na fase de grupos, recuperou-se com duas vitórias consecutivas por mais de dez pontos e eliminou uma Austrália desfalcada para garantir a vaga na semifinal.
Este confronto será uma revanche da final da Copa do Mundo de 2014 em Istambul, quando os Estados Unidos venceram por 77-64, com Maya Moore liderando a equipe americana. A ala espanhola Alba Torrens, que participou daquela final, está presente no elenco atual, embora tenha atuado pouco em Berlim.
Até o momento, os Estados Unidos mantêm um retrospecto perfeito de 3-0 contra a Espanha nesta competição, incluindo um jogo recente em março de 2026 durante o Torneio de Qualificação para a Copa do Mundo, vencido pelos americanos por 84-70.
A jovem Iyana Martín, selecionada na sétima posição do Draft da WNBA de 2026, tem sido a principal jogadora da Espanha no torneio, liderando a equipe em pontos e assistências. Martín tem médias de 16,5 pontos, 3,3 rebotes, 3,3 assistências e 2 roubos de bola por jogo, com aproveitamento de arremessos de 53,5% de quadra, 43,5% de três pontos e 90,9% de lances livres.
A Espanha também conta com Awa Fam, terceira escolha geral do Draft da WNBA de 2026, que apresenta médias de 11,5 pontos, 6,8 rebotes, 2,3 assistências e 1,3 roubos de bola, e Megan DiLeo, que tem 10,5 pontos por jogo no torneio e experiência na WNBA.
Os Estados Unidos sofreram uma baixa importante com a ausência de A'ja Wilson, quatro vezes MVP da WNBA, substituída por Kiki Iriafen. Ainda assim, o time conta com talentos como Breanna Stewart, Napheesa Collier, Aliyah Boston e Angel Reese.
A defesa dos Estados Unidos tem sido eficiente, limitando jogadores altos dos adversários e controlando faltas. Na vitória contra a Hungria, a equipe cometeu apenas nove faltas e permitiu três lances livres.
A Espanha prefere um jogo de movimentação e uso de bloqueios, buscando pontuar dentro do garrafão e através de lances livres, onde tem média de 20,8 tentativas por jogo, contra 23 dos Estados Unidos.
O jogo entre Estados Unidos e Espanha será transmitido pela TNT e pelo serviço de streaming HBO Max, com início previsto para as 14h (horário de Brasília). A equipe americana é favorita, com odds de -20.5 pontos segundo a FanDuel.
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Sophie Cunningham foca no Indiana Fever e ignora polêmicas envolvendo Kanter Freedom e Royce White
Sophie Cunningham, do Indiana Fever, afirmou que está concentrada nas últimas quatro partidas da temporada regular e não nas controvérsias envolvendo Enes Kanter Freedom e Royce White, que declararam elegibilidade para o draft da WNBA.
Sophie Cunningham declarou em entrevista à ESPN que está focada nas quatro partidas restantes da temporada regular do Indiana Fever e não nas polêmicas envolvendo Enes Kanter Freedom e Royce White, que se declararam elegíveis para o draft da WNBA.
"Vou deixar eles fazerem o que quiserem", afirmou Cunningham, ressaltando que seu foco está no Fever e no esporte. "Temos mais quatro jogos e estou tentando me concentrar e manter o foco no que importa."
Enes Kanter Freedom anunciou sua intenção de jogar na WNBA em 7 de agosto e foi expulso de uma partida do Fever contra o Chicago Sky em 23 de agosto após um desentendimento verbal com a armadora Natasha Cloud. Kanter Freedom entrou com um processo alegando violação de seus direitos da Primeira Emenda.
Royce White esteve presente em um jogo do Fever contra o Connecticut Sun em 28 de agosto.
Cunningham também comentou sobre sua posição a respeito da participação de atletas transgêneros em esportes femininos, afirmando que deseja proteger as jovens garotas em vestiários e competições, sem odiar pessoas transgênero. "Eu estou aqui para estender amor, mas também para ser honesta e proteger as jovens garotas em vestiários ou no esporte que não deveriam competir contra homens biológicos."
Após essa declaração, manifestações a favor e contra a inclusão de atletas transgêneros ocorreram em jogos do Fever. A WNBA está em pausa desde 31 de agosto devido à participação de várias estrelas, incluindo Caitlin Clark e Aliyah Boston, no Mundial de Basquete Feminino da FIBA em Berlim.
O Indiana Fever, com campanha de 26 vitórias e 14 derrotas, ocupa a quinta colocação e luta pela vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs, que começam em 27 de setembro. A equipe retorna às quadras na próxima sexta-feira contra o Toronto.
Na quinta-feira, Cunningham relançou seu podcast, agora chamado "No Hesitation", com o novo apresentador Drew Hanlen.
"Acho que nosso time tem grande potencial para uma ótima campanha nos playoffs", disse Cunningham. "Se eu ficar preocupada com outras coisas, isso vai tirar minha energia do time. Por isso, vou focar no que importa e deixar que eles façam o que quiserem."

